22.05.2014

quinta-feira, ‎22‎ de ‎maio‎ de ‎2014

 

“Como o escravo que suspira pela sombra, e como o jornaleiro que espera pela sua paga, assim se me deram meses de escassez, e noites de aflição se me ordenaram. Havendo-me deitado, digo: Quando me levantarei? Mas comprida é a noite, e farto-me de me revolver na cama até a alva.”

Jó 7:2-4

 Para Refletir

 

Até o último instante a vida de Paulo testificou da verdade de suas palavras aos coríntios: “Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos.” II Cor. 4:6-10. Sua suficiência não estava em si mesmo, mas na presença e na operação do divino Espírito que lhe enchia a alma, e levava cativo todo o entendimento à vontade de Cristo. O profeta declara: “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em Ti; porque ele confia em Ti.” Isa. 26:3. A paz celestial que o semblante de Paulo irradiava ganhou muitas almas para o evangelho.

Paulo levava consigo a atmosfera do Céu. Todos os que com ele se associavam sentiam a influência de sua união com Cristo. O fato de que sua própria vida exemplificava a verdade que pregava, dava a sua pregação um convincente poder. Nisto reside o poder da verdade. A influência espontânea e inconsciente de uma vida santa é o mais convincente sermão que se pode fazer em prol do cristianismo. O argumento, mesmo quando seja irrespondível, pode só provocar oposição; mas o exemplo piedoso tem um poder a que é impossível resistir completamente.

O apóstolo perdeu de vista seus próprios sofrimentos, que se aproximavam, em sua solicitude por aqueles que ele estava prestes a deixar a lutar com o preconceito, ódio e perseguição. Os poucos cristãos que o acompanharam para o local da execução, ele se esforçou por fortalecer e animar, repetindo as promessas feitas àqueles que são perseguidos por causa da justiça. Assegurou-lhes que nada falharia de tudo aquilo que o Senhor falara com respeito a Seus filhos provados e fiéis. Por algum tempo poderiam estar sob o peso de multiformes tentações; poderiam achar-se destituídos de conforto terrestre; poderiam, porém, animar o coração com a certeza da fidelidade de Deus, dizendo: “Eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.” II Tim. 1:12. Logo terminaria a noite de provações e sofrimentos, e raiaria a alegre manhã da paz e do dia perfeito.

Livro: Atos dos Apóstolos Capítulo: Condenado à Morte Páginas: 510-511 Autor: Ellen G. White

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