23.10.2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

 

Estará firme o teu coração? Estarão fortes as tuas mãos, nos dias em que eu tratarei contigo? Eu, o Senhor, o disse, e o farei.

Ezequiel 22:14

Para Refletir…

 

É-nos ordenado que, quer comamos quer bebamos, ou façamos outra qualquer coisa, façamo-lo para glória de Deus. Quantos têm sido conscienciosamente movidos por princípios e não por impulso, e obedecido literalmente a este mandamento? Quantos dos jovens discípulos […] têm feito de Deus Sua confiança e Sua porção, buscando diligentemente conhecer e fazer Sua vontade? Muitos há que são servos de Cristo em nome, mas não em verdade.

Onde os princípios religiosos governam, pequeno é o risco de se cometerem grandes erros; pois o egoísmo, que sempre cega e engana, fica subordinado. O sincero desejo de fazer bem aos outros predomina, de maneira que o próprio eu é esquecido. A posse de firmes princípios religiosos é um inestimável tesouro. É a mais pura, mais elevada e nobre influência que os mortais possam possuir. Os que a possuem têm uma âncora. Todo ato é bem considerado, não seja seu efeito prejudicial a outro, e o desvie de Cristo. A contínua indagação do espírito, é: Senhor, como Te servirei melhor, e glorificarei Teu nome na Terra? Como dirigirei minha vida para fazer de Teu nome na Terra um louvor, e induzir outros a Te amarem, servirem e honrarem? Permite que eu deseje apenas e escolha a Tua vontade. Que as palavras e exemplo de meu Redentor sejam a luz e a força de meu coração. Enquanto O sigo e confio nele, não me deixará perecer. Ele será minha coroa de regozijo.

Se confundirmos a sabedoria do homem com a de Deus, somos transviados pela loucura da sabedoria humana. Aí está o grande perigo de muitos […]. Não possuem experiência por si mesmos. Não têm formado o hábito de considerar por si mesmos, com oração, com juízo despreconcebido, imparcial, questões e assuntos novos para eles, os quais podem sempre surgir. Esperam para ver o que os outros pensam. Se estes discordam, é quanto basta para fazê-los convencer-se de que o assunto em consideração não é de nenhum valor. Conquanto seja grande essa classe, isto não altera o fato de eles serem inexperientes e fracos de mente em consequência de cederem longamente ao inimigo, e serão sempre tão débeis como criancinhas, andando segundo a luz dos outros, vivendo de sua experiência religiosa, sentindo como os outros sentem e agindo como os outros agem. Procedem como se não tivessem individualidade. Sua identidade é absorvida em outras; são meras sombras daqueles que eles julgam andarem mais ou menos direito.

A menos que estes se apercebam de seu caráter vacilante, e o corrijam, perderão todos a vida eterna; serão incapazes de resistir aos perigos dos últimos dias. Não têm fibra para resistir ao diabo; pois não sabem que é ele. É preciso que esteja alguém ao seu lado para adverti-los se é um inimigo ou um amigo que se aproxima. Não são espirituais, portanto não discernem as coisas espirituais. Não são sábios nas coisas que se relacionam com o reino de Deus. Nem jovem nem velho é escusável em confiar a outro o ter por ele uma experiência religiosa. Disse o anjo: “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço.” Jer. 17:5. É necessário na vida e na luta cristãs, uma nobre confiança em si mesmo.

(Testemunhos Seletos [Volume 1] Ellen G. White)

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