24.01.2014

‎sexta-feira, ‎24‎ de ‎janeiro‎ de ‎2014

 

“Faze com que voltemos a ti, ó SENHOR, sim, faze-nos voltar! Faze com que a nossa vida seja outra vez como era antes.”

Lamentações 5:21

Para Refletir

Os negros anos de destruição e morte que assinalaram o fim do reino de Judá, teriam levado desespero ao mais resoluto coração, não fosse o encorajamento das predições proféticas dos mensageiros de Deus. Por intermédio de Jeremias em Jerusalém, de Daniel na corte de Babilônia, de Ezequiel junto às barrancas do Quebar, o Senhor em misericórdia tornou claro Seu eterno propósito, e deu certeza de Sua disposição de cumprir para com Seu povo escolhido as promessas registradas nos escritos de Moisés. Aquilo que tinha prometido fazer pelos que se Lhe mostrassem fiéis, certamente haveria de realizar-se. A “palavra de Deus… permanece para sempre”. I Ped. 1:23.

Nos dias da vagueação pelo deserto, o Senhor tomou suficientes providências para que Seus filhos tivessem em lembrança as palavras da Sua lei. Após o estabelecimento em Canaã, os divinos preceitos deviam ser repetidos diariamente em todos os lares; deviam ser claramente escritos nos umbrais e soleiras das portas, e espalhados sobre tabletes memoriais. Deviam ser musicados e cantados por jovens e velhos. Os sacerdotes deviam ensinar esses santos preceitos em assembléias públicas, e os governantes da terra deviam deles fazer estudo diário. “Medita nele dia e noite”, o Senhor ordenou a Josué com respeito ao livro da lei, “para que tenhas o cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e então prudentemente te conduzirás.” Jos. 1:8.

Os escritos de Moisés foram ensinados por Josué a todo o Israel. “Palavra nenhuma houve, de tudo o que Moisés ordenara, que Josué não lesse perante toda a congregação de Israel, e das mulheres, e dos meninos, e dos estrangeiros que andavam no meio deles.” Jos. 8:35. Isto estava em harmonia com a ordem expressa de Jeová que determinava uma repetição pública das palavras do livro da lei cada sete anos, durante a Festa dos Tabernáculos. “Ajunta o povo, homens, e mulheres, e meninos e os teus estrangeiros que estão dentro de tuas portas”, os líderes espirituais de Israel tinham sido instruídos, “para que ouçam, e aprendam e temam ao Senhor vosso Deus, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta lei. E que seus filhos, que a não souberem, ouçam, e aprendam a temer ao Senhor vosso Deus, todos os dias que viverdes sobre a terra à qual ides, passando o Jordão, a possuir.” Deut. 31:12 e 13.

Tivesse este conselho sido ouvido através dos séculos seguintes, quão diferentes teria sido a história de Israel. Somente pela reverência à Palavra santa de Deus no coração do povo, poderiam eles esperar cumprir o divino propósito. Foi o respeito pela lei de Deus que deu a Israel força durante o reinado de Davi e nos primeiros anos do reinado de Salomão; foi pela fé na viva Palavra que se operou a reforma nos dias de Elias e Josias. E foi para essas mesmas Escrituras de verdade – a mais rica herança de Israel – que Jeremias apelou em seus esforços no sentido da reforma. Onde quer que ministrasse, ele ia ao encontro do povo com o fervente apelo: “Ouvi as palavras deste concerto” (Jer. 11:2), palavras que lhes daria a eles plena compreensão do propósito de Deus de estender a todas as nações o conhecimento da verdade salvadora.

Livro: Profetas e Reis Capítulo: Luz em Meio às Trevas Páginas: 464-466 Autor: Ellen G. White 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s