29.03.2012

quinta-feira, 29 de março de 2012

 

Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado.

Romanos 7:24-25

Para Refletir…

Em todos os lugares em que a Palavra de Deus tenha sido fielmente proclamada, seguiram-se resultados que provaram sua origem divina. Pecadores tiveram a consciência despertada. Coração e mente eram tomados de profunda convicção. As pessoas tinham uma intuição da justiça de Deus, e exclamavam: “Quem me livrará do corpo desta morte?” (Romanos 7:24, ARA). Ao ser-lhes revelada a cruz, viram que nada, exceto os méritos de Cristo, seria suficiente para alcançar o perdão por suas transgressões. Pelo sangue de Jesus tiveram o livramento dos “pecados anteriormente cometidos” (Romanos 3:25).

Essas pessoas creram e foram batizadas, e se levantaram para andar em nova vida. Pela fé no Filho de Deus, começaram a seguir Seus passos, refletir Seu caráter, e purificar-se como Ele é puro. As coisas que antes odiavam, agora amavam; e as que antes amavam, passaram a odiar. Os orgulhosos se tornaram humildes, os vaidosos e arrogantes passaram a ser recatados e acessíveis. Os ébrios se tornaram sóbrios; os devassos, puros. Os cristãos entendem que “a beleza […] não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e joias de ouro ou roupas finas. Ao contrário”, deve estar “no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranquilo, o que é de grande valor para Deus” (1 Pedro 3:3, 4). (…)

Para toda pessoa verdadeiramente convertida, o relacionamento com Deus e com as coisas eternas é o grande objetivo da vida. Onde, nas igrejas populares de hoje, existe a atitude de consagração a Deus? Os conversos não renunciam ao orgulho e amor ao mundanismo. Não estão mais dispostos a negar-se, tomar a cruz e seguir o manso e humilde Jesus, do que antes da conversão. O poder da espiritualidade quase desapareceu de muitas igrejas.

(A Grande Esperança Ellen G. White)

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