03.05.2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

 

“Neste dia o Senhor teu Deus te manda observar estes estatutos e preceitos; portanto os guardarás e os observarás com todo o teu coração e com toda a tua alma. Hoje declaraste ao Senhor que ele te será por Deus, e que andarás nos seus caminhos, e guardarás os seus estatutos, os seus mandamentos e os seus preceitos, e darás ouvidos à sua voz.”

Deuteronômio 26:16-17

Para Refletir

O desígnio de Deus para Suas instituições hoje em dia, pode-se ver também no que Ele buscou realizar por meio da nação judaica. Era Seu intento, por meio de Israel, comunicar ricas bênçãos a todos os povos. Por intermédio deles devia o caminho ser preparado para a difusão de sua luz a todo o mundo. As nações do mundo, seguindo costumes corruptos, haviam perdido o conhecimento de Deus. Todavia, em Sua misericórdia, Deus não os exterminou. Propôs-Se a dar-lhes oportunidade de se familiarizarem com Ele por meio de Sua igreja. Era Seu desígnio que os princípios revelados mediante Seu povo, fossem os meios de restaurar no homem a imagem moral de Deus.

Cristo era seu instrutor. Quando estava com eles no deserto, e da mesma maneira depois de seu estabelecimento na Terra Prometida, era ainda seu Mestre e Guia. No tabernáculo e no templo, Sua glória pousava no Shekinah, sobre o propiciatório. Em favor deles manifestava constantemente as riquezas de Seu amor e paciência.

Deus desejava fazer de Seu povo Israel um louvor e uma glória. Toda vantagem espiritual lhes foi dada. Deus não reteve deles coisa alguma propícia à formação do caráter que os tornaria Seus representantes.

Sua obediência às leis de Deus os tornaria uma maravilha de prosperidade perante as nações do mundo. Aquele que lhes poderia dar sabedoria e habilidade em toda obra de arte, continuaria a ser seu mestre e os enobreceria e elevaria por meio da obediência a Suas leis. Caso fossem obedientes, seriam guardados das doenças que afligiam outras nações, e seriam abençoados com vigor intelectual. A glória de Deus, Sua majestade e poder, revelar-se-iam em toda a sua prosperidade. Eles deviam ser um reino de sacerdotes e príncipes. Deus lhes proveu todos os recursos para se tornarem a maior nação da Terra.

Da maneira mais definida, Deus pôs diante deles, por meio de Moisés, o Seu desígnio, e tornou claras as condições de sua prosperidade. “Porque povo santo és ao Senhor teu Deus”, disse Ele; “o Senhor teu Deus te escolheu, para que Lhe fosses o Seu povo próprio, de todos os povos que sobre a Terra há… . Saberás pois que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel, que guarda o concerto e a misericórdia até mil gerações aos que O amam e guardam os Seus mandamentos. … Será pois que, se ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o Senhor teu Deus te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus pais, e amar-te-á, e abençoar-te-á, e te fará multiplicar. … Bendito serás mais do que todos os povos.” Deut. 7:6, 9, 12-14. […]

Nessas palavras acham-se expostas as condições de toda a verdadeira prosperidade, condições que, para satisfazerem o desígnio de sua fundação, todas as nossas instituições precisam cumprir.

(Testemunhos Seletos [Volume 2] – Ellen G. White)

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