19.07.2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013

 

“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.”

Êxodo 20:7

Para Refletir

Era a tarefa dos discípulos disseminar o conhecimento do evangelho. Foi-lhes confiada a obra da proclamação, a todo o mundo, das boas novas que Cristo trouxe aos homens. Essa obra, eles a realizaram pelo povo de seu tempo. A toda nação debaixo do céu foi levado o evangelho, numa única geração.

O dar o evangelho ao mundo é a obra que Deus confiou aos que professam Seu nome. Para o pecado e a miséria do mundo, é o evangelho o único antídoto. Tornar conhecida a toda a humanidade a mensagem da graça de Deus, eis a primeira obra dos que lhe conhecem o poder restaurador. […]

Quando Cristo enviou os discípulos com a mensagem evangélica, a fé em Deus e Sua Palavra havia quase desaparecido da Terra. Entre o povo judeu, que professava conhecer a Jeová, Sua Palavra havia sido posta à margem para dar lugar à tradição e às especulações humanas. A ambição egoísta, o amor da ostentação e a ganância do lucro absorviam os pensamentos dos homens. À medida que desaparecia a reverência para com Deus, fugia também a compaixão para com os homens. O egoísmo era o princípio dominante, e Satanás executava sua vontade na miséria e na degradação da humanidade.

Instrumentos satânicos tomavam posse dos homens. O corpo humano, feito para habitação de Deus, tornou-se morada de demônios. Os sentidos, os nervos e órgãos dos homens eram manejados por influências sobrenaturais na condescendência com as mais vis concupiscências. O próprio cunho dos demônios se achava impresso na fisionomia dos homens. O semblante humano refletia a expressão das legiões do mal de que os próprios homens estavam possuídos.

Qual é a condição do mundo atualmente? Não é a fé na Bíblia hoje destruída tão eficazmente pela alta crítica e as especulações, como o era pela tradição e o rabinismo dos dias de Jesus? Não têm a ambição e a cobiça e o amor do prazer tão forte domínio no coração dos homens agora como possuíam então? No professo mundo cristão, mesmo nas professas igrejas de Cristo, quão poucos são regidos por princípios cristãos! Nos círculos comerciais, sociais, domésticos, e mesmo nos religiosos, quão poucos fazem dos ensinos de Cristo a regra do viver diário! Não é verdade que “a justiça se pôs longe, … a equidade não pode entrar. … E quem se desvia do mal arrisca-se a ser despojado”? Isa. 59:14 e 15.

(A Ciência do Bom Viver – Ellen G. White)

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