Junho 2013

“Quando convidado, ao iniciar Suas atividades, para um banquete ou festa oferecidos por algum fariseu ou publicano, Ele aceitava o convite. Foi acusado pelos líderes religiosos de comer com publicanos, e estes lançavam sobre Ele a imputação de que era igual a eles. Mas nessas ocasiões Cristo dominava a palestra à mesa e dava muitas lições. E os que estavam presentes ouviam-no: pois não havia Ele curado os seus doentes, confortado os seus tristes, tomado nos braços os seus filhos, e os abençoado? Publicanos e pecadores eram atraídos a Ele, e quando abria os lábios para falar-lhes, tinha a atenção deles sobre Si. 

Cristo ensinou os Seus discípulos como conduzir-se quando em companhia dos que não eram religiosos como dos que o eram. Ensinou-lhes pelo exemplo que quando assistindo a qualquer reunião pública, não precisavam desejar dizer alguma coisa. Mas Sua conversação diferia profunda e decididamente daquilo que tinha sido ouvido em festas no passado. Cada palavra que Ele proferia era para os Seus ouvintes um cheiro de vida para vida, e eles ouviam-nO com submissa atenção, como se desejosos de ouvir com um determinado propósito.

O respeito mostrado a Cristo nos banquetes que Ele frequentava estava em marcado contraste com a maneira em que os escribas e fariseus eram tratados, e isto lhes era angustioso. Cristo dava lições adaptadas às necessidades dos Seus ouvintes. Foi quando presente a um banquete que Ele contou a parábola da grande ceia, e mostrou a maneira como fora considerado o convite do rei. …”

Beneficência Social – Ellen G. White

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