27.06.2012

quarta-feira, 27 de junho de 2012

E Ele foi visto durante muitos dias por aqueles que com ele subiram da Galiléia a Jerusalém, os quais agora são suas testemunhas para com o povo. E nós vos anunciamos as boas novas da promessa, feita aos pais, a qual Deus nos tem cumprido, a nós, filhos deles, ressuscitando a Jesus.

Atos 13:31-33

Para Refletir…

Cristo confia a Seus seguidores uma obra individual – uma obra que não pode ser feita por procuração. O serviço aos pobres e enfermos, o anunciar o evangelho aos perdidos, não deve ser deixado a comissões ou caridade organizada. Responsabilidade individual, individual esforço e sacrifício pessoal são exigências evangélicas.

“Sai pelos caminhos e atalhos, e força-os a entrar”, é a ordem de Cristo, “para que a Minha casa se encha.” Luc. 14:23. Ele põe homens em contato com aqueles a quem eles buscam beneficiar. “Recolhas em casa os pobres desterrados”, diz Ele. “Vendo o nu, o cubras.” Isa. 58:7. “Imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.” Mar. 16:18. Por meio de contato direto, de ministério pessoal, devem as bênçãos do evangelho ser comunicadas.

Ao comunicar luz a Seu povo antigamente, Deus não operava exclusivamente por meio de uma classe. Daniel era um príncipe de Judá. Também Isaías era de linhagem real. Davi era um jovem pastor, Amós um vaqueiro, Zacarias um cativo de Babilônia, Eliseu um lavrador. O Senhor suscitava como representantes Seus a profetas e príncipes, nobres e plebeus, e ensinava-lhes as verdades a serem dadas ao mundo.

A todos quantos se tornam participantes de Sua graça, o Senhor indica uma obra em benefício de outros. Cumpre-nos estar, individualmente, em nosso posto, dizendo: “Eis-me aqui, envia-me a mim.” Isa. 6:8. Sobre o ministro da Palavra, a enfermeira-missionária, o médico cristão, o cristão individualmente, seja ele comerciante ou fazendeiro, profissional ou mecânico – sobre todos repousa a responsabilidade. É nossa obra revelar aos homens o evangelho de sua salvação. Toda empresa em que nos empenhemos deve ser um meio para esse fim.

Os que se entregam à obra que lhes é designada não somente serão uma bênção a outros, como hão de ser eles próprios abençoados. A consciência do dever bem cumprido exercerá uma influência reflexa sobre sua própria alma. O acabrunhado esquecerá seu acabrunhamento, o fraco se tornará forte, o ignorante inteligente, e todos encontrarão um infalível auxiliador nAquele que os chamou.

(A Ciência do Bom Viver Ellen G. White)

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