27.08.2013

‎terça-feira, ‎27‎ de ‎agosto‎ de ‎2013

 

“Tive vergonha de pedir soldados e cavaleiros ao rei para nos protegerem dos inimigos na estrada, pois tínhamos dito ao rei: “A mão bondosa de nosso Deus está sobre todos os que o buscam, mas o seu poder e a sua ira são contra todos os que o abandonam”. Por isso jejuamos e suplicamos essa bênção ao nosso Deus, e ele nos atendeu.”

Esdras 8:22-23

Para Refletir

 

Todos estavam agora prontos para partir. Diante deles estava uma jornada que levaria vários meses. Os homens tinham consigo suas esposas, filhos e posses, além de grande tesouro para o templo e seus serviços. Esdras fora advertido de que inimigos estavam de espreita pelo caminho, prontos para pilhar e destruir a ele e seu grupo; contudo não pedira ao rei nenhuma força armada para proteção.[…]

Nisto Esdras e seus companheiros viram uma oportunidade de magnificar o nome de Deus entre os pagãos. A fé no poder do Deus vivo seria fortalecida se os próprios israelitas revelassem agora implícita confiança no seu divino Guia. Determinaram-se, pois, depositar sua segurança inteiramente nEle. Não pediram nenhuma guarda de soldados. Não dariam aos pagãos qualquer ocasião de atribuir ao poder do homem a glória que somente a Deus pertence. Não permitiriam que surgisse na mente dos seus amigos pagãos qualquer dúvida quanto à sinceridade de sua dependência de Deus como Seu povo. A força seria obtida, não através de riquezas ou do poder e influência de idólatras, mas mediante o favor de Deus. Eles seriam protegidos exclusivamente pelo conservar diante de si a lei do Senhor, esforçando-se por obedecê-la.

Este conhecimento das condições sob as quais eles poderiam continuar contando com a propícia mão de Deus, infundiu uma solenidade mais que comum ao culto de consagração dirigido por Esdras e seu fiel grupo pouco antes da partida. “Apregoei ali um jejum junto ao rio Aava”, Esdras declara desta experiência, “para nos humilharmos diante da face do nosso Deus, para Lhe pedirmos caminho direito para nós, e para nossos filhos, e para toda a nossa fazenda.” “Nós, pois, jejuamos, e pedimos isto ao nosso Deus, e moveu-Se pelas nossas orações.” Esd. 8:21 e 23. […]

Foi da providência de Deus que os que retornaram com Esdras tivessem tido tempo especial de buscar ao Senhor. As experiências pelas quais tinham passado, em sua viagem de Babilônia, desprotegidos como tinham estado de qualquer poder humano, haviam-lhes ensinado ricas lições espirituais. Muitos tinham-se tornado fortes na fé; e ao se misturarem com os desencorajados e indiferentes em Jerusalém, sua influência foi um poderoso fator para a reforma pouco mais tarde instituída.

(Profetas e Reis – Ellen G. White)

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