IASD da Califórnia Transformam Seus Cultos Cm casa de Show

“A igreja passou para o mundo, transgredindo a lei, quando o mundo devia passar para a igreja na obediência da mesma. Diariamente a igreja se está convertendo ao mundo.” Parábolas de Jesus, págs. 315 e 316.

Este vídeo é uma matéria da Rede Tv onde mostra uma igreja adventista que transfonou seus cultos em uma forma de casa de shows para atrais mais jovens.

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Vaticano Propõe Criar Um Governo Mundial Para Enfrentar A Crise Econômica

O Pontifício Conselho do Vaticano “Justiça e Paz”, presidido pelo Cardeal Peter Turkson(foto), propôs a criação de uma autoridade política mundial e um banco central mundial para promover “mercados livres e estável, disciplinado por um quadro jurídico adequado” vs a atual crise financeira e econômica.

Conforme explicado pela Congregação do Vaticano, a Autoridade deve ter um“horizonte global” servir “o bem comum”, embora essa autoridade afirmou que “não pode ser imposta pela força, mas a expressão de consentimento livre e compartilhada” entre os países. “O exercício de tal autoridade deve ser necessariamente super-partes”, disse o comunicado divulgado pela Rádio Vaticano.

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Assim, o Vaticano sublinhou que os governos “não devem servir a autoridade mundial incondicionalmente”, mas ao contrário, essa autoridade  “que deve ser posta ao serviço de todos os países-membros ao abrigo do princípio da subsidiariedade “.

O Vaticano afirmou que o objetivo desta autoridade é “criar mercados eficientes e eficazes que não são protegidos por políticas nacionais paternalista” e “promover uma distribuição eqüitativa da riqueza global” através de “novas formas de solidariedade fiscal global.”

No entanto, o Vaticano afirmou que “ainda há um longo caminho a percorrer antes de criar uma entidade pública com competência universal”, mas ressaltou que vai levar “uma prática anterior do multilateralismo.” Como indicado, a Organização das Nações Unidas seria responsável por criar esta autoridade global.

BANCO CENTRAL GLOBAL

Além disso, a Congregação do Vaticano sublinhou que a economia “precisa de ética para funcionar corretamente”, e também recuperar “o primado do espiritual e ética” e “medidas de tributação das transações financeiras por meio de compartilhamento justo” para contribuir “para a constituição de um estoque global e manter as economias dos países atingidos pela crise.”

Portanto, o Vaticano pediu para proceder à reforma do “sistema monetário internacional” dar vida “a uma forma de controle monetário global” e salientou que o Fundo Monetário Internacional (FMI) “perdeu sua capacidade de garantir estabilidade financeira global. ”

Assim, a Santa Sé afirmou que uma agência é necessária para desempenhar as funções de “um banco central mundial para regular mudanças no sistema monetário” e regular as atividades de “bancos e finanças.”

Explica a nota da Congregação, a comunidade internacional deve criar um órgão legislativo “e regras mínimas compartilhadas” para gerenciar “o mercado financeiro global.” Com Informações de InforGospel.

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Papas Bento e Francisco Recomendam Livro Sobre Anticristo

Conforme matéria publicada no site católico Aleteia, os papas Bento 16 e Francisco recomendaram a leitura de um livro publicado em 1907, de autoria de Robert Hugh Benson. Segundo o site, trata-se de uma espécie de novela apocalíptica sombria, que pouca atenção recebeu desde sua publicação. Mas isso está mudando, já que o papa Francisco recomendou a leitura desse livro em 2013 e voltou a indicá-lo no ano passado. Francisco resumiu o livro, que no original tem como título Lord of the World, dizendo que ele apresenta uma “globalização da uniformidade hegemônica”. Aleteia lembra que o então cardeal Joseph Ratzinger, depois papa Bento 16, também tinha chamado a atenção, durante um discurso em Milão em 1992, para o universalismo descrito em O Senhor do Mundo.

“O mundo descrito por Benson é estranhamente semelhante ao nosso: sistemas de locomoção e de comunicação rápidos, armas de destruição em massa e uma visão materialista que nega o sobrenatural e cultiva a pretensão de elevar a humanidade ao mais alto nível. De alguma forma, O Senhor do Mundo é mais atual hoje do que quando Benson o escreveu, no início do século 20”, descreve a matéria.

Mas o trecho que mais me chama a atenção no texto do site é este: “A história do livro é da ascensão do anticristo ao poder mundial, primeiro na pessoa do enigmático Julian Felsenburgh, um misterioso senador norte-americano que assume importância mundial ao negociar uma paz global longamente desejada. Toda oposição a Felsenburgh e à ordem mundial que ele guia desaparece: as nações pedem que Felsenburgh seja o seu líder; ele recebe aclamações em massa. Os únicos que se mantêm na oposição são poucos membros da paróquia guiada pelo padre Percy Franklin, que acaba sendo eleito papa Silvestre III e que parece muito semelhante a Felsenburgh.”

A ideia do livro é a de que um mundo que nega o sobrenatural não deixa de ser influenciado por forças sobrenaturais, mas se torna cego a essas influências, perdendo a capacidade de reconhecer “o espírito do anticristo presente no mundo”.

“Um mundo que não consegue reconhecer o sobrenatural, um mundo que tenta elevar a humanidade ao mais alto nível sem Deus é um mundo em que o anticristo pode entrar e agir com mais facilidade”, diz também o texto. No fim, Felsenburgh e o papa Silvestre se encontram numa batalha cataclísmica entre o bem e o mal.

E se o “espírito do anticristo” não estiver presente no “mundo”? Se não se tratar de secularismo, mas, sim, de carisma religioso? E se o anticristo, diferentemente do que apresenta o livro de Benson, não se tratar de uma figura unicamente política, mas for um personagem carismático, religioso, aparentemente tolerante, insuspeito e capaz de unir o mundo com muito mais eficácia do que o fictício Felsenburgh?

A Bíblia é muito clara em descrever o anticristo e apresentar suas características, e ele não tem nada de secular: (1) ele apresenta um “evangelho diferente” (2Co 11:4, 13-15), ou seja, prega dogmas em lugar de doutrinas bíblicas; ensina conceitos pagãos em lugar das verdades do Evangelho; (2) opõe-se a Cristo (por isso “anticristo”), mas quer, na verdade, usurpar o lugar de Cristo, aceitando adoração, assumindo prerrogativas divinas como o poder de perdoar pecados; querendo, inclusive, sentar-se no santuário de Deus (2Ts 2:3, 4). Resumindo, para ser anticristo, essa figura tem que ser contra Cristo, mas se parecer com Ele. E, para ser assim, essa figura obrigatoriamente tem que ser religiosa.

Apontar para o secularismo e para uma enigmática figura política ateia é desviar o foco da verdadeira questão. É, na verdade, uma atitude muito conveniente e até esperada. A semelhança com obras evangélicas como Deixados Para Trás também é evidente, numa valorização da interpretação futurista das profecias apocalípticas, em oposição à visão historicista segundo a qual o anticristo se trata de uma instituição e já age neste planeta há algum tempo.

Sim, é fácil para o diabo agir num mundo que não acredita que ele exista, assim como é fácil para o anticristo agir quando ninguém suspeita de quem ele seja.

Finalmente, um detalhe mais precisa ser destacado: o autor do livro, Robert Hugh Benson, foi um clérigo anglicano que se converteu em sacerdote católico. Portanto, mais um motivo para os papas gostarem dele.

Michelson Borges

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“Não Veja Esse Filme no Cinema”

“A Bruxa”, terror independente de Robert Eggers, está recebendo um hype dos infernos. Previsto para estrear no Brasil, no dia 3 de março, o longa vem reunindo opiniões polarizadoras, mas que sempre concordam em um ponto: ele dá medo como nenhum filme de terror antes já deu. Stephen King, mestre do gênero, foi uma das vítimas, e o que dizer então de Marcelo Milici?, um importante redator do “Boca do Inferno”, maior portal de notícias de horror do país, que avisou de forma séria: “Não vá ver esse filme no cinema.” Em nova resenha, Milici nem se deu ao trabalho de ser indireto e disse que o filme não é para quem está acostumado com o enredo prático e oportunista de filmes como “A Invocação do Mal”, e que se ele, cinéfilo especialista, ficou aterrorizado, não sabe qual será o destino dos curiosos que estão buscando só assistir a mais um filme de terror simples: “Se o cinema é um espaço para você conversar com os amigos e namorar, não veja ‘A Bruxa’. Não vai haver oportunidades para piadinhas ou comentários bobos e suas mãos estarão muito suadas para segurar a da(o) companheira(o). Sessões lotadas trarão inconvenientes, desde aquele babaca do celular ou aqueles que se mostram sabidos demais para o que está sendo exibido, e eles usarão tais artifícios como válvula de escape para atenuar o medo. E ele estará ali, acompanhando-os o tempo todo.”

(Portal Famosos)

Nota: Imagino que essa advertência será justamente o que levará muitos curiosos aos cinemas, do jeito que o diabo gosta! A verdade é que, para um cristão, qualquer filme de terror é objetável, ainda que seja visto na tela de sua sala de estar. Quando tinha 15 anos, Will Baron resolveu assistir no cinema ao filme de terror e ocultismo “The Devil Rides Out”. Embora tivesse nascido num lar cristão, ele diz que o filme foi a porta de entrada ao mundo do misticismo e do ocultismo, no qual ele afundou completamente e depois foi resgatado por Deus. Ele conta o seguinte: “Sentado em profunda introspecção, enquanto recordava nitidamente as cenas do filme, percebi horrorizado que algo sutil e sinistro aconteceu enquanto me encontrava no cinema. A poderosa semente do fascínio pelo mundo oculto e místico havia sido plantada em minha mente. A semente não germinou durante anos. Mas estava profundamente enraizada e me levou gradualmente ao cativante mundo do misticismo e do ocultismo” (Enganado Pela Nova Era, p. 212).

Coisas estranhas aconteceram durante a produção de alguns filmes de terror. O diretor Roman Polanski recebeu ameaças de morte por levar ao cinema um filme sobre o anticristo. O compositor da trilha sonora morreu com um coágulo no cérebro, exatamente como o personagem do filme. A mulher de Polanski estava grávida de oito meses quando foi brutalmente assassinada pelo psicopata Charles Manson. O prédio em que o filme foi filmado é o mesmo em que John Lennon foi assassinado. Seriam apenas coincidências?

Sete atores do filme “Poltergeist” morreram de forma sofrida ou violenta, e a casa em que o primeiro filme foi gravado foi praticamente destruída num terremoto, em 1994. E tem também as “13 maldições do filme O Exorcista”.

Fiquemos com apenas esses três exemplos. Agora imagine o que pode acontecer com a vida (e a mente) de uma pessoa que sabe o que está por trás dessas coisas, que sabe quem é o verdadeiro autor da mentira da vida imediata após a morte, dos espíritos, dos zumbis, das bruxas, da magia, etc., e, mesmo assim, se “diverte” assistindo a essas coisas. Na verdade, está se submetendo ao que não deve.

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A Revolta do Shortinho e a Geração Z

[…] A notícia que mais teve respaldo e gerou memes e discussões nas redes sociais (e, portanto, nos portais de notícia) a respeito da educação brasileira nesta semana: alunas do colégio Anchieta, um dos mais antigos (e caros) de Porto Alegre, fizeram uma mobilização, com ato, demonstração e petição online, pelo direito de usar shortinho quando forem para as aulas. O colégio é gerido pela Igreja. Os pais de alunos (e os alunos que desejam ter aquela educação) assinam um contrato que prevê as normas de conduta do colégio. Todas as salas de aula possuem ar condicionado. Não mais que de repente, as alunas se revoltam com o código de vestimenta sugerido por 99 em cada 100 escolas e exigem um passe livre para se vestirem “como quiserem”. Dez meninos também aderiram à campanha, e fizeram também um ato de shortinho em apoio às meninas de shortinho, o que foi fato sobejante para nova notícia. Seu argumento era de que “isso mostra que por trás de toda questão do shorts tem muitas outras, como a luta pela igualdade de gênero e os direitos das pessoas, em usar o que bem entenderem”. Não foram vistos meninos usando fio-dental no cofrinho em apoio às meninas, mas talvez não se deva esperar que isso não aconteça.

As moças das pernocas de fora ganharam o noticiário nacional. A merenda às vezes é comentada en passant. O resultado pífio em Português e Matemática, praticamente nunca.

O evento das pernas, chamado de “Vai ter shortinho, sim”, disfarça pouco em sua página o seu viés político. O Canal da Direita mostrou que a principal articuladora do grupo faz parte do Juntos!, o “coletivo” de atuação pré-adolescente do PSOL, e atuou com afinco na campanha de Luciana Genro. Por que isso não surpreende ninguém, e por que há a necessidade de sempre haver um partido socialista em qualquer algazarra e ziriguidum por mero prazer neste país?

O linguajar do evento é de um pobrismo repapagaiador de todos os clichês que possam caber em um cartaz e num par de pernas juvenis. Fala-se, obviamente, em “machismo”, em “respeito” a roupas (um conceito difícil de ser trabalhado pela metafísica ocidental), em não culpar as mulheres por estupros, em dizer que se alguém deseja as pernas de uma mulher, é um pensamento “machista”.

Já analisamos como esses pensamentos prontos são pré-linguísticos, símbolos de obediência imediata no falar corrente de uma época (se a palavra “machismo” assusta, basta-se pensar em “nazismo”, “câncer” ou “ditadura”, ou em palavras que já tiveram peso semelhante no passado, como “comunismo”, “aids” ou “lepra”).

Se a moda suprema, a forte corrente a levar a multidão irracionalmente hoje é o feminismo, apenas a ideia de associar algo a feminismo gera adesão imediata e pré-consciente, tal como associar qualquer coisa a machismo torna aquilo tão execrável que qualquer forma de repúdio, a mais revolucionária, irrefletida, violenta ou desequilibrada se torna válida, justa e desejável – os argumentos virão a posteriori.

É este hoje o grande dilema do Ocidente: não mais enfrentar o Exército Vermelho e seus estupros, não ser um dos povos europeus ou americanos a enfrentar o nazismo mesmo não sendo judeus, não enfrentar fome, frio terrível, derrubar lenha, caçar o próprio alimento, enfrentar bárbaros e bandoleiros. Somos já uma civilização assentada – tão assentada e tão opulenta com a produção de riqueza capitalista para as massas que já ignoramos os fundamentos dessa própria civilização. Cremos que tudo o que é civilizacional é natural – a geladeira, o alimento pronto, o ar condicionado, os prédios, a internet, a polícia e as viagens transcontinentais.

Somos o que Ortega y Gasset, no indispensável A Rebelião das Massas, chama de homem-massa: homens divorciados de alguma noção de continuidade histórica que, independentemente de sua “classe” social, acreditam que um computador ou um carro são objetos da natureza que surgem das árvores, e seu grande heroísmo é apenas exigi-los de alguém.

O homem-massa é, por definição, um ser urbano, das cidades cheias, apinhadas. É nelas em que a civilização atinge seu zênite: há não apenas casas e prédios, mas shoppings, museus, escolas, policiais e toda uma infraestrutura desenhada por outros homens para satisfazer e deleitar seus moradores – o que Olivier Mongin já tão bem definiu em seu ensaio A Condição Urbana.

Sem nenhuma aventura violenta cotidiana, exigindo ritos de passagem e valores como virilidade e força física a separar futuros sobreviventes das presas fáceis do ambiente, resta ao homem-massa, que pode ser um sindicalista ou um médico, um intelectual doutor ou meninas adolescentes de shortinho, apenas sair exigindo “direitos” e vociferando slogans feitos para serem repetidos roboticamente em massa (anteriormente de megafones, hoje de blogs, páginas de Facebook e coletivos do PSOL).

Mesmo um pobre urbano hoje desfruta de luxos, confortos e estofamentos da civilização que um rei ou nobre de poucos séculos atrás não poderia nem imaginar (estude-se a história das privadas).

Para disfarçar esse comodismo, o herói adolescente e o intelectual de 140 caracteres fazem analogias, considerando que o uniforme do colégio é o equivalente aos porões da ditadura, que fazer uma página na internet e receber xingamentos é equiparável a enfrentar as tropas nazistas, que segurar um cartaz e “exigir seus direitos” de usar uma roupa curta para paquerar os meninos num colégio caríssimo é o mesmo que vencer o Estado Islâmico.

E, rapidamente, passam a crer que a analogia não é mais analogia, mas que existem mesmo ditadores, nazistas e terroristas ao nosso redor, e esses carrascos é que impedem nosso hedonismo adolescente. Pergunte à Márcia Tiburi.

Essa é a tal “geração Z”, de que falou recentemente a revista Veja em sua capa: uma geração que não tem mais o que fazer. Não tem contra o que lutar. Não lhes falta nada em suas economias. Não são sequer feios, pobres ou “oprimidos” e “explorados”. É uma geração tão almofadada pela civilização que até quando caía de bicicleta ao redor da piscina no condomínio era curada com Merthiolate que não arde.

Que heroísmo, que conquista individual, que missão e vocação podem ter essas pós-crianças? O melhor é apelar para abstrações de definições escorregadias como “machismo”, e ter como causa, como Leitmotiv da primeira fama da vida, uma briguinha para poder mostrar as pernas e xingar de machista o colégio católico em que estudam e seus pais pagam uma fortuna para tal.

A geração Z é uma vida a passeio. Uma vida sem glórias além de conflitos tão profundos, existenciais e exigentes quanto os diálogos de Malhação. É apenas busca por prazer, sem ter nada com que se preocupar. Uma êta vida besta, meu Deus, que trata o hedonismo, o jardim de Epicuro e a banalidade como questão mais urgente da vida e da realidade.

É uma vida de luxo e conforto nunca antes vistos na história mundial, mas que precisa se escorar em bodes expiatórios como chamar de “imposição machista da sociedade patriarcal” a proibição de shortinhos curtos num ambiente escolar. Ou tanta macaqueação com “minorias” como transexuais (que não representam 1% da população). As escolas sem merenda, novamente, só merecem atenção quando forem geridas por adversários do PSOL.

A escola dos shortinhos é aquela caríssima, diferente das estatais caindo aos pedaços. É a escola onde essas filhas da elite estão por preparação para uma vida mais confortável ainda, como futuras advogadas, médicas, economistas. Nenhuma profissão com o “direito” de se vestir “como quiser”. A única profissão em que isso é liberado não é exatamente o sonho de nenhuma delas.

Tudo o que as abstrações do PSOL compradas pela geração Z (como mostra a Revolta do Shortinho, rigorosamente indiscerníveis dos conflitos profundos do elenco de Malhação) conseguem fazer é transformar uma birra adolescente, um detalhe chato da vida, numa discussão bizantina sobre “não se julgar o caráter pela roupa” ou as velhas e nonagenárias analogias com estupro.

A geração Z é a geração que ficou mais fanática do que nossas vovós. Com a proposta de “respeito”, só quer impor hedonismo oco de significado além de firula adolescente. Com a proposta de “diversidade”, só quer que todos pensem igualmente, sem discordância para não “ofender”. Com a proposta de “progresso”, só destrói tudo o que garante seu conforto em troca de um prazerzinho momentâneo, sem nunca atentar para o quanto fazem os pais chorarem no banho enquanto se tornam pessoas sem futuro.

Pior: ao crer ser revoltada e futurista, apenas repete um discurso comodista e mais cafona do que uma pochete. Ao crer provocar polêmica e discussão, apenas ativa tédio e bocejos. É a reprise do Mocotó.

(Senso Incomum)


Comentário de Marina Garner Assis:
“Interessante esse debate no ambiente escolar surgir na semana em que visitamos pela primeira vez uma escola no interior da Índia. Depois de dar aula em escolas no Brasil por quatro anos, só posso concluir o seguinte depois daquela manhã: somos mimados. Somos tão bombardeados com o conforto e a liberdade, que ela nos estraga. O que tanto nos vangloriamos no Ocidente é visto com reprovação no Oriente. Aqui, liberdade você ganha por mérito, não é um direito inerente. Enquanto crianças de 12 anos estão lutando pelo direito de usar um shortinho para mostrar as pernas precocemente depiladas e inadequadamente bombadas na academia, aqui na Índia meninas de 12 anos têm prazer de cobrir a cabeça durante as orações, e cobrir o corpo para que a única coisa valorizada seja o cérebro. Meninas e meninos vão para o colégio da forma como eles querem ir para o escritório daqui a alguns anos.

“Dou um motivo para você reclamar da educação brasileira, se é isso que precisamos. Nunca vi em minha vida crianças tão alegres, atenciosas e disciplinadas como aqui na Índia. Então, se é para reclamar, reclame que não somos mais como eles. Que não valorizamos a educação como deveríamos. Que não vemos a utilidade do professor, de um livro, de respeito, de disciplina, de conhecimento novo. Que colocamos roupagem política em questões que sustentem a nossa própria vaidade.“Você reclama de escolas denominacionais obrigarem a oração que, no fim das contas, é feita de qualquer jeito para que o momento tenso em que você escuta as crianças rindo durante uma conversa com Deus acabe logo? Pois aqui a oração é feita por todos, em alto e bom som, com um respeito invejável. Você reclama do uniforme exigido pela escola e faz de tudo para que, quem sabe com alguns cortes e coloração, ele seja um pouco mais aceitável para os seus padrões de moda? Pois aqui o uniforme é muitas vezes a única roupa decente que as crianças possuem. Você reclama de ter que ficar enfurnado dentro de uma sala de aula com cadeiras estofadas e ar condicionado? Pois aqui a sala é tão escura e a falta de luz tão comum ou é tão quente, que o melhor mesmo é sentar do lado de fora e escrever com o caderno no colo. Você, professor, reclama da sala dos professores ou da quantidade de alunos na turma? A maioria das turmas aqui tem mais de 60 alunos e a sala dos professores é preferencialmente uma mesa no pátio do colégio. Você reclama que a cantina da sua escola não pode vender Coca-Cola ou qualquer outro refrigerante, e a variedade se restringe apenas a pizza, sanduíches, xis, folheados, pasteis e chocolates e balas? Aqui o almoço é arroz, lentilha e pão. TODOS os dias. Você reclama de ter que ir pra escola todos os dias e prefere dar uma escapada para o shopping pra matar aula? Pois aqui os alunos matam aula também, mas é porque a família é tão pobre que precisa que os filhos trabalhem por alguns dias e não vão à aula. Você reclama que a autoridade do professor é desnecessária e que o ‘bom professor’ é aquele que deixa fazer bagunça e dá ‘aula livre’? Aqui, quando o professor entra, todos os alunos levantam de uma vez e o cumprimentam em uníssono, apenas sentando novamente quando é permitido. A aula, desse momento em diante, é preenchida com respeito e tranquilidade.

“Fique triste por você não poder usar shortinho, enquanto eu me lamento aqui por talvez nunca ver no Brasil o que eu vi na Índia.”

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Colunista da Folha de S. Paulo Explica o Princípio do Sábado

Os adventistas do sétimo dia são conhecidos como uma das poucas denominações cristãs no mundo a ensinar e a ressaltar a validade do sábado como dia de guarda. A argumentação adventista é baseada no próprio texto bíblico, em livros como Gênesis e Êxodo. E esse princípio foi destacado, na edição do dia 26 deste mês da Folha de S. Paulo, na coluna de Reinaldo José Lopes. O jornalista assina a coluna “Darwin e Deus” na qual se propõe escrever sobre teoria da evolução, ciência e religião. Nessa edição, ele respondeu a duas perguntas de leitores. Uma relacionada à [suposta] fundamentação bíblica para canonização dos chamados santos. E a outra que questiona se é correto a maioria dos cristãos ter escolhido o domingo, e não o sábado, como dia santo. Em sua resposta, Lopes afirma que “de fato, a versão bíblica dos Dez Mandamentos se refere ao sábado, o último dia da semana, e não ao primeiro (que não se chamava domingo porque essa palavra significa originalmente ‘dia do Senhor’ e Senhor nesse contexto quer dizer Jesus, não Deus Pai)”. Por outro lado, o colunista explica que “Jesus, segundo a crença cristã, teria ressuscitado no primeiro dia da semana. Isso fez com que, logo nos primeiros séculos do cristianismo, reuniões para rememorar a morte e a ressurreição de Jesus acontecessem no domingo”.

O jornalista afirma ainda, na resposta ao leitor, que “nem todos os cristãos seguem essa tradição – os adventistas, por exemplo, advogam que ainda se deve guardar o sábado”.

O pastor Herbert Boger, diretor da área de Mordomia Cristã da Igreja Adventista em oito países sul-americanos, comentou a matéria. A área dirigida por Boger contempla ações de motivação para que as pessoas compreendam a importância da guarda do sábado e vejam essa prática como uma evidência de fidelidade aos princípios deixados por Deus. Na avaliação dele, a menção foi importante porque, “como adventistas do sétimo dia, seguimos todos os princípios, valores e ensinamentos de Jesus Cristo registrados na Bíblia. O pastor lembra, ainda, que no próprio relato dos primeiros cristãos, depois da morte e ascensão de Jesus, o sábado é apresentado como um dia especial de adoração e descanso. “No livro dos Atos dos Apóstolos, por exemplo, existem mais de 80 referências ao sábado pós-morte de Jesus. Cremos que o sábado é eterno. Ele foi criado para o bem de todos que descansam nesse dia de renovação espiritual e antiestresse”, salienta.

(Felipe Lemos, ASN)

Se quiser saber mais sobre o sábado e sua vigência ao longo da História, assista ao vídeo abaixo.

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Abismo Pode Estar Escondido Sob o Gelo da Antártida

Um vasto e desconhecido sistema de cânions pode estar escondido embaixo das geleiras da Antártida. Sinais de sua presença foram encontrados nas formações da superfície do continente gelado, em uma região inexplorada chamada Terra da Princesa Elizabeth. Se confirmada, em uma pesquisa geofísica formal que está em andamento, a rede sinuosa de cânions teria cerca de mil quilômetros de comprimento e, em alguns trechos, até 1 km de profundidade. Essas dimensões fariam da formação algo maior que o famoso Grand Canyon, nos Estados Unidos.“Sabemos, com base em outras áreas da Antártida, que as formas que o gelo assume na superfície são obviamente dependentes do que existe abaixo dele. Isso porque o gelo flui a partir dessas formações”, explicou o pesquisador Stewart Jamieson, da Universidade de Durham, no Reino Unido. “Quando olhamos para a Terra da Princesa Elizabeth a partir de dados de satélite, há aparentemente algumas características na superfície gelada que, para nós, lembram muito a existência de um cânion”, continua o especialista. “Nós rastreamos formações rochosas do centro da Terra da Princesa Elizabeth até a costa, no sentido norte. Trata-se de um sistema bastante substancial”, afirmou ele à BBC.

Há ainda suspeitas de que a rede de cânions seja conectada a um lago subglacial, também desconhecido, que cobriria uma área de até 1,25 mil quilômetros quadrados. A interpretação inicial que aponta a existência do sistema de cânions é baseada em informações de radar, colhidas em dois locais. Esses radares conseguem ver através das camadas de gelo, chegando à camada de rochas abaixo delas. A suspeita é consistente, afirma o professor do Imperial College London (Reino Unido), um dos integrantes da equipe.

“Descobrir um novo abismo gigantesco, que supera o Grand Canyon, é uma perspectiva tentadora”, afirmou. “Geocientistas na Antártida estão fazendo experimentos para confirmar o que nós estamos vendo nos dados iniciais, e esperamos anunciar nossas descobertas em um encontro do ICECAP2 (grupo de colaboração internacional que explora a área centro-leste da Antártida) no fim de 2016.”

A maior parte da Antártida é alvo de pesquisas geofísicas que têm registrado a topografia do continente. Mas ainda há duas áreas muito desconhecidas: a Terra da Princesa Elizabeth, onde se encontraria o cânion, e a Recovery Basin (“Bacia de recuperação”, em tradução literal). Ambas ficam no leste da Antártida e são agora alvo de intenso estudo.

Equipes internacionais – compostas por cientistas de Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, China e outros países – estão usando aeronaves com sensores para sobrevoar centenas de quilômetros quadrados da superfície gelada. Quando o rastreamento estiver completo, os pesquisadores terão uma visão abrangente de como a paisagem da Antártida realmente é debaixo de todo o gelo. Esse conhecimento é fundamental para tentar entender como o continente gelado pode reagir em um mundo mais quente, por exemplo.

(G1 Notícias)

Nota: Com essa pesquisa, surgem novas evidências de que houve uma catástrofe hídrica que “rasgou” nosso planeta, deixando marcas profundas em sua superfície, incluindo aí a Antártida. Já não é fácil para os evolucionistas explicar a formação plano-paralela dos estratos geológicos no Grand Canyon, que sugerem superposição rápida de toneladas e toneladas de sedimentos; agora imagine explicar fenômeno semelhante (se for confirmado) debaixo do gelo polar…

Criacionismo

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O Tema da Contrafação no Livro de Apocalipse

Algumas notas da Bíblia de Estudo Andrews, lançada recentemente pela Casa Publicadora Brasileira, têm despertado certa inquietação nas redes sociais. Entre essas notas, estão as seguintes, relacionadas ao livro de Apocalipse:

“13:1-18 Esta passagem acrescenta detalhes ao cap. 12, sobretudo em relação à guerra do tempo do fim (de 12:17). Neste capítulo, o dragão reúne dois de seus aliados para o conflito final. Com o dragão, a besta do mar (uma aparente paródia de Cristo) e a besta da terra (uma aparente paródia do Espírito Santo) sugerem uma falsa trindade (16:13, 14) em conspiração para enganar o mundo (13:13, 14).”

“13:3 golpeada de morte. Literalmente, ‘ferida de morte’, uma alusão à cruz (v. 8).curada. Recuperação quase que milagrosa de uma ferida que tinha tudo para ser mortal.se maravilhou. O ressurgimento da besta no tempo do fim é uma surpresa.”

A equipe editorial da Casa Publicadora Brasileira divulgou uma esclarecedora declaração, provendo uma resposta plenamente satisfatória aos questionamentos levantados (leia aqui). Destacamos este trecho: “O que significa a besta do mar ser uma ‘paródia de Cristo’? Paródia, de acordo com o dicionário, é uma ‘imitação engraçada ou crítica de uma obra (literária, teatral, musical)’. Desse modo, a besta que emerge do mar tenta ser uma imitação grotesca de Cristo. Observa-se nela as seguintes características: a besta recebe autoridade do dragão (que simula o Pai), assim como Cristo recebeu autoridade do Pai (Mt 28:18); a besta tem um ministério de 42 meses (três anos e meio), assim como Cristo teve um ministério de três anos e meio; a besta declara ‘quem é semelhante à besta?’, num contraste direto ao significado do nome Miguel, ‘quem é como Deus’; a besta quer ter poder para perdoar pecados, assim como Cristo tem o poder de perdoar pecados. Em outras palavras, a obra da besta é uma contrafação diabólica do ministério de Cristo.”

Com o objetivo de aprofundar a compreensão do assunto e, assim, fortalecer a credibilidade da Bíblia de Estudo de Andrews, divulgamos um interessante material produzido pelo Dr. Ranko Stefanovic, um mais renomados especialistas em Apocalipse da Igreja Adventista do Sétimo Dia. O texto abaixo foi extraído de Revelation of Jesus Christ: Commentary on the Book of Revelation, uma obra de 686 páginas, que apresenta um estudo verso a verso do Apocalipse. Para adquirir esse livro, clique aqui.

Para compreendermos as principais questões teológicas presentes na segunda metade do Apocalipse, é crucial entender o tema da contrafação, que inclui pessoas, mensagens, marcas de identificação e cidades. O enfoque central dos onze primeiros capítulos do Apocalipse está nas três pessoas da Divindade, que são referidas no início do livro como “Aquele que é, que era e que há de vir” (Deus, o Pai), os “sete Espíritos” (ou o “séptuplo Espírito”, nota de rodapé da NVI – indicando a plenitude e universalidade da obra do Espírito Santo) e “Jesus Cristo” (Ap 1:4, 5). Eles também são mencionados juntos na entronização de Cristo, descrita em Apocalipse 4 e 5. As atividades realizadas pelas três pessoas da Divindade em favor da salvação humana estão presentes ao longo de todo o livro.

Apocalipse 12–22:5 focaliza a tentativa de Satanás de impedir os planos de Deus para o mundo e, assim, levar os habitantes da Terra para o seu lado. Ele “colocará em ação uma gigantesca contrafação do verdadeiro Deus” e de Suas atividades salvíficas.[1] Seus esforços para enganar os habitantes da Terra são descritos no livro de Apocalipse como antíteses de Deus e de Suas atividades: a trindade satânica (capítulos 12 e 13) atua como a antítese das três pessoas da Divindade (1:4, 5; capítulos 4 e 5); a marca da besta (13:15, 16), como a antítese do selo de Deus (7:1-3; 14:1); as três mensagens demoníacas (16:13, 14), como a antítese das três mensagens angélicas (14:6-12); e a mulher-cidade de Babilônia (capítulos 17 e 18), como uma antítese da Nova Jerusalém (capítulos 21 e 22). A seguir, vamos explorar em mais detalhes cada um desses temas.

Trindade contrafeita

Os capítulos 12 e 13 introduzem os principais atores que desempenharão seus papéis na segunda metade do Apocalipse: o dragão (Ap 12) e seus dois aliados – a besta do mar (Ap 13:1-10) e a besta da terra (Ap 13:11-17).[2] Juntos, eles formam uma trindade satânica, como uma antítese à Trindade divina. Ao longo do restante do livro, eles estão inseparavelmente associados nas atividades de enganar as pessoas, com o propósito de afastá-las de Deus e levá-las a se colocar no serviço de Satanás (cf. Ap 16:13, 14; 19:20; 20:10).

A primeira entidade dessa liga triúna é Satanás, que, em Apocalipse 12 e 13, é apresentado como a antítese de Deus, o Pai, buscando ser igual a Deus e conduzindo a guerra contra Ele. O dragão atua como o líder do grupo, concedendo autoridade a outros e dando-lhes ordens. Veja a tabela abaixo:

Dragão/Satanás Deus, o Pai
Está localizado no Céu (Ap 12:3, 7, 8). Seu lugar de habitação está no Céu (Ap 4 e 5).
Possui um trono (Ap 13:2; cf. 2:13). Possui um trono (Ap 4 e 5; 7:9-15; 19:4).
Dá poder, trono e autoridade à besta do mar (Ap 13:2, 4). Dá poder, trono e autoridade a Cristo (Mt 28:18; Ap 2:27; 3:21; 4 e 5).
É adorado (Ap 13:4). É adorado (Ap 4:10; 15:4).
É destruído para sempre (Ap 20:9, 10). Vive e reina para sempre (Ap 4:9; 5:13; 11:15).

Esse paralelismo indica a intenção do autor inspirado de mostrar que, na liga satânica, a besta do mar atua como uma antítese de Jesus Cristo, imitando Sua vida e ministério na Terra. A besta do mar age na plena autoridade e no poder do dragão, assim como Jesus age na autoridade do Pai (cf. Mt 28:18). Veja a tabela abaixo:

Besta do mar Jesus Cristo
Sai da água para iniciar sua atividade (Ap 13:1). Sai da água para iniciar Seu ministério (Lc 3:21-23).
Assemelha-se ao dragão (Ap 12:3; 13:1). “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:9).
Possui dez diademas (Ap 13:1). Possui muitos diademas (Ap 19:12).
Possui dez chifres em suas cabeças (Ap 13:1). O Cordeiro possui sete chifres (Ap 5:6).
Recebe do dragão poder, trono e autoridade (Ap 13:2, 4). Recebe do Pai poder, trono e autoridade (Mt 28:18; Ap 2:27; 4–5).
Suas atividades duram 42 meses, ou três anos e meio (Ap 13:5). Seu ministério dura três anos e meio (indicado, por exemplo, pelo evangelho de João).
Recebe uma ferida mortal (Ap 13:3). Recebe uma ferida mortal (Ap 5:6).
Volta à vida (Ap 13:3). Ressuscita (Ap 1:18).
Recebe adoração depois que sua ferida mortal é curada (Ap 13:3, 4, 8). Recebe adoração depois de Sua ressurreição (Mt 28:17).
Recebe autoridade universal sobre a Terra depois da cura de sua ferida mortal (Ap 13:7). “Toda a autoridade Me foi dada no céu e na Terra” (Mt 28:18), após a ressureição.
“Quem é semelhante à besta?” (Ap 13:4). Um de Seus títulos é Miguel (Ap 12:7), que significa “Quem é semelhante a Deus?”
Público-alvo global (todas as nações, tribos, línguas e povos) (Ap 13:7; cf. 17:15). Público-alvo global (todas as nações, tribos, línguas e povos) (Ap 5:9; 10:11; 14:6).

A besta da terra se revela como uma contrafação da obra do Espírito Santo. Ela atua na plena autoridade da besta do mar (Ap 13:3), da mesma forma que o Espírito Santo representa Jesus Cristo ao agir em Sua plena autoridade (cf. Jo 14:26; 15:26; 16:13). Veja a tabela abaixo.

Besta da terra Espírito Santo
Chamada de “falso profeta”, por enganar as pessoas (Ap 16:13; 19:20; 20:10). Chamado de “o Espírito da verdade”, por guiar as pessoas à verdade da salvação (Jo 16:13; cf. Ap 22:17).
Semelhante a cordeiro (Ap 13:11). Semelhante a Cristo (Jo 14:26; 16:14).
Exerce toda a autoridade da besta do mar (Ap 13:12). Exerce toda a autoridade de Cristo (Jo 16:13, 14).
Direciona a adoração à besta do mar (Ap 13:12, 15). Direciona a adoração a Cristo (At 5:29-32).
Realiza grandes sinais (Ap 13:13; 19:20). Realiza grandes sinais (At 4:30, 31).
Faz descer fogo do céu (Ap 13:13). Vem em fogo no Pentecostes (At 2).
Concede vida/fôlego à imagem da besta (Ap 13:15). Concede vida/fôlego de vida (Rm 8:11).
Aplica a marca na mão ou na fronte (Ap 13:16). Aplica o selo na fronte (2Co 1:22; Ef 1:13; 4:30).

O livro de Apocalipse conclui com o triunfo final de Deus sobre a trindade satânica, que encontrará um fim definitivo no lago de fogo (Ap 19:20; 20:10).

Selo contrafeito

Antes da crise final, o povo de Deus é selado na fronte (Ap 7:1-3). Ao passo que os fiéis recebem o selo de Deus, seus adversários recebem uma marca simbólica na mão ou na fronte conhecida como “marca da besta” (13:16, 17). Essa marca funciona como a contrafação do selo de Deus, e sua aceitação indica uma antítese aos mandamentos de Deus (cf. 12:17; 14:12) – a obediência a Deus é substituída pela obediência à besta (13:4, 8, 12, 14, 15).[3] Da mesma forma que os seguidores de Cristo possuem o selo simbólico de Deus e são leais a Ele, os adoradores da besta possuem a marca simbólica de propriedade e lealdade a Satanás (13:16, 17; 14:9; 16:2; 19:20; 20:4).

Enquanto o selo de Deus consiste no nome de Deus e do Cordeiro na fronte (14:1; cf. 7:3), a marca da besta consiste no nome da besta na fronte ou na mão (13:17; tradução literal, presente na NVI). A fronte representa a mente, e a mão direita simboliza as ações. “Ambos os poderes rivais desejam guiar a mente e o comportamento das pessoas. Os seguidores do Cordeiro têm o nome de Deus na fronte, ao passo que os seguidores da besta têm a marca na fronte (indicando convicção e lealdade) ou apenas na mão (indicando obediência forçada sem consentimento mental).”[4] Visto que o selamento significa o processo de atuação do Espírito Santo no coração humano (cf. 2Co 1:21, 22; Ef 1:13, 14; 4:30), a intenção do autor inspirado é mostrar que a colocação da marca da besta é uma falsificação da obra do Espírito Santo.[5]

Mensagem contrafeita

Apocalipse 14:6-12 revela três anjos vindos da parte de Deus com uma tríplice mensagem do evangelho eterno rogando aos habitantes da Terra que se arrependam e adorem o Deus vivo, anunciando a falência da Babilônia espiritual e advertindo contra qualquer associação com ela. Apocalipse 16:13 e 14 retrata três contrapartidas demoníacas saindo da boca da trindade satânica, levando aos habitantes da Terra uma mensagem do falso evangelho. Eles convocam os não arrependidos a se unirem à trindade satânica contra Deus e Seu povo fiel para o grande dia do Deus todo-poderoso. Os três anjos demoníacos da sexta praga são a última tentativa de Satanás de simular a obra de Deus, porque surgem como a contrapartida dos três anjos de Apocalipse 14, e suas mensagens são descritas por João como a antítese das mensagens de advertência proclamadas pelos três anjos.[6]

Cidade contrafeita

Finalmente, Apocalipse 17 retrata o sistema religioso apóstata do tempo do fim, denominado Babilônia, como uma prostituta – uma sedutora mulher-cidade que domina os poderes seculares e políticos deste mundo. É especialmente interessante notar que, ao descrever a Nova Jerusalém, a noiva do Cordeiro (Ap 21:10–22:5), João basicamente repete a apresentação de Babilônia contida em Apocalipse 17 e 18. É importante notar os paralelos antitéticos entre as duas cidades na tabela abaixo:[7]

Babilônia Nova Jerusalém
Cenário das visões
“Veio um dos sete anjos “Então, veio um dos sete anjos
que têm as sete taças que têm as sete taças […]
e falou comigo, dizendo: e falou comigo, dizendo:
Vem, mostrar-te-ei […] Vem, mostrar-te-ei
a grande meretriz […], a noiva,
com quem se prostituíram os reis da terra” (17:1, 2). a esposa do Cordeiro” (21:9).
“Transportou-me o anjo, em espírito, “E me transportou, em espírito,
a um deserto até a uma grande e elevada montanha
e vi” (17:3)

“a grande cidade” (17:18),

e me mostrou

a santa cidade,

“Babilônia” (17:5), Jerusalém,
“sentada sobre muitas águas, […] que descia do céu,
numa besta escarlate” (17:1, 3). da parte de Deus” (21:10).
Descrição das duas mulheres/cidades
“Achava-se a mulher vestida “Tem a glória de Deus.
de púrpura e de escarlata, adornada O seu fulgor era semelhante
de ouro, de pedras preciosas

e de pérolas,

a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina” (21:11).
tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição” (17:4). “[Ela oferece] o rio da água da vida […],

claro como cristal” (22:1, 2, NVI).

“Morada de demônios, “Eis o tabernáculo de Deus com os homens” (21:3).
covil de toda espécie de espírito imundo “Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada,
e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável” (18:2). nem o que pratica abominação e mentira” (21:27).
“Aqueles […] cujos nomes não foram escritos “Somente os inscritos
no Livro da Vida desde a fundação do mundo, no Livro da Vida do Cordeiro
se admirarão” (17:8). [entrarão]” (21:27).
“As nações e os reis da Terra” (17:15, tradução literal) “As nações […], e os reis da terra
“oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem” (17:13). lhe trazem a sua glória” (21:24).
Destino das duas cidades
“Feito está!” (16:17). “Tudo está feito” (21:6).
“E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe “Eu, a quem tem sede, darei de graça
o cálice do vinho do furor da fonte
da sua ira” (16:19). da água da vida” (21:6).
“Em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; “E a morte já não existirá, […] nem pranto, nem dor” (21:4).
e será consumida no fogo” (18:8). “As nações andarão mediante a sua luz” (21:24).
“Jamais em ti brilhará luz de candeia” (18:23). “O Cordeiro é a sua lâmpada” (21:23).

“O Senhor Deus brilhará sobre eles” (22:5).

“Vestida de linho finíssimo, […] adornada de ouro, “Tem a glória de Deus. O seu fulgor era
e de pedras preciosas, e de pérolas” (18:16). semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina” (21:11).
“Em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza!” (18:17). Sua riqueza e beleza são eternas (22:5).
“Sentada como rainha” (18:7). “Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro.
“E será consumida no fogo [com os seus habitantes]” (18:8). Os seus servos o servirão” (22:3).
 “Será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada” (18:21). “O Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos” (22:5).

As semelhanças verbais e temáticas entre as descrições das duas mulheres-cidades dificilmente podem ser acidentais. Elas indicam que a Babilônia do tempo do fim, retratada como a mulher prostituta que domina o mundo, atua como a antítese profana da Nova Jerusalém, a noiva do Cordeiro. Babilônia representa as esperanças e os sonhos terrenos; a Jerusalém celestial representa o cumprimento de todos os sonhos, esperanças e anseios do povo de Deus desde o princípio. Beasley-Murray nota que “o Apocalipse como um todo pode ser caracterizado como Um Conto de Duas Cidades” (à semelhança do romance histórico de autoria de Charles Dickens).[8]

É especialmente interessante que ambas as descrições explicativas, sobre Babilônia e sobre a Nova Jerusalém, são dadas pelo mesmo anjo, “um dos sete anjos que têm as sete taças”. Esse fato torna o contraste entre as duas cidades ainda mais evidente. “É, por assim dizer, sobre as ruínas da orgulhosa, maligna e corrupta Babilônia que a Nova Jerusalém desce do Céu, pura e radiante com a glória de Deus.”[9] Assim, Apocalipse 17 e 18 prossegue com um dos temas centrais da seção escatológica do Apocalipse (capítulos 12–22) – a contrafação de Satanás das atividades salvíficas de Deus nos dias finais da história da Terra.

(Ranko Stefanovic, Ph.D., é professor de Novo Testamento na Universidade Andrews, EUA. Retirado de Revelation of Jesus Christ: Commentary on the Book of Revelation, 2a ed. [Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2009], p. 376-382. Traduzido do original em inglês por Matheus Cardoso.)

Referências:

  1. Jon Paulien, What the Bible Says about the End-Time (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1994), p. 111.
  2. Para estudo mais aprofundado sobre Apocalipse 12 e 13, incluindo muitos dos contrastes apresentados ao longo deste artigo, veja Jon Paulien, The Facebook Commentary on Revelation – Revelation Chapter 12; idem, The Facebook Commentary on Revelation – Revelation Chapter 13; Marvin Moore, Apocalipse 13: Isso poderia realmente acontecer?(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013); Vanderlei Dorneles, Pelo Sangue do Cordeiro: A vitória do remanescente na batalha final (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2015). (Nota acrescentada pelo tradutor.)
  3. Beatrice S. Neall, “Sealed Saints and the Tribulation”, em Frank B. Holbrook, ed.,Symposium on Revelation – Book 1, Daniel and Revelation Committee Series, v. 6 (Silver Spring, MD: Biblical Research Institute, 1992), p. 257 (a ser publicado em português pela Unaspress).
  4. Ibid., p. 256.
  5. Para compreender melhor a antítese entre o selo de Deus e a marca da besta, veja Jon Paulien, “Introdução ao estudo do sábado no Apocalipse”, em Emilson dos Reis, Renato Groger e Rodrigo Follis, orgs., Doutrina do Sábado: Implicações (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2012), p. 25-33; Anthony MacPherson, “O sábado e a marca da besta”, em ibid., p. 35-58. (Nota acrescentada pelo tradutor.)
  6. Para estudo mais detido sobre as três mensagens angélicas, veja Hans K. LaRondelle, “O remanescente e as três mensagens angélicas”, em Raoul Dederen, ed., Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), p. 857-892. (Nota acrescentada pelo tradutor.)
  7. Tabela adaptada de Roberto Badenas, “New Jerusalem – The Holy City”, em Frank B. Holbrook, ed., Symposium on Revelation – Book 2, Daniel and Revelation Committee Series, v. 7 (Silver Spring, MD: Biblical Research Institute, 1992), p. 256 (a ser publicado em português pela Unaspress). Veja também David E. Aune, Revelation 17–22, Word Biblical Commentary, v. 52c (Waco, TX: Thomas Nelson, 1998), p. 1.144-1.145.
  8. George R. Beasley-Murray, The Book of Revelation, New Century Bible Commentary(Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1981), p. 315.
  9. Badenas, “New Jerusalem – The Holy City”, p. 255.

Fonte: Criacionismo

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Antibióticos na Criação de Animais Ameaçam Saúde Humana

Fazendeiros e criadores precisam cortar drasticamente o uso de antibióticos em seus cultivos e criações de animais, porque essa atividade está se tornando uma ameaça à saúde humana, segundo um relatório publicado no periódico Review on Antimicrobial Resistance. O uso abusivo dessas substâncias tem feito com que algumas doenças sejam atualmente quase impossíveis de ser combatidas. Mais da metade dos antibióticos no mundo são usados em animais, muitas vezes para fazer com que cresçam mais rápido.

relatório científico ainda indica novos parâmetros para o uso de antibióticos em animais. A administração excessiva desses medicamentos na criação de animais ganhou novo destaque no mês passado, quando, na China, pesquisadores advertiram que estamos à beira de uma “era pós-antibióticos”. Os cientistas descobriram uma bactéria resistente à colistina, antibiótico usado quando outros meios usualmente empregados para combatê-la falham. Aparentemente, ela surgiu em animais criados por agricultores e também foi detectada em pacientes em hospitais.

Em alguns casos, antibióticos são usados para tratar infecções em animais doentes, mas a maioria é usada de forma profilática em animais saudáveis para prevenir infecções ou aumentar seu ganho de peso – uma prática controversa e mais comum em criações intensivas.

A expectativa é de que o consumo de antibióticos no mundo aumente 67% até 2030. Só nos Estados Unidos, são usadas anualmente 3,4 mil toneladas dessas substâncias em pacientes e 8,9 mil toneladas em animais.

O economista Jim O’Neill, que liderou o estudo, disse que esses índices são “estarrecedores” e que dez milhões de pessoas morrerão por causa de infecções resistentes a antibióticos em 2050, se essa tendência não for revertida. […]

Antibióticos são mais úteis em criações com instalações com muitos animais e sujas, onde as infecções se espalham mais facilmente, então, locais mais espaçosos e higiênicos são uma forma de reduzir a necessidade de aplicar estas substâncias.

O relatório também recomenda um maior investimento na pesquisa de vacinas e testes para diagnosticar infecções específicas e afirma que países deveriam adotar uma lista de antibióticos que nunca deveriam ser usados em animais por causa de sua importância no tratamento de humanos.

Jianzhong Shen, da Universidade Agrícola da China e um dos descobridores da resistência à colistina, diz que “todos os países do mundo deveriam usar antibióticos na criação de animais de forma mais prudente e racional. Agora é a hora de haver uma reação global para restringir ou proibir o uso de antibióticos para acelerar o crescimento ou prevenir doenças”.

(BBC Brasil)

Nota: Há mais de cem anos, Ellen White escreveu: “A carne nunca foi o melhor alimento; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as doenças nos animais estarem crescendo com tanta rapidez. Os que comem alimentos cárneos mal sabem o que estão ingerindo. Frequentemente, se pudessem ver os animais ainda vivos, e saber que espécie de carne estão comendo, iriam repelir enojados. O povo come continuamente carne cheia de micróbios de tuberculose e câncer. Assim são comunicadas essas e outras doenças” (A Ciência do Bom Viver, p. 132).

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Cientista Mostra Que a Nasa Manipula Dados Climáticos

Depois de examinar os registos climáticos de 1.153 estações meteorológicas de todo o mundo, dados que remontam a 1881, o professor Friedrich-Karl Ewert fez uma descoberta interessante. Esse geólogo aposentado e perito em computação de dados da Universidade Paderborn descobriu evidências de manipulação de dados climáticos entre 2010 e 2012, pelo Goddard Institute of Space Studies (GISS, uma divisão da Nasa). Quando os dados publicamente disponíveis arquivados em 2010 são comparados com os dados fornecidos pela Nasa em 2012, verifica-se uma diferença clara entre os dois. O GISS tem estado a alterar retroativamente dados passados para fazer parecer que o planeta está aquecendo, especialmente após o ano de 1950. Na realidade, os dados originais mostram que o planeta realmente esteve a arrefecer ao longo da segunda metade do século 20. Ao todo, dez diferentes métodos estatísticos foram utilizados para alterar a trajetória do clima do arrefecimento para o aquecimento.

“Utilizando os dados da Nasa de 2010, globalmente a temperatura da superfície de 1940 até hoje caiu 1,11 ºC e desde 2000 caiu 0,4223 ºC. O arrefecimento atingiu todos os continentes, exceto a Austrália, a qual aqueceu 0,6339 ºC desde 2000. Os números da Europa: de 1940 a 2010, utilizando os dados de 2010, houve um arrefecimento de 0,5465 ºC e um arrefecimento de 0,3739 ºC desde 2000. Os dados originais mostram quatro fases de arrefecimento e três de aquecimento desde 1881, e estamos atualmente numa fase de arrefecimento. Uma vez que os ciclos de aquecimento ocorreram antes que houvesse qualquer subida significativa nos níveis de CO2, Ewer concluiu que “não se pode ver uma influência das nossas emissões de CO2 sobre as temperaturas”. 

Embora a sua revelação tenha sido anunciada pela primeira vez numa conferência climática em 2012, ela só agora está chegando ao conhecimento público. Contudo, de certo modo, duvido que a seita climática esteja prestes a mudar de tom.

(Aepet)

Nota: Já destaquei aqui no blog a possibilidade de que o aquecimento global tenha outras causas, que não majoritariamente a humana (confira). O fato é que, se real ou não, essa bandeira vem sendo instrumentalizada por pessoas e instituições que têm grandes interesses na engenharia social, estimulando o instinto de rebanho para conseguir se intrometer no estilo de vida das pessoas.

Criacionismo

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