22.05.2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

Seja o vosso coração completamente leal para com o Senhor nosso Deus, para andardes nos seus estatutos, e guardardes os seus mandamentos, como hoje o fazeis.

1 Reis 8:61

Para Refletir…

A conduta de Salomão trouxe sua inevitável penalidade. Sua separação de Deus pela comunhão com idólatras foi sua ruína. Renunciando sua aliança com Deus, perdeu o domínio de si mesmo. Sua eficiência moral desapareceu. Sua fina sensibilidade embotou-se, e cauterizou-se sua consciência. Aquele que no início de seu reinado havia demonstrado tanta sabedoria e simpatia em restituir um desamparado bebê a sua desafortunada mãe (I Reis 3:16-28), caiu tão baixo a ponto de consentir na construção de um ídolo ao qual se ofereciam em sacrifício crianças vivas. Aquele que na sua juventude fora dotado de discrição e entendimento, e que em sua forte varonilidade havia sido inspirado a escrever: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Prov. 14:12), em seus últimos anos afastou-se tanto da pureza a ponto de favorecer ritos licenciosos e revoltantes relacionados com a adoração de Camos e Astarote. Aquele que na dedicação do templo tinha dito a seu povo: “Seja o vosso coração perfeito para com o Senhor nosso Deus” (I Reis 8:61), tornara-se um transgressor, negando no coração e na vida suas próprias palavras. Ele tomou licença por liberdade. Procurou – mas a que preço – unir a luz com as trevas, o bem com o mal, a pureza com a impureza, Cristo com Belial.

Depois de haver sido um dos maiores reis que já empunharam um cetro, Salomão tornou-se um libertino, instrumento e escravo de outros. Seu caráter, outrora nobre e viril, tornou-se debilitado e efeminado. Sua fé no Deus vivo foi suplantada por dúvidas ateístas. A incredulidade mareou sua felicidade, enfraqueceu-lhe os princípios e degradou-lhe a vida. A justiça e magnanimidade dos primórdios de seu reinado, transmudara-se em despotismo e tirania. Pobre, frágil natureza humana Pouco pode Deus fazer por homens que perdem o senso de dependência dEle.

(Patriarcas e Profetas Ellen G. White)

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