21.09.2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

 

O meu cálice certamente haveis de beber; mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles para quem está preparado por meu Pai.

Mateus 20:23

Para Refletir…

 

No reino de Deus, não se obtêm posições por favoritismo. Não são alcançadas nem recebidas por uma concessão arbitrária. São o resultado do caráter. O trono e a coroa são os penhores de uma condição atingida; são os testemunhos da vitória sobre o próprio eu, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. […]

Mais perto de Cristo estará aquele que, na Terra, mais profundamente sorveu do espírito de Seu abnegado amor – amor que “não se ensoberbece, … não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal” (I Cor. 13:4 e 5) – amor que move o discípulo, como fazia ao Senhor, a dar tudo, a viver, trabalhar e sacrificar-se, até à própria morte, pela salvação da humanidade. Este espírito foi manifestado na vida de Paulo. Disse ele: “Para mim o viver é Cristo”; pois sua vida revelava Cristo aos homens; “e o morrer é ganho” – ganho para Cristo; a própria morte tornaria patente o poder de Sua graça, e atrairia almas para Ele. “Cristo será… engrandecido no meu corpo”, disse ele, “seja pela vida, seja pela morte.” Filip. 1:21 e 20. […]

Nos reinos do mundo, a posição implicava em engrandecimento próprio. Supunha-se que o povo existia para benefício das classes dominantes. Influência, fortuna, educação eram outros tantos meios de empolgar as massas para proveito dos dirigentes. As classes mais altas deviam pensar, decidir, gozar e dominar; às mais humildes cumpria obedecer e servir. A religião, como tudo mais, era uma questão de autoridade. Do povo esperava-se que acreditasse e procedesse segundo a direção de seus superiores. O direito do homem como homem – pensar e agir por si mesmo – era inteiramente postergado.

Cristo estava estabelecendo um reino sobre princípios diversos. Chamava os homens, não à autoridade, mas ao serviço, os fortes a sofrer as fraquezas dos fracos. Poder, posição, talento, educação colocavam seus possuidores sob maior dever de servir aos semelhantes. Ainda ao mais humilde dos discípulos de Cristo, é dito: “Tudo isto é por amor de vós.” II Cor. 4:15.

(O Desejado de Todas as Nações Ellen G. White)

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