Líder Evangélico visita Papa e anuncia que “Ecumenismo vai Avançar”

Presidente da Igreja Evangélica da Alemanha felicitou o novo pontífice.

O Papa Francisco recebeu ontem (8) Nikolaus Schneider, o presidente da Igreja Evangélica da Alemanha, sua esposa e uma comitiva em uma audiência privada. É a primeira desse tipo desde que o novo pontífice assumiu.

Segundo o porta-voz da Santa Sé, Frederico Lombardi: “o encontro foi extremamente frutuoso e significativo do objetivo ecumênico que também neste pontificado se leva por diante sem incertezas”.

Schneider cumprimentou o Papa pela sua eleição e afirmou ser “entusiasmante” a escolha do nome Francisco, pois lembra “um santo que fala verdadeiramente a todos os cristãos”. Schneider e o Papa falaram sobre o “valor do ecumenismo dos mártires”, recordando o sofrimento dos fiéis de várias confissões cristãs que morreram durante o regime nazista. “O sangue derramado dos mártires é algo que une profundamente as diferentes confissões cristãs no testemunho comum por Cristo”.

Em 2017, a Igreja Luterana irá comemorar os 500 anos da Reforma Protestante, que gerou a separação dos evangélicos de Roma. Schneider ressaltou que será um momento extremamente importante para a Igreja evangélica. Ambos falaram sobre os avanços no ecumenismo e nas relações entre a Igreja Católica e a tradição da Reforma.

Foi lembrada também a visita de Bento 16 a Erfurt, Alemanha, em 2011, quando o agora papa emérito se reuniu com representantes do Conselho da Igreja Evangélica Alemã no antigo convento dos Agostinhos, onde viveu Martinho Lutero (1483-1546) antes de iniciar a Reforma.

Fonte: Gospel Prime

Nota: Onde o elo havia se rompido, esta sendo novamente reatado! A igreja da Alemanha, estende as mãos ao papado, rejeitando, tudo que Lutero fez em prol da verdade bíblica.

“Os que receberam as grandes bênçãos da Reforma não foram avante na trilha tão nobremente aberta por Lutero. Poucos homens fiéis levantaram-se, de tempos em tempos, para proclamar novas verdades e expor erros longamente acariciados, mas a maioria, como os judeus nos dias de Cristo, ou os papistas no tempo de Lutero, estava satisfeita em crer como creram seus pais e viver como eles viveram. Dessa maneira, novamente a religião degenerou em formalismo; e erros e superstições que teriam sido postos de lado, tivesse a igreja continuado a andar na luz da Palavra de Deus, foram retidos e acalentados. Assim, o espírito inspirado pela Reformagradualmente morreu, até que houve quase tão grande necessidade de reforma nas igrejas protestantes, como na Igreja de Roma, no tempo de Lutero. Havia o mesmo estupor espiritual, o mesmo respeito pelas opiniões humanas, o mesmo espírito de mundanismo, e a mesma substituição dos ensinamentos da Palavra de Deus por teorias humanas. O orgulho e a extravagância eram nutridos à guisa de religião. As igrejas tornaram-se corrompidas, através de suas alianças com o mundo. Assim, se degradaram os grandes princípios, pelos quais Lutero e seus fiéis colaboradores tanto fizeram e sofreram. 

Quando Satanás viu que falhara em esmagar a verdade pela perseguição, de novo recorreu ao mesmo plano de comprometimento que havia conduzido à grande apostasia e à formação da Igreja de Roma. Induziu os cristãos a fazerem alianças, agora, não mais com pagãos, mas com os que, por sua adoração ao deus deste mundo, provavam-se igualmente idólatras. 

Satanás não podia mais retirar a Bíblia do povo; ela fora colocada ao alcance de todos. Porém, levou milhares a aceitarem falsas interpretações e teorias errôneas, sem examinarem as Escrituras, a fim de aprender a verdade por si mesmos. Ele havia corrompido as doutrinas da Bíblia, e as tradições que iam arruinar milhões de pessoas estavam aprofundando as raízes. A igreja estava encorajando e defendendo estas tradições, em vez de contender pela fé que uma vez foi entregue aos santos. E enquanto inteiramente inconscientes de sua condição e perigo, a igreja e o mundo aproximavam-se rapidamente do mais solene e momentoso período da história do mundo – o período da revelação do Filho do homem.”

História da Redenção – Ellen G. White

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Sobre Silvio L. Marcelino

Cristão (Adventista do Sétimo Dia). Tecnólogo em Marketing, Licenciado em História - Atualmente atua como Professor de História.
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