01.04.2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011
 

Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.

João 8:12

Para Refletir…

 

Na manifestação de Deus a Seu povo, a luz fora sempre um símbolo de Sua presença. À ordem da palavra criadora, no princípio, a luz brilhara das trevas. Estivera velada na coluna de nuvens de dia, e na de fogo à noite, conduzindo os vastos exércitos de Israel. Resplandecera com terrível majestade em volta do Senhor, no Monte Sinai. Repousava sobre o propiciatório no tabernáculo. Enchera o templo de Salomão, ao ser dedicado. Nas colinas de Belém, quando os anjos trouxeram a mensagem de redenção aos pastores de vigia, brilhara a luz.

Deus é luz; e nas palavras: “Eu sou a luz do mundo”, Cristo declarou Sua unidade com Deus e Sua relação para com toda a família humana. Fora Ele que, no princípio, fizera com que “das trevas resplandecesse a luz.” II Cor. 4:6. Ele é a luz do Sol, e da Lua, e das estrelas. Era Ele a luz espiritual que, em símbolo e tipo e profecia, brilhara sobre Israel. Mas não somente para a nação judaica fora dada essa luz. Como os raios solares penetram até aos mais afastados recantos da Terra, assim a luz do Sol da Justiça resplandece sobre toda alma.

(O Desejado de Todas as Nações Ellen G. White).

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