25.06.2014

‎quarta-feira, ‎25‎ de ‎junho‎ de ‎2014

 

“Então, o profeta Isaías veio ao rei Ezequias e lhe disse: Que foi que aqueles homens disseram e donde vieram a ti? E disse Ezequias: De uma terra remota vieram a mim, da Babilônia. E disse ele: Que foi que viram em tua casa? E disse Ezequias: Viram tudo quanto há em minha casa; coisa nenhuma há nos meus tesouros que eu deixasse de lhes mostrar. Então, disse Isaías a Ezequias: Ouve a palavra do SENHOR dos Exércitos: Eis que virão dias em que tudo quanto houver em tua casa, com o que entesouraram teus pais até ao dia de hoje, será levado para a Babilônia; não ficará coisa alguma, disse o SENHOR.”

Isaías 39:3-6

 Para Refletir

 

A visita desses mensageiros do governante de tão distante terra dava a Ezequias a oportunidade de celebrar o Deus vivo. Quão fácil lhe teria sido falar-lhes de Deus, o sustentador de todas as coisas criadas, por cujo favor sua própria vida tinha sido poupada, quando todas as outras esperanças haviam desaparecido Que momentosas transformações poderiam ter ocorrido, caso esses pesquisadores da verdade, vindos das planícies da Caldéia, fossem levados ao conhecimento da suprema soberania do Deus vivo

Mas o orgulho e a vaidade tomaram posse do coração de Ezequias, e em exaltação própria expôs aos olhos cobiçosos os tesouros com que Deus havia enriquecido o Seu povo. O rei “lhes mostrou a casa do seu tesouro, a prata e o ouro, e as especiarias, e os melhores ungüentos, e toda a sua casa de armas, e tudo quanto se achava nos seus tesouros; coisa nenhuma houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio, que Ezequias lhes não mostrasse”. Isa. 39:2. Não foi para glorificar a Deus que ele assim procedeu, mas para exaltar-se aos olhos dos príncipes estrangeiros. Ele não se deteve na consideração de que esses homens eram representantes de uma poderosa nação que não tinha o temor nem o amor de Deus no coração, e que era uma imprudência fazê-los seus confidentes quanto às riquezas temporais da nação.

A visita dos embaixadores a Ezequias foi um teste de sua gratidão e devoção. O relato diz: “Contudo, no negócio dos embaixadores dos príncipes de Babilônia, que foram enviados a ele, a perguntarem acerca do prodígio que se fez naquela terra, Deus o desamparou, para tentá-lo, para saber tudo o que havia no seu coração.” II Crôn. 32:31. Tivesse aproveitado a oportunidade que lhe era dada de testemunhar do poder, bondade e compaixão do Deus de Israel, o relatório dos embaixadores teria sido como luz espancando as trevas. Mas ele se engrandeceu a si mesmo acima do Senhor dos Exércitos. “Mas não correspondeu Ezequias ao benefício que se lhe fez, porque o seu coração se exaltou.” II Crôn. 32:25.

LivroProfetas e Reis CapítuloOs Embaixadores de Babilônia Páginas344-346 AutorEllen G. White

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