05.10.2012

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

 

Os homens que detinham Jesus zombavam dele, e feriam-no; e, vendando-lhe os olhos, perguntavam, dizendo: Profetiza, quem foi que te bateu? E, blasfemando, diziam muitas outras coisas contra ele.

Lucas 22:63-65

Para Refletir…

 

Alguns dos discípulos se atreveram a entrar onde Jesus Se achava e testemunhar o Seu julgamento. Esperavam que Ele manifestasse Seu poder divino, que Se livrasse das mãos dos inimigos e os punisse pela crueldade para com Ele. Suas esperanças vinham e desapareciam ao transpirarem as diferentes cenas. Algumas vezes duvidavam, e temiam ter sido enganados. Mas a voz que ouviram no monte da transfiguração e a glória que ali contemplaram, fortaleceram-lhes a fé quanto a ser Ele o Filho de Deus. Recordaram-se das cenas que tinham testemunhado, dos milagres que tinham visto Jesus realizar ao curar os doentes, abrir os olhos aos cegos, desobstruir os ouvidos surdos, repreender e expelir os demônios, e restituir a vida aos mortos, e mesmo acalmar os ventos e o mar.

Não podiam crer que Ele morreria. Esperavam que ainda Se levantasse com poder, e com Sua voz soberana dispersasse aquela multidão sedenta de sangue, como o fizera quando entrara no templo e expulsara os que estavam a fazer da casa de Deus lugar de mercadorias, e quando fugiram de diante dEle como se fossem perseguidos por um grupo de soldados armados. Os discípulos esperavam que Jesus manifestasse Seu poder e convencesse a todos de que era o Rei de Israel.

Jesus tinha muitos que com Ele simpatizavam, na multidão em redor, e o não haver Ele nada respondido às muitas perguntas que Lhe foram feitas, tornou estupefata a turba. Sob toda a zombaria e violência do populacho, nem um sinal de desagrado, nem uma expressão de inquietação repousou em Suas feições. Manteve a dignidade e a compostura. Os espectadores olhavam para Ele maravilhados. Comparavam Suas formas perfeitas e porte firme, digno, com a aparência daqueles que se assentavam em juízo contra Ele, e diziam uns aos outros que Ele Se parecia com um rei mais do que qualquer dos príncipes. Não apresentava indício de ser criminoso. Seu olhar era suave, claro e destemido; Sua testa, larga e alta. Todos os traços se distinguiam fortemente pela benevolência e nobres princípios. Sua paciência e resignação eram tão diferentes das do homem, que muitos estremeceram. Mesmo Herodes e Pilatos ficaram grandemente perturbados com o Seu porte nobre, divino.         

(História da Redenção Ellen G. White)

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Uma resposta para 05.10.2012

  1. izabela disse:

    Deus é maior do que tudo isso!

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