16.01.2014

‎quinta-feira, ‎16‎ de ‎janeiro‎ de ‎2014

 

“Foram Moisés e Arão e disseram a Faraó: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto. Mas Faraó respondeu: Quem é o Senhor, para que eu ouça a sua voz para deixar ir Israel? Não conheço o Senhor, nem tampouco deixarei ir Israel.”

Êxodo 5:1-2

Para Refletir

Faraó jactava-se de que gostaria de ver Deus livrá-los de suas mãos. Estas palavras destruíram a esperança de muitos dos filhos de Israel. Parecia-lhes que tudo era mesmo como o rei e seus conselheiros tinham dito. Sabiam que eram tratados como escravos, e que deviam suportar o grau de opressão que seus feitores e administradores lhes impunham. Seus meninos tinham sido caçados e mortos. Sua própria vida era um fardo, e eles estavam crendo no Deus do Céu e adorando-O.

Contrastavam então sua condição com a dos egípcios. Estes não criam absolutamente num Deus vivo que tivesse poder para salvar ou destruir. Alguns deles adoravam ídolos, imagens de madeira e pedra, enquanto outros preferiam adorar o Sol, a Lua e as estrelas; e mesmo assim prosperavam e enriqueciam. Alguns dos hebreus raciocinavam que se Deus estivesse acima de todos os deuses, não os deixaria como escravos numa nação idólatra.

Os fiéis servos de Deus entendiam que era por causa de sua infidelidade a Deus como um povo, e sua disposição de misturar-se com outras nações, sendo assim levados à idolatria, que o Senhor permitiu que fossem ao Egito. Com firmeza declaravam a seus irmãos que Deus logo os tiraria do Egito e quebraria seu opressivo jugo.

Chegara o tempo em que Deus deveria responder às orações de Seu opresso povo, e tirá-lo do Egito com tão poderosas manifestações de poder que os egípcios seriam compelidos a reconhecer que o Deus dos hebreus, de quem zombavam, estava acima de todos os deuses. Iria agora puni-los por sua idolatria e seu arrogante gabo das bênçãos concedidas a eles por seus insensíveis deuses. Deus glorificaria Seu próprio nome, para que outras nações ouvissem do Seu poder e tremessem ante Seus poderosos atos, e para que Seu povo, testemunhando suas miraculosas obras, se volvesse inteiramente da idolatria para render-Lhe adoração pura.

No livramento de Israel do Egito, Deus claramente mostrou Sua evidente misericórdia a Seu povo diante de todos os egípcios. Deus achou conveniente executar Seus juízos sobre Faraó, para que ele soubesse por amarga experiência, desde que doutra sorte não seria convencido, que Seu poder era superior a todos os outros. A fim de que Seu nome fosse notório através de toda a Terra, daria prova exemplar e demonstrativa de Seu divino poder e justiça a todas as nações. Era desígnio de Deus que estas exibições de poder fortificassem a fé de Seu povo, para que sua posteridade adorasse firmemente somente Aquele que tinha realizado misericordiosas maravilhas em seu favor.

Livro: História da Redenção Capítulo: O Poder de Deus Revelado Páginas: 114-115 Autor: Ellen G. White

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