03.06.2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

 

“Assim farei cessar em ti a tua luxúria e a tua prostituição trazida da terra do Egito; de modo que não levantarás os teus olhos para eles, nem te lembrarás mais do Egito.”

Ezequiel 23:27

Para Refletir

Guardai-vos da procrastinação! Não adieis a obra de abandonar vossos pecados e buscar, por Jesus, a pureza de coração. Nisto é que milhares e milhares têm errado, para sua perda eterna. Não me demorarei aqui sobre a brevidade e incerteza da vida; mas há um terrível perigo — perigo que não é compreendido suficientemente — em adiar atender à voz suplicante do Santo Espírito de Deus, preferindo viver em pecado — pois isto é o que é, na verdade, esse retardamento. Só com risco de infinita perda é que podemos condescender com o pecado, por pequenino que seja. O que nós não vencermos, vencer-nos-á a nós, operando a nossa destruição.

Adão e Eva persuadiram-se de que, de questão tão insignificante como fosse comer do fruto proibido, não poderiam resultar tão terríveis consequências como as de que Deus os avisara. Mas essa questão insignificante constituía uma transgressão da imutável e santa lei divina, e separou o homem de Deus, abrindo os diques da morte e trazendo sobre o mundo misérias indizíveis. Século após século tem subido da Terra um contínuo grito de lamento, e toda criação geme aflita, em resultado da desobediência do homem. O próprio Céu sentiu os efeitos de sua rebelião contra Deus. O Calvário aí está como um monumento do estupendo sacrifício exigido para expiar a transgressão da lei divina. Não consideremos o pecado coisa trivial.

Cada ato de transgressão, cada negligência ou rejeição da graça de Cristo, recai sobre vós mesmos; endurece o coração, deprava a vontade, entorpece o entendimento, tornando-vos não só menos inclinados a ceder à terna súplica do Santo Espírito de Deus, como também menos capazes de o fazer.

Muitos tranquilizam a consciência perturbada, com o pensamento de que poderão mudar o seu ímpio procedimento quando bem o quiserem; que podem acolher levianamente o convite da misericórdia e, contudo, não deixar de serem impressionados repetidamente. Julgam que, depois de haverem desprezado o Espírito da graça, depois de haverem posto sua influência do lado de Satanás, em um momento de terrível aflição poderão mudar sua vida. Mas isto não é tão fácil. A experiência, a educação de toda uma vida moldou o caráter de tal maneira que poucos há que então desejam receber a imagem de Jesus.

(Caminho a Cristo – Ellen G. White)

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