09.08.2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

 

Compadecer-me-ei de quem me compadecer e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece.

Romanos 9:15-16

Para Refletir…

Adão e Eva persuadiram-se de que, de questão tão insignificante como fosse comer do fruto proibido, não poderiam resultar tão terríveis conseqüências como as de que Deus os avisara. Mas essa questão insignificante constituía uma transgressão da imutável e santa lei divina, e separou o homem de Deus, abrindo os diques da morte e trazendo sobre o mundo misérias indizíveis. Século após século tem subido da Terra um contínuo grito de lamento, e toda criação geme aflita, em resultado da desobediência do homem. O próprio Céu sentiu os efeitos de sua rebelião contra Deus. O Calvário aí está como um monumento do estupendo sacrifício exigido para expiar a transgressão da lei divina. Não consideremos o pecado coisa trivial.

Cada ato de transgressão, cada negligência ou rejeição da graça de Cristo, recai sobre vós mesmos; endurece o coração, deprava a vontade, entorpece o entendimento, tornando-vos não só menos inclinados a ceder à terna súplica do Santo Espírito de Deus, como também menos capazes de o fazer.

Muitos tranqüilizam a consciência perturbada, com o pensamento de que poderão mudar o seu ímpio procedimento quando bem o quiserem; que podem acolher levianamente o convite da misericórdia e, contudo, não deixar de serem impressionados repetidamente. Julgam que, depois de haverem desprezado o Espírito da graça, depois de haverem posto sua influência do lado de Satanás, em um momento de terrível aflição poderão mudar sua vida. Mas isto não é tão fácil. A experiência, a educação de toda uma vida moldou o caráter de tal maneira que poucos há que então desejam receber a imagem de Jesus. (…)

Cristo está pronto para libertar-nos do pecado, mas não força a vontade; e se pela persistente transgressão a própria vontade estiver inteiramente inclinada ao mal, e não desejarmos ser libertados, não querendo aceitar a Sua graça, que mais poderá Ele fazer? Nós mesmos nos destruímos, por nossa deliberada rejeição de Seu amor.

(Caminho a Cristo Ellen G. White)

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