La Musica Profona Invade Y Contamina La Iglesia Adventista Del Septimo Dia

Vídeo: Pr. Stephen Bohr

Discernimento

Cada moeda apresenta duas faces. Numa delas normalmente aparece um “figurão”; na outra, o valor da moeda.

Estas duas faces representam dois pontos de vista diferentes. Quem vê um lado, normalmente não está vendo o outro. Quem está olhando para a cara da moeda fica ponderando na importância do individuo, e no que fez para ali estar. Não esta se preocupando muito com o valor real da moeda. Quem esta olhando a coroa da moeda se conscientiza do valor que a moeda tem e não está impressionado com quem esteja por detrás.

Este fato é uma boa ilustração das práticas e trabalhos religiosos e espirituais. Pode acontecer que a ênfase e o enfoque recaiam sobre o lado humano, sobre o ponto de vista humano. Contudo o valor real do que se faz é mais corretamente avaliado pelo ponto de vista divino. Assim, as duas moedinhas da viúva valiam mais, à vista de Deus, do que todo o dinheiro dos exibidos.

Jesus tinha discernimento para distinguir o que tinha valor. Era Sua visão do ponto de vista divino, que penetrava os intuitos do coração, os motivos e sentimentos que norteavam as ações, que Lhe dava discernimento. Apenas o Espírito de Deus pode capacitar os homens a terem esta visão, mas para isto os homens devem estar dispostos a abandonar seu ponto de vista, se for contrário.

Assim, por exemplo, um obreiro deve estar disposto a abandonar o ponto de vista humano dos seus relatórios de construções, crescimento numérico, aquisições materiais, etc., para considerar sua influência real na salvação das pessoas, que é o ponto de vista divino.

Com a música na igreja dá-se o mesmo. Apenas tem valor real aquilo que o ponto de vista divino valoriza. Deus não está olhando tanto para aquilo que faz mais sucesso entre o povo, nem para o que rende mais dinheiro, nem para o que aos olhos humanos pareça mais encantador, como para o que é de acordo com Suas orientações e, por isso mesmo, mais eficaz para a salvação.

Não é, portanto, suficiente crer que o Espírito Santo esteja inspirando tudo o que se faz em matéria de música religiosa; se não estiver de acordo com as instruções divinas, não será absolutamente resultado da inspiração do Espírito. É fácil ver, então, que qualquer pessoa que queira ter discernimento deve procurar conhecer tudo o que for possível da luz que Deus já derramou, e passar a olhar as coisas como Deus as olha. O Espírito de Deus guiará a toda a verdade estas pessoas bem intencionadas.

Passou muita da hora de, como Igreja e indivíduos, humilharmo-nos diante de Deus, rogando Seu colírio para aclarar nossa visão obscurecida.

Livro: Música, Adventismo e Eternidade – Capítulo VII (p. 63-63)

(Por: Pr. Dario Pires de Araújo)

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O Poder Oculto da Música

“Em conclusão, podemos dizer que, até agora, no que concerne ao corpo físico, a noção de que a música não exerce efeito algum sobre o homem, ou de que ela é inofensiva, deve ser posta de lado por ser totalmente errônea” (pg. 151).

Você sabia que um dos importantes resultados da investigação científica sobre os efeitos das ondas sonoras no cérebro humano é a descoberta de que a música inicialmente estimula as áreas responsáveis pelas emoções, e depois é que ela é percebida pelas áreas responsáveis pelo raciocínio?

Você sabia que esta descoberta científica propiciou a terapia através da música (musicoterapia) e que tem mostrado ser eficaz no tratamento de pacientes mentalmente enfermos?

Você sabia que em muitos casos a musicoterapia é o único canal de acesso para o tratamento de certas doenças mentais, porque determinadas áreas do cérebro humano só são alcançadas pela música e não por palavras?

Seguem abaixo trechos selecionados do livro citado para uma melhor compreensão deste assunto:

“É difícil encontrar uma única fração do corpo que não sofra a influência dos tons musicais. As raízes dos nervos auditivos estão mais amplamente distribuídas e possuem conexões mais extensas que as de quaisquer outros nervos do corpo [….]. Mostrou a investigação que a música influi na digestão, nas secreções internas, na circulação, na nutrição e na respiração. Verificou-se que até as redes nervosas do cérebro são sensíveis aos princípios harmônicos” (pg. 147).

“Vemos, portanto, que a música afeta o corpo de duas maneiras distintas: diretamente, como o efeito do som sobre as células e os órgãos, e indiretamente, agindo sobre as emoções, que, depois, por seu turno, influenciam numerosos processos corporais. Como indica o efeito indireto dos tons sobre a laringe, as melodias provocam a ocorrência de uma longa história de tensões e relaxações em muitas partes do corpo. Se o músico estiver tocando o seu instrumento, poder-se-á dizer também que ele está “tocando” o corpo e a mente do público” (pg. 147).

 “O fato de o ritmo nos agitar ou acalmar parece depender, em primeiro lugar, da maneira com que a frequência de suas batidas se relaciona com a pulsação cardíaca normal de 65-80 batimentos por minuto [….]. Os ritmos acelerados elevam o ritmo das pulsações do coração e, portanto, elevam a excitação emocional” (pg. 149).

“Os vários povos do passado concordavam de forma impressionante em seus pontos de vista sobre a música. Nenhum deles a concebia tal como hoje se concebe, como sendo apenas uma forma intangível de arte de escassa importância prática” (pg. 17).

A partir do registro bíblico no Antigo Testamento, capítulo 16 de I Samuel, é oportuno fazer uma reflexão sobre o versículo 23:

“Quando o espírito mau da parte de Deus vinha sobre Saul, Davi pegava a harpa e a dedilhava; então Saul sentia alívio e ficava melhor, e o espírito mau se retirava dele”.

Livro: No Templo Cristão (p. 23-26)

Autor: David Tame

Davi d Tame – Musicólogo cuja atividade é o estudo científico da música, pois a música é ao mesmo tempo arte e ciência. Um dos objetivos de seu trabalho é analisar os complexos desdobramentos da atividade musical, abordando sobre suas implicações sociais e ideológicas.

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Sobre Silvio L. Marcelino

Cristão (Adventista do Sétimo Dia). Tecnólogo em Marketing, Licenciado em História - Atualmente atua como Professor de História.
Esse post foi publicado em Ciência e Religião, Comportamento, Curiosidades, Louvor, Mal Testemunho, Música, Vídeo. Bookmark o link permanente.

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