23.01.2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

 

Levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.

1 Pedro 2:24

Para Refletir…

 

[…] Nosso pecado foi expiado, removido, lançado nas profundezas do mar. Mediante arrependimento e fé livramo-nos do pecado, e olhamos para o Senhor, justiça nossa. Jesus sofreu, o Justo pelos injustos.

Embora, como pecadores, estejamos sob a condenação da lei, Cristo, por Sua obediência prestada à lei, reclama para a pessoa arrependida, o mérito de Sua própria justiça. A fim de obter a justiça de Cristo, é necessário que o pecador saiba o que é aquele arrependimento que opera uma mudança radical da mente e do espírito e da ação. A obra da transformação tem de começar no coração, e manifestar seu poder por meio de todas as faculdades do ser; mas o homem não é capaz de originar um arrependimento como esse, e só o pode experimentar por meio de Cristo, que subiu ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens.

Quem está desejoso de se tornar verdadeiramente arrependido? Que deve ele fazer? Deve ir ter com Jesus, tal qual está, sem demora. Deve crer que a palavra de Cristo é verdadeira e, crendo na promessa, pedir, para que possa receber. Quando o desejo sincero leva os homens a pedir, eles não orarão em vão. O Senhor cumprirá Sua palavra e dará o Espírito Santo para levar ao arrependimento para com Deus e fé para com nosso Senhor Jesus Cristo. O homem orará e vigiará, e abandonará seus pecados, tornando manifesta sua sinceridade pelo vigor de seu esforço para obedecer aos mandamentos de Deus. Com a oração ele misturará a fé, e não só crerá nos preceitos da lei, mas também lhes obedecerá. Ele se manifestará olhando a questão do lado de Cristo. Renunciará a todos os hábitos e associações que tendam a afastar de Deus o coração.

Aquele que deseja tornar-se filho de Deus tem de receber a verdade de que o arrependimento e o perdão devem ser obtidos por meio de nada menos que a expiação de Cristo. Certo disto, o pecador tem de fazer um esforço em harmonia com a obra feita em seu favor, e com súplicas incansáveis recorrer ao trono da graça, para que possa receber o poder renovador de Deus. Cristo não perdoa a ninguém senão ao penitente, mas àquele a quem Ele perdoa, primeiro faz penitente. A providência tomada é completa, e a eterna justiça de Cristo é colocada ao crédito de todo crente. As vestes, preciosas e sem mácula, tecidas nos teares do Céu, foram providas para o pecador arrependido e crente, e ele poderá dizer: “Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegra no meu Deus, porque me vestiu de vestes de salvação, me cobriu com o manto de justiça.” Isa. 61:10.

(Reavivamento e seus Resultados Ellen G. White)

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