02.07.2014

‎quarta-feira, ‎2‎ de ‎julho‎ de ‎2014

 

“Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Como posso pronunciar ameaças quem o Senhor não quis ameaçar? Dos cumes rochosos eu os vejo, dos montes eu os avisto. Vejo um povo que vive separado e não se considera como qualquer nação.”

Números 23:8-9

 Para Refletir

 

Olhando Balaão para o acampamento de Israel, viu com espanto as provas de sua prosperidade. A ele haviam sido representados como uma multidão rude, desorganizada, que infestava o país em bandos errantes, os quais eram uma peste e terror às nações circunvizinhas; mas sua aparência era o inverso de tudo isto. Viu a grande extensão e o perfeito arranjo de seu acampamento, apresentando tudo os indícios de uma disciplina e ordem completas. Foi-lhe mostrado o favor com que Deus olhava a Israel, e o caráter distintivo de povo escolhido Seu. Não deveriam ficar no mesmo nível das outras nações, mas ser exaltados acima delas todas. “Este povo habitará só, e entre as gentes não será contado.” Núm. 23:9. Na ocasião em que estas palavras foram faladas, os israelitas não tinham localização permanente, e seu caráter peculiar, usos e costumes, não eram familiares a Balaão. Mas quão notavelmente foi cumprida esta profecia na história posterior de Israel! Por todos os anos de seu cativeiro, através de todos os séculos desde que foram dispersos entre as nações têm eles permanecido como um povo distinto. Assim o povo de Deus – o verdadeiro Israel – embora disperso por todas as nações, não são na Terra senão peregrinos, cuja cidadania está nos Céus.

Não somente foi mostrada a Balaão a história do povo hebreu como nação, mas ele viu o crescimento e prosperidade do verdadeiro Israel de Deus até o final do tempo. Viu o favor especial do Altíssimo acompanhando aqueles que O amam e temem. Viu-os amparados pelo Seu braço, ao entrarem no escuro vale da sombra da morte. E viu-os saírem de seus túmulos, coroados de glória, honra e imortalidade. Contemplou os resgatados regozijando-se nas glórias imarcescíveis da Terra renovada. Olhando para esta cena, exclamou: “Quem contará o pó de Jacó, e o número da quarta parte de Israel?” E, ao ver a coroa de glória em cada fronte, a alegria irradiando de cada semblante, e olhando para aquela vida intérmina de pura felicidade, proferiu a solene oração: “A minha alma morra a morte do justo, e seja o meu fim como o seu.” Núm. 23:10.

Livro: Patriarcas e Profetas Capítulo: Balaão Páginas: 447 Autor: Ellen G. White

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