11.01.2013

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

 

E ali virei aos filhos de Israel; e a tenda será santificada pela minha glória.

Êxodo 29:43

Para Refletir…

 

Durante sua permanência no monte, Moisés recebeu instruções para a construção de um santuário, no qual a presença divina se manifestaria de modo especial. “E Me farão um santuário, e habitarei no meio deles”, foi a ordem de Deus. Êxo. 25:8. Pela terceira vez foi ordenada a observância do sábado. “Entre Mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre”, declarou o Senhor, “para que saibais que Eu sou o Senhor que vos santifica. Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós: … qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será extirpada do meio de seu povo.” Êxo. 31:17, 13 e 14. Acabavam de ser dadas instruções para o levantamento imediato do tabernáculo para o serviço de Deus; e agora, sendo que o objeto em vista era a glória de Deus, e também porque tinham grande necessidade de um lugar de culto, poderia o povo concluir que estariam justificados trabalhando naquela construção ao sábado. Para os guardar de tal erro, foi feita uma advertência. Mesmo a santidade e urgência daquela obra especial para Deus não os deviam levar a infringir o Seu santo dia de repouso.

Dali em diante o povo seria honrado com a presença permanente de seu Rei. “Habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei por Deus”, “para que por Minha glória sejam santificados” (Êxo. 29:45 e 43), foi a segurança dada a Moisés. Como símbolo da autoridade de Deus, e incorporação de Sua vontade, foi entregue a Moisés uma cópia do Decálogo gravada pelo dedo do próprio Deus em duas tábuas de pedra (Deut. 9:10; Êxo. 32:15 e 16), para que, de maneira sagrada, fosse encerrada no santuário, o qual, depois de feito, deveria ser o centro visível do culto da nação.

De uma raça de escravos os israelitas haviam sido exaltados acima de todos os povos, para serem o tesouro peculiar do Rei dos reis. Deus os separara do mundo a fim de que lhes pudesse confiar um sagrado depósito. Deles fizera os guardas de Sua lei, e propunha-Se, por meio deles, conservar entre os homens o Seu conhecimento. Assim a luz do Céu resplandeceria a um mundo rodeado de trevas, e ouvir-se-ia uma voz apelando para todos os povos para voltarem de sua idolatria a fim de servirem ao Deus vivo. Se os israelitas fossem fiéis ao seu encargo, tornar-se-iam um poder no mundo. Deus seria a sua defesa, e Ele os elevaria acima de todas as outras nações. Sua luz e verdade seriam reveladas por meio deles, e achar-se-iam sob o Seu governo sábio e santo, como um exemplo da superioridade de Seu culto sobre toda a forma de idolatria.

(Patriarcas e Profetas Ellen G. White)

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