23.12.2011

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

 

Esta criança é posta para queda e elevação de muitos em Israel, para ser alvo de contradição, e para que se manifestem os pensamentos de muitos corações.

Lucas 2:34

Para Refletir…

…humildes adoradores não haviam estudado em vão as profecias. Mas os que ocupavam posições de príncipes e sacerdotes em Israel, conquanto tivessem igualmente diante de si as preciosas declarações dos profetas, não estavam andando no caminho do Senhor, e seus olhos não se achavam abertos para contemplar a Luz da vida.

Assim é ainda. Acontecimentos nos quais a atenção de todo o Céu se acha concentrada, não são discernidos, sua ocorrência passa despercebida pelos guias religiosos e os adoradores na casa de Deus. Os homens reconhecem Cristo na História, ao passo que se desviam do Cristo vivo. Cristo em Sua Palavra, convidando ao sacrifício, no pobre e sofredor que implora auxílio, na causa justa que envolve pobreza e fadiga e censuras, nestas coisas Ele não é hoje mais prontamente recebido do que o foi mil e novecentos anos atrás. (…)

Pela vida e morte de Cristo, também os pensamentos dos homens são trazidos à luz. Da manjedoura à cruz, a vida do Salvador foi um convite à entrega, e à participação no sofrimento. Revelou o desígnio dos homens. Jesus veio com a verdade do Céu, e todos quantos ouviam a voz do Espírito Santo foram atraídos a Ele. Os adoradores do próprio eu pertenciam ao reino de Satanás. Em sua atitude em relação a Cristo, todos manifestariam de que lado se achavam. E assim todos passam sobre si mesmos o julgamento.

No dia do juízo final, toda alma perdida compreenderá a natureza de sua rejeição da verdade. A cruz será apresentada, e sua real significação será vista por todo espírito que foi cegado pela transgressão. Ante a visão do Calvário com sua misteriosa Vítima, achar-se-ão condenados os pecadores. Toda falsa desculpa será banida. A apostasia humana aparecerá em seu odioso caráter. Os homens verão o que foi sua escolha. Toda questão de verdade e de erro, na longa controvérsia, terá então sido esclarecida. No juízo do Universo, Deus ficará isento de culpa pela existência ou continuação do mal. Será demonstrado que os decretos divinos não são cúmplices do pecado. Não havia defeito no governo de Deus, nenhum motivo de desafeto. Quando os pensamentos de todos os corações forem revelados, tanto os leais como os rebeldes se unirão em declarar: “Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem Te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o Teu nome?… Porque os Teus juízos são manifestos.” Apoc. 15:3 e 4.

 (O Desejado de Todas as Nações Ellen G. White)

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