É Hora De Trabalhar

“É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9:4).

Um funcionário público, sentado diante de sua mesa de trabalho, sentiu-se entediado por não estar fazendo coisa alguma. Resolveu mexer nas gavetas, para passar o tempo, e encontrou uma velha luminária. Resolveu poli-la e viu, de repente, aparecer um gênio que lhe concedeu três desejos. “Eu desejo um refrigerante, bem gelado!” “É pra já”, disse o gênio. E ele se viu em um parque tranquilo, segurando um refrigerante gelado. Ele bebeu depressa e, agora pensando mais claramente, disse: “Eu desejo estar em uma ilha onde vivem as garotas mais lindas do mundo”. “É pra já”, disse o gênio. Ele se viu em uma praia com mulheres lindas ao seu redor. Ele, então, fez seu terceiro e último pedido: “Eu desejo nunca mais ter de trabalhar!” “É pra já”, disse o gênio. E ele voltou para seu escritório no serviço público.

Eu estava lendo esta pequena anedota na net e fiquei refletindo sobre nossa vida espiritual. Muitos cristãos fazem o mesmo que aquele funcionário público: nada! Não oram, não leem a Bíblia, não participam ativamente dos cultos, não evangelizam e, o pior, não dão testemunho de conversão e obediência à vontade do Senhor.

Não trabalham para a salvação dos perdidos porque o tempo está quente; não saem para os cultos porque está chovendo; não vão às reuniões de oração porque estão cansados… e assim por diante. Querem ser cristãos mas não querem se comprometer com Deus. Dizem ter Cristo no coração mas nada fazem para demonstrar isso.

O verdadeiro cristão não consegue ficar parado! Não pode passar um dia sem mostrar uma atitude de amor, sem praticar sua fé, sem comemorar uma vitória espiritual. O cristão verdadeiramente transformado pelo Senhor mostra brilho em sua vida e não consegue deixar de ser uma bênção na obra do Senhor.

Você continua sem fazer nada ou tem trabalhado, com alegria, para a glória do nome de Jesus?

Ministério Para Refletir

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Vaticano Assina Primeiro Acordo Histórico Com a Palestina

A Santa Sé e o “Estado da Palestina” assinaram [na] sexta-feira (26) no Vaticano um histórico acordo sobre os direitos da Igreja Católica nos territórios palestinos, anunciou o Vaticano em um comunicado. A preparação desse texto por uma comissão bilateral levou 15 anos. Embora o Vaticano se refira ao “Estado da Palestina” desde o início de 2013, os palestinos consideram que a assinatura do acordo equivale a um reconhecimento de fato de seu Estado, o que irrita Israel. Israel lamentou o acordo e advertiu que isso pode ser nocivo para os esforços para a paz na região. O ministério israelense das Relações Exteriores “lamentou a decisão do Vaticano de reconhecer oficialmente a Autoridade palestina como um Estado no acordo assinado hoje”, afirmou o porta-voz da chancelaria, Emmanuel Nahshon, citado em um comunicado.

O acordo foi assinado no Palácio pontifício pelo secretário para as relações com os Estados (ministro das Relações Exteriores), pelo prelado britânico Paul Richard Gallagher e pelo ministro palestino de Relações Exteriores, Riyad al-Maliki.

O acordo expressa o apoio do Vaticano a uma solução “do conflito entre israelenses e palestinos no âmbito da fórmula de dois Estados”, havia explicado em maio o monsenhor Antoine Camilleri, chefe da delegação da Santa Sé.

Para a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), esse acordo converte o Vaticano no 136º país a reconhecer o Estado da Palestina. Para Israel, por sua vez, “uma decisão como essa não faz o processo de paz avançar e afasta a direção palestina das negociações bilaterais”.

A Santa Sé tem relações com Israel desde 1993. Negocia desde 1999 um acordo sobre os direitos jurídicos e patrimoniais das congregações católicas no Estado hebreu, mas cada reunião semestral termina com um fracasso.

(G1 Notícias)

Nota: Agora imagine se Francisco consegue negociar a paz e interferir positivamente nas relação entre Israel e a OLP, como fez com Cuba e EUA… Sua influência global cresceria estratosfericamente, e todo mundo sairia anunciando “paz, paz” (1Ts 5:3).

Fonte: Criacionismo

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O Código da Profecia

o-codigo-da-profecia-Sinais-RA-junho-2015-creditos-fotoliaEntender os períodos de tempo mencionados no livro de Daniel ajuda a ver a mão de Deus na história.

Em anos recentes, alguns teólogos adventistas começaram a aplicar ao futuro os períodos de tempo em Daniel 12. Rejeitando a interpretação adventista tradicional que considera os três tempos e metade de um tempo (v. 7), os 1290 dias (v. 11) e os 1335 dias (v. 12) períodos proféticos já cumpridos, eles alegam que esses períodos devem ser entendidos como dias literais ainda no futuro. Para outros estudiosos, esses períodos de tempo seriam um mero recurso literário para indicar uma aparente “demora” do tempo do fim. Outros ainda acham que essas profecias podem ser interpretadas a partir de uma abordagem múltipla. Quem tem razão?ntender os períodos de tempo mencionados no livro de Daniel ajuda a ver a mão de Deus na história

Ao longo da história, os adventistas fizeram diferentes tentativas de explicar o significado dos 1290 e dos 1335 dias de Daniel 12. De acordo com Gerhard Pfandl, que atuou durante vários anos no Instituto de Pesquisa Bíblica, a interpretação desses versos constitui um dos dez maiores desafios proféticos que os teólogos adventistas enfrentam hoje. O consenso geral que há em relação aos 1260 dias e às 2300 tardes e manhãs não existe no caso dos 1290 e dos 1335 dias.

As interpretações adventistas de Daniel 12:11 e 12 podem ser agrupadas em três categorias: (1) abordagem simbólica e historicista, que é a mais aceita pelos teólogos adventistas; (2) interpretação literal, que coloca os eventos totalmente no passado ou no futuro; e (3) visão idealista, a qual propõe que esses períodos possam ser ligados a vários eventos.

INTERPRETAÇÃO HISTORICISTA

A interpretação historicista tradicional vem de longe. Desde o tempo da Reforma, um grupo significativo de intérpretes tem estudado os períodos proféticos de Daniel a partir dessa metodologia. No fim do século 18, Thomas Newton (em seu livro Dissertations on the Prophecies) e John Bacon (em Conjectures in Prophecies) dedicaram bastante espaço à análise exegética das profecias de Daniel 12.

Um novo interesse pelas profecias de Daniel atingiu seu clímax na primeira metade do século 19 com o movimento milerita. William Miller (mais conhecido no Brasil como Guilherme Miller) e um grupo de pregadores itinerantes apresentaram a abordagem pré-milenialista mais convincente das profecias de tempo de Daniel. Para eles, Jesus voltaria antes do milênio, e não depois dele. Miller desenvolveu uma série de princípios para interpretar a Bíblia e suas profecias. A 12ª regra dele dizia que o intérprete de Daniel e do Apocalipse deve descobrir “o verdadeiro evento histórico para o cumprimento de uma profecia”. O intérprete precisa comparar os detalhes proféticos com os registros históricos para determinar o evento que cumpre de maneira literal cada palavra da profecia.

Seguindo seu método, Miller conectou o início dos 1290 e dos 1335 anos com a remoção da “abominação desoladora”, a qual ele identificou com Roma pagã. O pregador acreditava que o poder civil de Roma desfrutaria um total de 666 anos de supremacia (de 158 a.C. a 508 d.C.). A partir desse tempo (508 d.C.), os 1290 e os 1335 anos terminariam, respectivamente, em 1798 e 1843. Ele calculou o ponto inicial desses períodos conectando Apocalipse 13:18 com Daniel 11:31. O poder do papado, substituindo o poder da Roma pagã, duraria 1290 anos (de 508 a 1798). Em 1798, o poder do papado seria tirado, deixando 45 anos para o anúncio do evangelho e o preparo para a segunda vinda de Jesus. Miller assumiu que o número da besta se refere aos anos em que o quarto reino teria domínio sobre os judeus e os cristãos.

O diagrama profético desenvolvido por Charles Fitch e Apollos Hale sintetizou, unificou e melhorou as posições mileritas sobre os tempos proféticos. Segundo o historiador Edwin LeRoy Froom, esse diagrama representou um “claro avanço” sobre os diagramas anteriores. Talvez sua omissão mais significativa tenha sido a conexão feita por Miller entre Apocalipse 13 e Daniel 11, identificando o “diário” com o paganismo. Contudo, esse diagrama manteve dois pontos essenciais: (1) o ano 508 como ponto de partida dos 1290 e dos 1335 anos; e (2) a harmonia desses períodos com os outros períodos proféticos do livro de Daniel.

A interpretação de Miller teve grande impacto no pensamento dos pioneiros adventistas, que mantiveram as mesmas datas para o início e o fim dos 1290 e dos 1335 anos. James (ou Tiago) White, Ellen White, Joseph Bates, Hiram Edson e outros continuaram defendendo a precisão do diagrama profético de 1843. Em novembro de 1850, Ellen White escreveu na revista Present Truth: “Vi que o diagrama de 1843 foi dirigido pela mão do Senhor e que não deve ser alterado.”
Um artigo publicado por Hiram Edson na Review and Herald em 1856 mostra que os adventistas ainda adotavam os cálculos de Miller para os 1290 e os 1335 anos e continuavam a ligar os tempos proféticos de Daniel 12 com as demais profecias de tempo do livro de Daniel. Por exemplo, Uriah Smith afirmou na Review and Herald em 1867 que “a primeira visão, com seu longo período de 2300 anos, estaria continuamente na mente de Daniel, e os outros períodos mencionados (1260, 1290 e 1335 dias) seriam apenas subdivisões do primeiro”.

A maioria dos modernos intérpretes adventistas, com base na abordagem exegética, continua apoiando a posição tradicional dos pioneiros. William Shea, um grande estudioso das profecias, abraça todas as pressuposições do historicismo adventista. No livro Daniel: A Reader’s Guide, ele enfatizou que as profecias de Daniel “começam no tempo histórico do próprio profeta e se estendem ao futuro, após os dias do profeta”.

Shea fez uma cuidadosa análise dos 1290 e dos 1335 dias e concluiu que essa parte é “um epílogo ou apêndice para as profecias de 11:2–12:4”. Segundo ele, a estrutura de Daniel indica que os períodos sempre seguem o relato da visão. Portanto, os componentes de tempo nunca são parte das visões, mas das explicações. Além disso, os tempos proféticos “estão ligados pelos eventos que eles descrevem” e “nunca datam novos eventos”.

Em seu livro Daniel: The Seer of Babylon, Gerhard Pfandl igualmente usou argumentos exegéticos para explicar os 1290 e os 1335 dias a partir de bases históricas. Ele apoiou sua análise por meio de três pontos. Primeiro, há um notável paralelismo entre Daniel 12:11 e 11:31, indicando que ambos os textos representam os mesmos eventos históricos. Em segundo lugar, o conceito de “diário” (tamid) liga intimamente as passagens proféticas de Daniel 8:11, 11:31 e 12:11. Portanto, o significado da passagem prévia ajuda a esclarecer o significado das outras. Por fim, embora o anjo não tenha especificado para Daniel o ponto inicial dos 1335 dias, o contexto sugere que ele seja o mesmo dos 1290 dias.

Um ano depois da publicação de seu livro, Pfandl ampliou e enriqueceu seus argumentos num panfleto intitulado Time Prophecies in Daniel 11, dizendo que as profecias de Daniel são apresentadas “de acordo com o princípio da repetição e ampliação”, em que cada visão “é sempre seguida por explicações”. Assim, Daniel 12:5-13 seria um “epílogo” ou ampliação da visão precedente de Daniel 11, e não “uma nova visão com um novo tópico”. Além disso, ele defendeu que as palavras hebraicas pala (“coisas incríveis”, “maravilhas”) e tamid (“diário”, “contínuo”) também ligam essas seções finais com os eventos de Daniel 11 como referência às horríveis blasfêmias pronunciadas pelo rei do norte. Pfandl concluiu que os 1290 e os 1335 dias começam com a conversão de Clóvis em 508 e terminam, pela ordem, em 1798 e 1843/1844.

INTERPRETAÇÃO LITERAL

A interpretação tradicional adventista, que defende que as profecias de Daniel 12 devem ser interpretadas usando- se o princípio de um dia por um ano (conforme Lv 25:8; Nm 14:34; Ez 4:6, 7) e o método historicista, permaneceu por décadas sem ser desafiada. Contudo, uma série de estudos recentes feitos por teólogos e leigos mudou o panorama. Por um lado, alguns sugerem que esses períodos proféticos cubram um período literal no passado, apenas alguns anos após a morte de Daniel. Essa escola, que teve pouco impacto no pensamento adventista, é conhecida como preterista. Por outro lado, há um grupo mais recente que começou a enfatizar uma nova abordagem futurista para os 1290 e os 1335 dias. Mas essa metodologia não deve ser confundida com a escola futurista protestante.

Todo Adventista deveria estudar o livro de Daniel para entender a história pela perspectiva de Deus, mas é preciso saber interpretar os códigos utilizados pelo profeta

Alberto Timm e Gerhard Pfandl consideram a interpretação futurista a mais desafiadora para a escatologia adventista. Ao que parece, Robert Hauser foi um dos primeiros a apresentar a ideia de um cumprimento futuro dessas profecias. Seu pensamento encontrou eco em alguns membros e até pastores e teólogos. Por exemplo, o Dr. Siegfried Schwantes, teólogo brasileiro, e Kenneth Cox, conhecido evangelista, defenderam um cumprimento literal desses “dias” de Daniel antes da segunda vinda de Jesus. Samuel Nuñez, um erudito na área do Antigo Testamento, também advoga essa interpretação.

Para Nuñez, os 1260, 1290 e 1335 dias são literais e se cumprirão no futuro, tendo início com uma lei dominical nacional ou universal. Segundo ele, há várias razões para se pensar assim. Uma delas seria a estrutura quiástica de Daniel 12, a qual indica que os versos 1 a 6 e 8 a 13 têm que ver com os eventos do tempo do fim. Além disso, diz Nuñez, sempre que o Antigo Testamento usa as palavras yom ou yamim(“dia”, “dias”) com um número ordinal ou cardinal, a medida descrita é literal. Isso seria evidente pelo fato de que, ao apresentar os períodos simbólicos de Daniel 7 (iddan), Daniel 8 (ereb boqer), Daniel 9 (sabuim) e Daniel 12:7 (mo’ed [“tempo”]), o profeta nunca usou o termo yom (“dia”).

Para Nuñez, Daniel empregou a mesma estratégia literária em todas as visões: descreve a visão e então menciona o período profético (7:2-14, 25; 8:3-12, 14, 26; 11:2–12:4, 7, 11, 12). Os únicos períodos que devem ser entendidos literalmente seriam os apresentados em Daniel 12:11 e 12. Porém, enquanto nas três primeiras visões do livro (capítulos 2, 7, 8) a estrutura literária tende a ser simbólica, nos últimos capítulos (11, 12) ela tende a ser literal. A expressão “homem vestido de linho” (11:6) indicaria que a visão de Daniel 12 deve ser entendida como apontando para o tempo do fim.

Essa abordagem ganhou certo apoio no meio adventista, mas foi pequeno em comparação com a visão historicista tradicional.

INTERPRETAÇÃO IDEALISTA

A interpretação idealista, com sua perspectiva multifocal, também representa o pensamento da minoria. Não tiveram muita aceitação os cumprimentos múltiplos defendidos por Desmond Ford (o chamado “princípio apotelesmático”) e a abordagem literária de Zdravko Stefanovic. Ford propôs uma interpretação para tentar harmonizar todos os principais sistemas de estudos proféticos (historicista, preterista e futurista). Por sua vez, Zdravko defendeu uma abordagem idealista ou espiritual que minimiza a aplicação histórica das profecias apocalípticas.

Desmond Ford analisou Daniel 12 a partir de um método histórico-crítico-gramatical-contextual. No prefácio do Commentary of Daniel escrito por Ford, o erudito F. F. Bruce observou que o teólogo adventista redigiu sua dissertação de doutorado “com base na exegese primária do texto bíblico”, enquanto no comentário ele explorou o “senso plenário” das visões de Daniel. Ford esboçou brevemente sua posição a respeito dos 1290 e dos 1335 dias, dizendo que essas datas poderiam ser entendidas pelo princípio do dia-ano ou dia-dia. Assim, esses períodos teriam dois cumprimentos completos. Para ele, a profecia se cumpriu com Antíoco Epifânio e suas ações repulsivas no templo de Jerusalém. Um cumprimento secundário teria ocorrido ao longo da história da igreja medieval, com “a supremacia do anticristo entre 538 e 1798”. Mas Ford não limitou os possíveis cumprimentos dessas profecias a esses dois eventos, pois haveria outro provável cumprimento nos últimos dias.

Há poucos anos, Zdravko Stefanovic, professor de estudos em Antigo Testamento, escreveu um comentário sobre Daniel intitulado Daniel: Wisdom to the Wise, que recebeu elogios por apresentar novas perspectivas e, ao mesmo tempo, preservar a compreensão histórica adventista.

O autor dividiu seu comentário em três partes principais. Primeiro, ele explorou os aspectos linguísticos, literários e históricos do texto original. Na segunda seção, ele fez uma exposição, apresentando o que o autor quis dizer. A última parte é um sumário do ensino do livro, explicando o significado do texto para hoje. Stefanovic se distanciou das aplicações históricas das profecias de Daniel e, portanto, do seu significado simbólico.

Para ele, os 1260, os 1290 e os 1335 dias aparecem em progressão numérica, o que levaria o leitor do livro a saber que uma aparente “demora” quanto à expectativa do fim é possível do ponto de vista humano. Portanto, Deus não teria revelado a Daniel uma sequência histórica de suas ações, mas apenas informado que suas batalhas contra as forças espirituais antagônicas durariam mais do que Daniel e os crentes poderiam prever. Porém, nesse caso, Daniel seria um livro sem nenhuma ênfase profética e escatológica.

Depois de analisar essas perspectivas, podemos concluir que a abordagem simbólica de Daniel 12:11 e 12 ainda é a interpretação mais plausível. Ela respeita a estrutura literária, contextual e temática do livro de Daniel. Conforme enfatizou Jean Zukowski em sua tese defendida na Universidade Andrews em 2009, os anos de 508 e 538 se destacam como datas-chave em que “os modelos de relacionamento entre igreja e estado e entre governantes e clérigos mudaram”.

A interpretação adventista tradicional das profecias de Daniel continua válida e faz parte da nossa identidade escatológica. Contudo, aproveitando o conceito de “verdade presente” tão caro ao adventismo, ela pode ser refinada e se beneficiar da mentalidade pós-moderna para apresentar novos aspectos e apoiar uma contínua expectativa da segunda vinda de Jesus. [Créditos da imagem: Fotolia]

ABNER F. HERNANDEZ está cursando o doutorado em história da igreja na Universidade Andrews

Fonte: Revista Adventista

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Reverência na Igreja

Reverência na IgrejaOs Pais Devem Ser Representantes de Deus

“Cada família, na vida doméstica, deve ser uma igreja, belo símbolo da igreja de Deus no Céu. Reconhecessem os pais sua responsabilidade para com os filhos, e sob nenhuma circunstância ralhariam e se irritariam com eles. Não é essa a espécie de educação que qualquer criança deve ter. Muitas e muitas crianças têm aprendido a censurar, a irritar-se, a xingar, a serem impetuosas, porque em casa assim lhes foi permitido ser. Os pais devem considerar que estão em lugar de Deus para com os filhos, a fim de incentivar todo princípio correto e reprimir todo mau pensamento.” Carta 104, 1897.

“Se as qualidades morais dos filhos forem negligenciadas pelos pais e professores, eles certamente serão pervertidos.” Review and Herald, 30 de março de 1897.


Os trechos a seguir estão em Orientação da Criança, pp. 99 e 100 (as passagens ao final das citações indicam os outros livros onde as mesmas se repetem).

A Reverência Deve Ser Alimentada

“A reverência… é uma graça que deve ser cuidadosamente alimentada. Toda criança deve ser ensinada a mostrar a verdadeira reverência para com Deus.” Profetas e Reis, p. 236.

“O Senhor deseja que compreendamos que devemos colocar nossos filhos na relação correta para com o mundo, a igreja e a família. O primeiro ponto a ser considerado é sua relação para com a família. Ensinemos-lhes a serem corteses uns para com os outros e corteses para com Deus. “Que quereis dizer”, podeis indagar, “ao dizer que lhes devemos ensinar a serem polidos para com Deus?” Quero dizer que devem ser ensinados a reverenciar ao nosso Pai celestial e a apreciar o grande e infinito sacrifício que Cristo fez em nosso favor. … Os pais e filhos devem manter tão íntima relação para com Deus que os anjos celestes possam comunicar-se com eles.”

“Esses mensageiros são impedidos de entrar em muitos lares em que são comuns a iniqüidade e a indelicadeza para com Deus. Peguemos de Sua Palavra o espírito do Céu e o tragamos para a nossa vida aqui.” Manuscrito 100, 1902.

Como Ensinar a Reverência

“Os pais podem e devem interessar seus filhos no conhecimento variado que se encontra nas páginas sagradas. Mas, se quiserem interessar seus filhos e filhas na Palavra de Deus, deverão eles próprios estar interessados na mesma. Devem estar familiarizados com seus ensinos, e, conforme Deus ordenou a Israel, falar a tal respeito “assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te”. Deut. 11:19. Aqueles que desejam que seus filhos amem e reverenciem a Deus, devem falar de Sua bondade, Sua majestade e Seu poder, conforme se acham revelados em Sua Palavra e nas obras da criação.” Patriarcas e Profetas, p. 504.

A Reverência é Revelada Pela Obediência

“Mostre-se às crianças que a verdadeira reverência se revela pela obediência. Deus nada ordenou que não seja essencial, e não há outro modo tão agradável a Ele para se manifestar reverência como a obediência àquilo que Ele falou.” Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 111.


Os trechos a seguir estão em Orientação da Criança, p. 158 (as passagens ao final das citações indicam os outros livros onde as mesmas se repetem).

“Fossem as crianças educadas e preparadas na vida do lar, para serem gratas ao Doador de todas as boas coisas, e veríamos em nossa família um elemento da graça celestial. Ver-se-ia alegria na vida do lar, e, saindo desses lares, o jovem levaria consigo um espírito de respeito e reverência para a escola e para a igreja. Haveria freqüência no santuário em que Deus Se encontra com Seu povo, reverência a todas as ordenanças de Seu culto, sendo tributados grato louvor e ações de graças por todos os dons de Sua providência.”

Os Pais Devem Ensinar Obediência

“Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo.” Efés. 6:1

“Às crianças deve se ensinar que suas faculdades lhes foram dadas para honra e glória de Deus. Para tal fim devem aprender a lição da obediência; pois unicamente por meio de vida de obediência voluntária podem elas prestar a Deus o serviço que Ele requer. Antes que a criança tenha idade suficiente para raciocinar, pode ser ensinada a obedecer. Mediante esforço moderado e persistente, deve estabelecer-se este hábito. …”

“Mostre-se às crianças que a verdadeira reverência se revela pela obediência. Deus nada ordenou que não seja essencial, e não há outro modo tão agradável a Ele para se manifestar reverência como a obediência àquilo que Ele falou.”

“A mãe é a rainha do lar, e os filhos são os seus súditos. Deve governar a casa sabiamente, na dignidade de sua maternidade. … Dizei a vossos filhos exatamente o que exigis deles. Então compreendam eles que vossa palavra deve ser obedecida. Assim estais a ensiná-los a respeitar os mandamentos de Deus, que… declaram: farás isto ou não farás.”

“Poucos pais começam devidamente cedo a ensinar seus filhos a obedecer. Consente-se usualmente que a criança tome aos pais a dianteira aos dois ou três anos, deixando aqueles de discipliná-la por julgarem que seja muito nova para aprender a obedecer. Mas em todo esse tempo o eu está se tornando forte no pequeno ser, e cada dia torna mais difícil a tarefa do pai, de conseguir o domínio. Em mui tenra idade as crianças podem compreender o que lhes é dito clara e simplesmente, e mediante uma direção bondosa e cuidadosa podem ser ensinadas a obedecer. Nunca se lhes deve permitir mostrar desrespeito para com os pais. Nunca se deve permitir que a obstinação passe sem ser reprimida. O futuro bem-estar da criança requer disciplina bondosa e amável, mas firme. …”

“Os pais prudentes não dirão a seus filhos: “Sigam o que quiserem; vão aonde quiserem; façam o que quiserem”; antes dirão: “Ouvi a instrução do Senhor.” Devem-se fazer regras e regulamentos sábios, e pôr em execução, a fim de que a beleza da vida doméstica não se perverta. …”

“E as crianças serão mais felizes, muito mais felizes, sob a disciplina conveniente, do que se forem deixadas a fazer conforme sugerem seus incontidos impulsos. As mais verdadeiras graças de uma criança consistem na modéstia e obediência, ou seja, em ter ela ouvidos atentos para escutar as palavras de guia, pés e mãos dispostos a andar e trabalhar no caminho do dever. …”

“Acima de tudo, devem os pais cercar os filhos de uma atmosfera de alegria, cortesia e amor. O lar em que habita o amor, e onde encontra expressão nos olhares, nas palavras e atos, é um lugar em que os anjos se deleitam em demorar-se.” Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pp. 110-113 e 115.


Os trechos a seguir estão em Orientação da Criança, pp. 538-547 (as passagens ao final das citações indicam os outros livros onde as mesmas se repetem).

Deus Deve Ser Reverenciado

“A verdadeira reverência para com Deus é inspirada por uma intuição de Sua infinita grandeza e consciência de Sua presença. Com essa percepção do Invisível o coração de toda criança deve ser profundamente impressionado.” Educação, p. 242.

“Deus deve ser em extremo tremendo na assembléia dos santos e grandemente reverenciado por todos os que O cercam.” Sal. 89:7.

Sua Palavra é Sagrada

“Devemos reverenciar a Palavra de Deus. Devemos mostrar respeito para com o volume impresso, nunca fazendo dele usos comuns, ou manuseando-o descuidadamente.”

“Jamais as Escrituras devem ser citadas em uma piada, ou referidas para reforçar um dito espirituoso. “Toda a Palavra de Deus é pura” (Prov. 30:5), “como prata refinada em forno de barro e purificada sete vezes.” Sal. 12:6.Educação, pp. 243 e 244.

“Deve-se ensinar às crianças a respeitar cada palavra que procede da boca de Deus. Os pais sempre devem engrandecer os preceitos da Lei do Senhor diante dos filhos, mostrando obediência a essa lei, ao viverem eles mesmos sob o domínio de Deus. Tome o senso da santidade da lei posse dos pais, e isso certamente transformará o caráter, convertendo a alma.” Review and Herald, 10 de maio de 1898.

O Lugar da Oração

“Em todo lar cristão, Deus deve ser honrado pelo sacrifício de oração e louvor, de manhã e à noite. As crianças devem ser ensinadas a respeitar e reverenciar a hora da oração.” Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 110.

“Deve-se ensiná-la [a criança] a considerar como sagrados a hora e o lugar das orações e cerimônias do culto público, porque Deus está ali. E ao manifestar-se reverência na atitude e no porte, aprofundar-se-á o sentimento que a inspira.” Educação, pp. 242 e 243.

A Casa de Deus

“Bom seria aos jovens e velhos estudar e ponderar, e muitas vezes repetir aquelas palavras das Santas Escrituras que mostram como o lugar assinalado pela presença especial de Deus deve ser considerado.”

“Tira os teus sapatos de teus pés”, Ele mandou a Moisés, na sarça ardente; “porque o lugar em que estás é terra santa.” Êxo. 3:5.

“Jacó, depois de contemplar a visão dos anjos, exclamou: “Na verdade o Senhor está neste lugar, e eu não o sabia. … Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos Céus.” Gên. 28:16 e 17.

“O Senhor está no Seu santo templo; cale-se diante dEle toda a Terra.” Hab. 2:20. Educação, p. 243.

“Muitos… não apreciam devidamente a santidade das coisas eternas. Quase todos precisam ser ensinados como se portar na casa de oração. Os pais devem não só ensinar, como exortar os filhos a entrarem no santuário divino com seriedade e reverência.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 199.

Guardar-se da Indiferença

“Da santidade atribuída ao santuário terrestre, os cristãos devem aprender como considerar o lugar onde o Senhor Se propõe encontrar-Se com Seu povo. Houve uma grande mudança, não para melhor mas para pior, nos hábitos e costumes do povo com relação ao culto religioso. As coisas sagradas e preciosas, destinadas a prender-nos a Deus, estão quase perdendo sua influência sobre nosso espírito e coração, sendo rebaixadas ao nível das coisas comuns. A reverência que o povo antigamente revelava para com o santuário onde se encontrava com Deus, em serviço santo, quase deixou de existir completamente. Entretanto, Deus mesmo deu as instruções para Seu culto elevando-o acima de tudo quanto é terreno.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 193.

“Freqüentemente a casa de Deus é desonrada e o sábado violado, pelos filhos de observadores do sábado. Em alguns casos, é-lhes até permitido correr de uma parte para outra na casa, brincar, conversar e manifestar seu mau gênio, mesmo nas reuniões em que os anjos devem adorar a Deus na beleza da santidade. E o lugar que deve ser santo, e onde deve reinar santa calma, e onde deve haver perfeita ordem, limpeza e humildade, é transformado numa perfeita Babilônia, “numa confusão”. E isso é suficiente para o desagrado de Deus e para desviar Sua presença de nossas assembléias.” Review and Herald, 19 de setembro de 1854.

Temos Mais Razões Para a Reverência do que os Hebreus

“É um fato deplorável que a reverência pela casa de Deus esteja quase extinta. As coisas e lugares sagrados já não se discernem; as coisas santas e elevadas não são apreciadas. Não haverá uma causa para essa falta de legítima piedade nas famílias? Não será acaso porque a elevada norma da religião esteja abatida até ao pó? Deus deu a Seu povo na antiguidade regras precisas e exatas sobre ordem. Porventura terá mudado? Não será Ele mais o Altíssimo e Todo-poderoso que domina sobre o Universo? Não conviria lermos as instruções que Deus mesmo Se dignou dar aos antigos hebreus para que nós, que temos a Verdade gloriosa irradiando sobre nós, os imitemos em sua reverência para com a casa de Deus? Temos motivos de sobra… para ser mais ponderados e reverentes em nosso culto do que os judeus. Mas o inimigo tem estado a trabalhar, a fim de destruir nossa fé na santidade do culto cristão.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 198.

A Igreja: o Santuário da Congregação

“A casa é o santuário da família; e o aposento ou a floresta, o lugar mais recôndito para o culto individual; mas a igreja é o santuário da congregação. Devem existir aí regulamentos quanto ao tempo, lugar e maneira de culto.”Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 193.

Ensinar as Crianças a Entrar com Reverência

“Pais, exaltai o padrão do cristianismo no espírito de vossos filhos; ajudai-os a entretecer a pessoa de Jesus em sua experiência; ensinai-os a ter o maior respeito pela casa de Deus e a compreender que, quando entram ali, devem fazê-lo com o coração comovido, ocupando-se com pensamentos como estes: “Deus está aqui; esta é a Sua casa. Devo alimentar pensamentos puros e guiar-me pelos mais santos propósitos. Não devo conservar em meu coração orgulho, inveja, ciúme, suspeitas, ódio ou engano; porque estou na presença de Deus. Este é o lugar onde Deus vem ter com Seu povo e o abençoa. O Altíssimo e santo, que habita na eternidade, me vê, esquadrinha meu coração, e lê meus mais secretos pensamentos e atos de minha vida.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 196.

Permanecer com os Pais

“O sentimento moral dos que adoram a Deus no Seu santuário tem de ser elevado, apurado e santificado. Eis o que tem sido deploravelmente negligenciado. É assunto que foi votado ao desprezo e o resultado disso é a desordem e irreverência que passaram a imperar e Deus é desonrado. Se os dirigentes de igrejas, os pastores, o povo, os pais, não têm idéias mais elevadas a esse respeito, que poderão esperar de crianças inexperientes? Estas são muitas vezes encontradas em grupos, afastadas dos pais que deviam tomar conta delas; e embora se encontrem na presença de Deus, cujos olhos sobre elas repousam, põem-se a cochichar e a rir, portando-se inconvenientemente, e mostrando-se desrespeitosas e desatentas.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 199.

Sóbrios e Quietos

“Não tenhais tão pouca reverência pela casa e o culto de Deus, a ponto de palestrar uns com os outros durante o sermão. Se os que cometem essa falta pudessem ver os anjos de Deus observando-os e anotando suas ações, encher-se-iam de vergonha e desprezo de si próprios. Deus quer ouvintes atentos. Foi enquanto os homens dormiam que o inimigo semeou o joio.” Mensagens aos Jovens, p. 266.

Não Agir Como se Estivessem em Lugar Comum

“Deve haver um lugar sagrado, como o antigo santuário, em que Deus Se encontre com Seu povo. Esse lugar não deve ser usado como sala para lanches ou de negócios, mas simplesmente para o culto de Deus. Quando as crianças freqüentam a escola diurna no mesmo lugar em que se reúnem para prestar culto no sábado, não se pode fazer com que sintam a santidade do lugar, e que devem entrar com um senso de reverência. O sagrado e o comum estão tão ligados que é difícil distingui-los. Por essa razão é que o santuário dedicado a Deus não se deve tornar lugar comum. Sua santidade não se deve confundir ou misturar com os sentimentos comuns de cada dia, ou com a vida comercial. Deve haver solene e respeitoso temor sobre os adoradores, ao entrarem no santuário. E devem eles deixar para trás todos os pensamentos comuns e mundanos, pois é um lugar em que Deus manifesta Sua presença. É como se fosse a sala de audiência do grande e eterno Deus; portanto o orgulho e a paixão, a dissensão e presunção, o egoísmo e a cobiça, que Deus diz ser idolatria, são impróprios para tal lugar.” Manuscrito 23, 1886.

Não Manifestar Espírito Leviano

“Pais, é vosso dever ter vossos filhos em perfeita sujeição, sendo dominadas todas as suas paixões e mau gênio. E se as crianças são levadas às reuniões, deve-se-lhes fazer saber compreender onde estão: que não estão em casa, mas no lugar em que Deus Se reúne com Seu povo. Devem ser conservadas quietas e afastadas de toda a brincadeira, e Deus para vós voltará o Seu rosto, para Se encontrar convosco e vos abençoar.”

“Caso se observe ordem na assembléia dos santos, a verdade produzirá melhor efeito sobre todos os ouvintes. Será incentivada a tão necessária solenidade e haverá na verdade um poder para mover as profundezas da alma, não recaindo sobre os ouvintes um estupor letal. Tanto os crentes como os descrentes serão afetados. Parece evidente que em alguns lugares a arca de Deus foi removida da igreja, pois os santos mandamentos têm sido violados e se tem enfraquecido a força de Israel.” Review and Herald, 19 de setembro de 1854.

Levar Para Fora a Criança Perturbadora

“Vosso filho deve ser ensinado a obedecer, como os filhos de Deus Lhe obedecem. Caso se mantenha essa norma, uma palavra vossa terá algum peso, quando a criança fica inquieta na casa de Deus. Se a criança não pode ser refreada, se os pais acham que a restrição não passa de uma exigência excessiva, ela deve ser imediatamente retirada da igreja; não se deve permitir que desvie a mente dos ouvintes, falando ou correndo de uma parte para outra. Deus é desonrado pela maneira frouxa em que os pais dirigem os filhos enquanto estão na igreja.” Carta 1, 1877.

A Irreverência Incentivada Pelo Vestuário

“Todos deveriam ser ensinados a trajar-se com asseio e decência, sem, porém, se esmerarem no adorno exterior que é impróprio para a casa de Deus. Cumpre evitar toda a ostentação em matéria de roupa, que somente serviria para estimular a irreverência. … Deve-se cuidar estritamente de toda a questão do vestuário, seguindo à risca as prescrições bíblicas; a moda é uma deusa que impera no mundo, e não raro se insinua também na igreja. A igreja deve também a esse respeito fazer da Bíblia sua norma de vida, e os pais fariam bem em meditar seriamente nesse assunto.” Testemunhos Seletos, vol. 2, pp. 201 e 202.

Mostrar Reverência Para com os Pastores

“Deve-se mostrar respeito para com os representantes de Deus – pastores, professores, pais, os quais são chamados para falarem e agirem em Seu lugar. No respeito que lhes é manifestado, Deus é honrado.”Educação, p. 244.

“Raras vezes [as crianças] são instruídas que os pastores são embaixadores de Deus, que a mensagem que pregam é um meio por Ele determinado para a salvação de almas e que, para todos os que têm o privilégio de a ouvir, constitui um cheiro de vida para vida, ou de morte para morte.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 199.

“Nada do que é sagrado, nada do que pertence ao culto de Deus, deve ser tratado com descuido ou indiferença. Ao ser apresentada a palavra da vida, deveis lembrar-vos de que estais ouvindo a voz de Deus, por intermédio de Seu servo escolhido. Não deveis pela desatenção perder essas palavras; se atendidas, poderão guardar-vos os pés de se extraviarem em maus caminhos.” Mensagens aos Jovens, p. 266.

A Responsabilidade dos Pais Críticos

“Pais, vede que exemplo e idéias dais a vossos filhos! Sua mente é plástica e as impressões ali se fazem com a maior facilidade. Se durante o culto divino o pregador comete algum erro, guardai-vos de vos referir a ele. Falai apenas das coisas boas que fez, das excelentes idéias que apresentou, e que deveis aceitar como vindas de um instrumento de Deus. Pode-se compreender facilmente por que as crianças são tão pouco impressionadas pelo ministério da palavra e por que manifestam tão pouca reverência pela casa de Deus. Sua educação a esse respeito tem sido defeituosa.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 200.

“O delicado e impressionável espírito da juventude avalia o trabalho dos servos de Deus pelo mesmo padrão pelo qual os pais o medem. Muitos chefes de família têm por costume criticar em casa o culto, aprovando umas poucas coisas e condenando outras. Desse modo, a mensagem de Deus aos homens é criticada, posta em dúvida e tratada levianamente. Que impressões são produzidas por essas observações imponderadas e irreverentes, só os livros do Céu o poderão revelar. Os filhos vêem e compreendem essas coisas muito mais facilmente do que imaginam os pais. Ao seu senso moral é assim dada uma orientação errada que o tempo nunca conseguirá retificar de todo. Os pais muitas vezes se queixam da dureza de coração dos filhos e da dificuldade que têm em convencê-los de seu dever de atender às exigências divinas. Os livros do Céu registram, entretanto, com toda a precisão a legítima causa. Os pais não estão convertidos. Não estão de acordo com o Céu e a obra de Deus. Suas idéias estreitas e mesquinhas acerca da santidade do ministério e do santuário de Deus foram entretecidas na educação dos filhos.”

“É de duvidar que alguém que viveu sob a atmosfera corrupta de tal educação consiga desenvolver a verdadeira reverência e respeito pelo ministério de Deus e pelos nstrumentos por Ele destinados para a salvação de pecadores. Acerca dessas coisas dever-se-ia falar com respeito, em linguagem conveniente e com muito escrúpulo, a fim de mostrar às pessoas que nos ouvem que consideramos a mensagem dos servos do Senhor como a nós enviada pelo próprio Deus.” Testemunhos Seletos, vol. 2, pp. 199 e 200.

Tornar a Reverência um Hábito

“Há grande necessidade de reverência nos jovens deste século. Fico alarmada ao ver as crianças e jovens de pais religiosos tão descuidados quanto à ordem e à compostura que devem ser observadas na casa de Deus. Enquanto os servos de Deus estão apresentando ao povo as palavras da vida, alguns estão lendo, outros cochichando e rindo. Seus olhos estão pecando, ao desviarem a atenção dos que os cercam. Caso se permita que tal hábito não seja reprimido, ele crescerá e influenciará outros.”

“As crianças e jovens nunca devem achar que é algo de que se devam orgulhar ser indiferentes e descuidados nas reuniões em que Deus é adorado. Deus vê todo pensamento ou ato irreverente e este é registrado nos livros do Céu. Ele diz: “Eu sei as tuas obras.” Apoc. 3:8. Nada está escondido de Seus olhos perscrutadores. Caso tenhais formado, em qualquer grau, o hábito de desatenção e indiferença na casa de Deus, exercei as faculdades que tendes para corrigi-lo e demonstrar que tendes respeito próprio. Praticai a reverência até que ela se torne parte de vós mesmos.” The Youth’s Instructor, 8 de outubro de 1896.


“Haja paz no lar, e haverá paz na igreja. Essa preciosa experiência levada para a igreja será um meio de criar bondoso afeto de uns para com os outros. Cessarão as contendas. Ver-se-á verdadeira cortesia cristã entre os membros da igreja. O mundo conhecerá que eles têm estado com Jesus e que dEle tem aprendido. Que impressão exerceria a igreja sobre o mundo se todos os membros levassem vida cristã!” Orientação da Criança, p. 549


“Fossem as crianças, na vida doméstica, educadas e exercitadas a ser gratas ao Doador de toda boa dádiva, e veríamos um elemento de graça celeste manifestar-se em nossas famílias. Ver-se-ia na vida do lar a satisfação e, saindo de lares assim, a juventude levaria consigo um espírito de respeito e reverência para as salas de aula e para a igreja. Haveria assistência ao santuário onde Deus Se encontra com Seu povo, reverência por todas as ordenanças de Seu culto e grato louvor e ações de graças ascenderiam por todos os dons de Sua providência. …” Filhos e Filhas de Deus, (Meditação Matinal 1956), p. 122.


Os trechos a seguir estão em Conselhos sobre a Escola Sabatina, pp. 79-80 (as passagens ao final das citações indicam os outros livros onde as mesmas se repetem).

“Que pais e professores impressionem a mente das crianças com o fato de que o Senhor os está provando nesta vida, para ver se Lhe obedecem com amor e reverência. Os que aqui não forem obedientes a Cristo, também não Lhe obedeceriam no mundo por vir. O Senhor procura prepará-los para as mansões celestiais que Jesus foi preparar para os que O amam.” Testimonies on Sabbath School Work, pp. 31 e 32.

A Vida Religiosa das Crianças

“A religião ajuda as crianças a estudar melhor e a fazer trabalho mais fiel. Uma menina de doze anos dava, com simplicidade, a prova de que era cristã. “Eu não gostava de estudar, mas de brincar. Era preguiçosa na escola, e muitas vezes não sabia minhas lições. Agora, para agradar a Deus, aprendo bem cada lição. Quando os professores não me observavam, era peralta e fazia travessuras para entreter as outras crianças. Agora, desejo agradar a Deus comportando-me bem e observando os regulamentos escolares. Era egoísta em casa e não gostava de dar recados. Aborrecia-me quando mamãe me chamava de meus brinquedos para ajudá-la no trabalho. Agora, tenho verdadeira alegria em auxiliar mamãe de qualquer modo e mostrar-lhe que eu a amo.”

“Não ensineis as crianças com referência a algum tempo, no futuro, em que elas terão idade bastante para se arrepender e crer na verdade. Quando instruídas de maneira apropriada, crianças muito pequenas poderão ter corretos pontos de vista quanto a seu estado como pecadoras e ao caminho da salvação, por meio de Cristo.”Testimonies on Sabbath School Work, p. 112.

O Coração das Crianças é Muito Suscetível

“Os professores da Escola Sabatina precisam andar perante Deus com cuidado e oração. Devem trabalhar como os que têm de prestar contas. É-lhes dada a oportunidade de ganhar pessoas para Cristo, e quanto mais os jovens permanecerem impenitentes, tanto mais resistirão ao Espírito de Deus. Ao passarem-se os anos, é provável que diminua a sensibilidade pelas coisas divinas e seja menor a suscetibilidade às influências religiosas. Diariamente Satanás trabalha para prendê-los nos hábitos de desobediência e no espírito de impenitência, havendo menos probabilidade de que se tornem cristãos. E que contas prestarão, finalmente, os professores indiferentes? Por que há de a timidez moral cegar a mente do professor e torná-lo relutante para desenvolver adequados esforços para a conversão das preciosas crianças e jovens? Por que não deixar o Espírito Santo criar ao redor da pessoa uma atmosfera que afaste a escuridão moral, levando a outros a luz celestial?” Testimonies on Sabbath School Work, pp. 44 e 45.


Comportamento na Casa de Deus

“A reverência é grandemente necessária na juventude deste século. Estou alarmada ao ver crianças e jovens, filhos de pais religiosos, tão descuidados da ordem e decência que devem ser observadas na casa de Deus. Enquanto os servos de Deus apresentam ao povo as palavras de vida, alguns estão lendo, outros cochichando e rindo. Seus olhos estão pecando, distraindo a atenção dos que se acham ao seu redor. Esse hábito, se não for corrigido, crescerá, e influenciará a outros.”

“As crianças e os jovens nunca devem julgar que seja motivo de orgulho o ser indiferente e descuidado nas reuniões onde Deus é adorado. Deus vê todo pensamento ou ato irreverente, o qual é registrado nos livros do Céu. Ele nos diz: “Eu conheço as tuas obras.” Apoc. 2:19. Nada está escondido perante Seus olhos pesquisadores. Se houverdes formado em qualquer grau o hábito de desatenção e indiferença na casa de Deus, exercitai as faculdades que tendes para o corrigir, e mostrai que sabeis respeitar-vos a vós mesmos. Praticai a reverência até que ela se torne parte de vós mesmos.”

“Não tenhais tão pouca reverência pela casa e o culto de Deus, a ponto de palestrar uns com os outros durante o sermão. Se os que cometem essa falta pudessem ver os anjos de Deus observando-os e anotando suas ações encher-se-iam de vergonha e desprezo de si próprios. Deus quer ouvintes atentos. Foi enquanto os homens dormiam que o inimigo semeou o joio.”

“Nada do que é sagrado, nada do que pertence ao culto de Deus, deve ser tratado com descuido ou indiferença. Ao ser apresentada a palavra da vida, deveis lembrar-vos de que estais ouvindo a voz de Deus por intermédio de Seu servo escolhido. Não deveis pela desatenção perder essas palavras; se atendidas, poderão guardar-vos os pés de se extraviarem em maus caminhos.” Mensagens aos Jovens, p. 266


Os trechos a seguir estão em Refletindo a Cristo, (Meditações Matinais 1986), p. 166 (as passagens ao final das citações indicam os outros livros onde as mesmas se repetem).

Tempo Para os Filhos

“E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” Efés. 6:4.

Já falamos da importância do trabalho e da missão da mãe, e não podemos passar por alto o dever e a responsabilidade do marido e pai na educação dos filhos. Seus esforços devem estar em harmonia com os da mãe temente a Deus. Ele deve manifestar seu amor e respeito por ela como sendo a mulher que escolheu e como mãe de seus filhos. …

Na maioria das famílias há filhos de idades variadas, alguns dos quais necessitam não apenas da atenção e sábia disciplina da mãe, mas também da resoluta, e ao mesmo tempo afetuosa influência do pai. …

Os pais devem associar-se aos filhos, compartilhando de seus pequenos problemas, ligando-os ao seu coração através de fortes laços de amor, e estabelecendo uma tal influência sobre sua mente em desenvolvimento, que seus conselhos serão considerados sagrados. …

Ao voltar do trabalho para casa ele deve considerar como sendo uma agradável variação o passar algum tempo com os filhos. Poderá levá-los ao jardim, e… dar-lhes importantes lições sobre o Criador, abrindo perante eles o grande livro da natureza, onde o amor de Deus é expresso em cada árvore, flor, e haste. Poderá impressionar-lhes a mente com o fato de que se Deus tem tanto cuidado com as árvores e flores, tanto maior cuidado terá das criaturas formadas à Sua imagem. Poderá levá-las a entender desde cedo que Deus deseja que as crianças sejam atraentes, não com adornos artificiais, mas através da beleza do caráter, e dos encantos da bondade e afeição, os quais encherão seu coração de alegria e felicidade.

Os pais podem fazer muito no sentido de pôr seus filhos em contato com Deus, animando-os a amar as coisas da natureza que lhes deu, e a reconhecer a mão do Doador em tudo que receberam. O solo do coração pode, assim, ser preparado desde cedo para que as preciosas sementes da verdade sejam lançadas, as quais no devido tempo brotarão e produzirão uma rica colheita. Pais, as horas que gastardes para obter um completo conhecimento do temperamento e caráter de vossos filhos, bem como os melhores métodos de lidar com sua jovem mente, são preciosas. Signs of the Times, 6 de dezembro de 1877.

O dever do pai para com seus filhos deve ser um de seus interesses prioritários, e não deve ser deixado de lado para adquirir fortuna, ou para conquistar posição elevada no mundo. Na verdade, as condições impostas pela riqueza e honra freqüentemente separam um homem de sua família, e eliminam mais do que qualquer outra coisa a influência que exerce sobre eles. Se o pai quiser que os filhos desenvolvam um caráter harmonioso, e sejam uma honra para ele e uma bênção ao mundo, ele tem uma obra especial a realizar. Signs of the Times, 20 de dezembro de 1877.”

Download: Reverência na Igreja

Fonte: Centro de Pesquisas Ellen White

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Jean Wyllys Propõe Emenda À Bíblia Para Retirar Trechos Considerados Homofóbicos

O deputado federal Jean Wyllys, do PSOL, apresentou na tarde de hoje um projeto de emenda ao texto da Bíblia que pretende tirar do livro sagrado dos cristãos os trechos considerados “homofóbicos”.

A proposta causou polêmica mesmo antes de sua apresentação, levando vários membros da bancada evangélica a tentarem articular com a mesa da Casa legislativa a rejeição sumária de proposta.

O autor do projeto, já precavido das reações contrárias, ocupou a tribuna para justificá-lo.

“Desde o início eu sabia das reações que os setores fundamentalistas iriam protagonizar. Mas vejam vocês que até mesmo do livro do Monteiro Lobato foi extraído um trecho racista, por qual motivo não podemos fazer o mesmo com a Bíblia?”, questionou.

A proposta não especifica os trechos que seriam retirados das escrituras, pois para tanto, seria formada uma “Comissão de notáveis”, que decidiriam quais passagens são homofóbicas.

“Já consultei vários teólogos especialistas em pederastia e vou sugerir vários nomes para essa comessão.. digo, comissão”, revela o parlamentar.

Não é a primeira vez no Brasil que trechos da Bíblia causam polêmica no mundo do homossexualismo.

Em 2011 a justiça determinou a retirada de outdoors de Ribeirão Preto com passagens bíblicas por considerá-los ofensivos aos gays.

Caso a proposta seja aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, será levada a plenário e submetida a votação em dois turnos.

Se aprovada, será enviada ao Senado onde passará por votação em dois turnos, após os quais entrará em vigor independentemente de sanção da presidente Dilma, por se tratar de Projeto de Emenda à Bíblia.

Fonte: Joselito Müller

Nota: Mais uma dele! Já se tornou um caso pessoal… O que mais me impressiona é que o Jean W. é um homem público, representante de uma (pequena ou grande) parcela da sociedade que votou nele, mas que infelizmente, em pleno estado democrático não consegue conviver com opiniões contrarias a sua visão de mundo. [SM]

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A Encíclica Que Uni Mais Ainda o Papa Francisco e o EUA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta quinta-feira que admira “profundamente” a decisão do papa Francisco de publicar uma encíclica na qual pede “com clareza, força e toda a autoridade moral de sua posição” uma ação contra a mudança climática.

“Temos uma profunda responsabilidade de proteger nossos filhos, e os filhos de nossos filhos, dos efeitos danosos da mudança climática”, ressaltou Obama em comunicado no qual ressaltou que os Estados Unidos devem “ser um líder nesse esforço”.

Obama citou seu compromisso com ações “audazes” em seu país e no exterior para reduzir as emissões de gases poluentes, aumentar o uso de energias limpas e fomentar uma “administração responsável” dos recursos naturais.

“Também devemos proteger os pobres, que menos fizeram para contribuir para esta crise que se avizinha”, frisou.

O presidente americano acrescentou que espera falar sobre mudança climática com o papa quando o pontífice visitar a Casa Branca, em setembro.

“E enquanto nos preparamos para as negociações globais sobre o clima em Paris em dezembro, é minha esperança que todos os líderes do mundo – e todos os filhos de Deus – refletirão sobre a ligação do papa Francisco a se unirem para cuidar de nosso lar comum”, concluiu.

Em outro comunicado, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, disse que a “poderosa” encíclica do papa e seu apelo para que “todas as religiões trabalhem juntas” frente à mudança climática “reflete a urgência do desafio”.

El Papa Francisco recibió este jueves  en el Vaticano al presidente de Estados Unidos, Brack Obama y al secretario de Estado, John Kerry.

Barack Obama, Papa Francisco e John Kerry

Nesta semana, o governo americano anunciou que coordenará um investimento do setor privado de US$ 4 bilhões para reduzir as emissões de dióxido de carbono e potencializar o uso de energias renováveis, como parte de sua estratégia de luta contra a mudança climática.

Fonte: Terra

Nota: Cada vez mais próximos! No primeiro encontro entre Obama e Francisco em 27/05/2015, o presidente americano disse: “a voz do Papa Francisco é uma voz que o mundo deve ouvir”. E agora de forma mais persuasiva continua a enaltecer as ações do pontífice.

O discurso “ideológico” (abordados pela encíclica “verde” ou “casa comum”) sobre as mudanças climáticas pela ação do homem vai além do meio ambiente, trazem a tona a desigualdade social, questiona os métodos de produção, consumo, família, etc. Isto tudo vai de encontro com um conceito de desaceleração, diminuir o ritmo das “coisas”. E se a temática é esta, porque não se beneficiar da observância de um dia especifico da semana, onde as empresas cessem sua produção, o comércio, entidades financeiras, escolas, etc. também sigam a mesma regra de repouso. Parece improvável? Mas não é! Já havia sido sugerido por Al Gore.

Em 2011 conheci o pastor Aldrovando Araujo e ele comentou que estava nos EUA quando o Al Gore (Premio Nobel da Paz de 2007) lançou o documentário “An Inconvenient Truth” (Uma Verdade Inconveniente), que abordar as mudanças climáticas por consequência da ação do homem. E na coletiva os repórteres perguntaram qual seria a solução para reverter o quadro, e ele disse que a forma mais sensata seria a interrupção de todas as atividades produtivas pelo menos um dia da semana… Ai nós já sabemos o resultado.

Haverá mais um encontro entre Obama e Francisco em setembro nos EUA, antes da Conferencia do Clima (COP 21) que será realizada em Paris em dezembro. Muita coisa ira acontecer!

É só alinhar os discursos, e potencializa-lo com o aceite de pessoas publicas de renome (políticos, religiosos, artistas, escritores, cientistas, empresários, etc). Assim veremos o cenário perfeito para as ações que culminarão no decreto. Esta bem próximo… Que Deus nos abençoe e oriente. [SM]

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O Perigo da Carne de Porco

Há muitos anos haviam me pedido para que escrevesse um tratado sobre o dano que causa a carne de porco. Em outras palavras, que escrevesse sobre as toxinas-venenos que se encontram nesta carne.

Palestra, monografia do Dr. Han-Heinrich Reckeweg
Os perigos da carne de porco

Várias vezes tentei fazê-lo, mas nunca chegava a terminá-lo, em parte por falta de tempo e também porque não me animava a escrever sobre este problema, que na Europa ocidental era tão pouco conhecido. Contribuía à minha indecisão, o fato de que a propaganda manipulava para o benefício econômico, dizia totalmente o contrário.

Apesar de tudo, quero que esta pequena monografia esteja à disposição dos leitores, para demonstrar a possibilidade de que qualquer um, eliminando os fatores tóxicos de sua alimentação, pode conservar sua saúde. E incluído, que em casos de curas biológicas e chegando a proibição total, possa recuperá-la quando esta pareça impossível. Se verá que nestas situações, o único caminho viável, consiste em evitar de forma absoluta a carne de porco.

Aqui não posso deixar de nomear os fundadores das grandes culturas, já que influenciaram radicalmente à civilização ocidental. Por exemplo, Moisés e os profetas por um lado Maomé por outro, nos ensinamentos a seus povos, preveniram sobre a enfermidade como castigo para aqueles que comessem carne de porco.

O consumo da carne de porco é especialmente perigoso nas zonas tropicais. Isto se pode notar na África, onde debaixo do mesmo cima uma parte da população é islâmica e a outra que se encontra influenciada pela civilização ocidental. A população que segue as leis do islamismo é saudável, enquanto que a que vive com os hábitos ocidentais, têm todas as enfermidades que tipicamente provem do consumo da carne de porco.

Este não é o único exemplo. Também nas distintas tribos Hunsa que habitam a região do Himalaia, se pode notar este fenômeno. As tribos islâmicas que não comem de porco, são saudáveis e trabalham até a velhice como carregadores para numerosas expedições, enquanto que as que vivem do outro lado do vale e que não seguem os costumes nem as regras alimentares islâmicas, estão atormentadas pelas enfermidades comuns no ocidente.

Por isso seria impossível apresentar esta monografia na Arábia Saudita, Egito, Paquistão, Argélia, Tunísia, Líbia ou qualquer outro país onde a religião dominante é o islamismo. Seguramente diriam que o que exponho agora, há milhões de anos se sabe e se respeita e é algo tão comum e corrente que a ninguém ocorreria fazer o contrário, já que implicaria em alijar-se de seus princípios.

É sabido que não só os judeus, mas também os maometanos, tem estritamente proibido o consumo da carne de porco. Agora se diz que os sacerdotes tiveram que tomar estas medidas de caráter religioso e higiênico, devido a freqüente triginose (doença parasitária) que apresentava a carne de porco. Mas de nenhuma maneira é assim.

Efeitos da carne de porco

Durante a Segunda guerra mundial ficavam enfermos mais e mais soldados que lutavam no norte da África às ordens do general Rommel. A enfermidade, denominada de “úlceras do trópico”, afetava gravemente as pernas e impedia que os soldados pudessem participar da luta, obrigando a mantê-los hospitalizados por muito tempo. Depois de todo tipo de tratamentos sem obter êxito algum, lhes ocorreu que as úlceras nas pernas poderiam ter a ver com a alimentação, já que os nativos não pareciam sofrer em absoluto desta enfermidade. Então decidiram seguir as normas alimentares dos habitantes islâmicos e não comer mais carne de porco. Com esta mudança na alimentação, a enfermidade desapareceu.

Eu já sabia antes da guerra que a carne de porco, de certo modo, era de difícil digestão (mais pesada) e desenvolvia efeitos tóxicos. Nesta época, eu acreditava que isso era aplicável unicamente as preparações frescas da carne de porco, como por exemplo perna, orelha, costela de porco, etc. e não para as preparações salgadas (presunto, toucinho, etc.) nem os produtos defumados. Em efeito, se conhecia que o consumo das preparações frescas da carne de porco pode provocar enfermidades agudas como apendicite, colecistilis (infecção da vesícula biliar) e cólicas hepáticas, gastroenterite com quadros clínicos de tifo e paratifóide, assim como edemas agudos, furúnculos, etc.

Naquela época, semelhantes enfermidades não pareciam vir do consumo de embutidos a base de porco. Logo aprendi, por um experimento involuntário, motivado por uma drástica mudança na alimentação de toda a população alemã. Isso ocorreu nos anos de fome depois da guerra e pela seguinte reforma monetária de 1948.

Nos anos de dieta durante e depois da guerra, que tiveram seu fim com a reforma monetária, a população alemã estava praticamente saudável. Somente uma pequena minoria podia comer até ficar satisfeita. Não havia carne de porco e somente porções mínimas de outros tipos de carnes. Não havia quase nada de gordura ou de açúcar para comprar, nas trocas se podiam obter cereais, pão, etc. em suficientes quantidades, e ademais era possível completar as comidas com mingaus, legumes e verduras frescas.

Nessa época de crise praticamente sumiram ataques de apendicite e enfermidades da vesícula biliar. Os poucos que sofreram dessas enfermidades, eram os que secretamente matavam o porco e o comiam, mas isto ocorria muito raramente. Também o reumatismo, os problemas articulares em ligamentos e infecções parecidas, assim como os ataques cardíacos, arteriosclerose e a hipertensão (alta pressão) arterial, chegaram a ser enfermidades quase desconhecidas.

Entretanto, pouco depois da reforma monetária de 1948, quando a carne de porco, o presunto e especialmente o toucinho voltaram a estar à disposição de todos, mudou o quadro fundamentalmente. Apendicite, infecções da vesícula, infecções da pele como piodermite, furúnculos e abcessos, voltaram a serem enfermidades de todos os dias.

O que especialmente causou maior temor nessa época foi o incremento das distintas formas de neoplasia (câncer). Muitos pacientes entre 60 e 70 anos de idade, que até então não tinham problemas de saúde, manifestaram problemas digestivos, estomacais ou intestinais. Se determinou que em geral, que a causa desses problemas era existência de infecções cancerosas no estômago, os intestinos e o esôfago.

O desenvolvimento desses casos foi tão instrutivo e biologicamente significativo que tive que notar os importantes indícios advertentes, que a origem de todo este tipo de enfermidade se baseia na condição tóxica de alguns alimentos.

Depois de anos de experiências, pude comprovar que muitas outras enfermidades, como por exemplo a artrite e a artrose, também estão relacionadas com o consumo da carne de porco. Semelhante vinculação se observou para enfermidades específicas, como a leucorréia (fluxo uterino), a infecção crônica do conduto lacrimal, as infecções consequentes de operações do ouvido, e outras parecidas com o processo de cura das feridas de guerra. Estas enfermidades se manifestaram no organismo pelo consumo da carne de porco e se tornaram praticamente incuráveis, a menos que os pacientes deixassem de comer esta carne.

Experimentos da Alimentação
Então decidi fazer experimentos muito controlados, muito mais do que até então estava acostumado. Comprei 30 garrafas altas e largas para usá-las como jaulas de ratos e um grupo de ratos brancos. Logo me dediquei a fazer experiências com distintos grupos.

Os ratos que foram alimentados com carne de porco se inclinavam extremamente ao canibalismo. Ao aumentar a idade, à cabo de alguns meses ou anos, se observou que tinham câncer em várias partes do corpo. Também desenvolveram enfermidades da pele. Os ratos que, pelo contrário, tiveram alimentação normal, se bem que também apresentaram algumas enfermidades, apresentaram muitíssimos menos casos de câncer e de outras infecções mortais. Ademais, neste segundo grupo não se notou o canibalismo.

Logo inteirei-me, ao receber a comunicação de outros experimentos, que os cães da raça Boxer, não devem comer carne de porco sob nenhuma circunstância, já que se comem são afetados pela sarna e outras enfermidades da pele, apresentando muitos casos de patologias internas malignas.

Também se receberam notícias sobre animais de circo (leões e tigres) que tampouco devem alimentar-se com carne de porco, porque engordam muito rápido e sofrem de pressão baixa, as quais lhes causa hemorragias nasais. Outra informação a respeito foi a que recebi de um criador de trutas, o qual me contou que sua criação morreu como consequência de terem ingerido carne de porco.

Homotoxicologia da carne de Porco

Em 1948 voltaram à meu consultório pacientes com várias enfermidades agudas e crônicas. Nessa época pude fazer raras observações, que me levaram a desenvolver evoluções sobre a homotoxicologia.

Nessas observações pude determinar que a carne de porco contém homotoxinas significativas. Estas homotoxinas ou toxinas do corpo levam à reações de defesa, que produzem a aparição de diversas enfermidades. Também nos resultados que se demonstraram nas comunicações existentes se atribuía já a muitas partes da carne de porco a qualidade de homotoxinas, levando uma nova denominação de “sutoxinas”.

Provou-se que a gordura animal que alguém consome se armazena como se fizesse parte daquele corpo. Por exemplo, um cachorro alimentado com gordura de porco, fixa-a e a retém em seu tecido adiposo. Logo se produzem reações químicas na gordura do tecido subcutâneo, com formação de iodo. Parte da gordura se incorpora ao sangue, formando grandes moléculas que são fatores determinantes de arteriosclerose a hipertensão e os problemas circulatórios em geral.

Elementos Tóxicos Especiais da Carne de Porco

Pelo anterior, então quis saber quais eram as entre a carne de porco e os outros tipos de carne. Foi difícil conseguir uma informação que valesse a pena, já quase todas as informações expunham basicamente cálculos sobre calorias,mas apesar de tudo, alguns pontos importantes se pôde constatar:

1 – A carne de porco contém grandes quantidades de gordura: Outros tipos de carne, como a vaca, carneiro, etc., contém gordura apenas em seu tecido adiposo, fora das células (musculares) da carne. O porco tem depósitos de gordura em seu tecido adiposo, mas também tem dentro das próprias células da carne. Visto que as gorduras geram o dobro de calorias que as proteínas e os hidratos de carbono, resulta que ingeri-las produz, um excedente que se deposita nos tecidos. Portanto, os que comem muita carne de porco, normalmente sofrem de obesidade. Tanto esta obesidade quanto os elementos tóxicos que contém e transmite a carne de porco, se podem eliminar somente com muita dificuldade.

2 – A gordura acompanha o colesterol: A gordura, em forma de colesterol, constitui grandes moléculas que passam a fazer parte do sangue. Estas são responsáveis pela alta pressão sangüínea, a arteriosclerose, infecções cardíacas e os problemas circulatórios, especialmente agravados quando se combina a ação da nicotina. É de notar também que na parede das células cancerosas, se encontra colesterol.

3 – Perigos especiais que ocasionam aos tecidos conjuntivos elevada proporção dos compostos de enxofre: Nestes casos, os tecidos conjuntivos se convertem numa espécie de almofadões. Tal circunstância determina a aparição de reumatismos, artrite, artrose, etc., porque o tecido se torna muito mole e não tem suficiente resistência.

Fizeram-se experimentos que demonstraram que quanto menos compostos de enxofre nos tecidos conjuntivos, estes são mais resistentes. A carne de porco gera uma grande quantidade de substancias de enxofre e essa é uma das causas pela qual é especialmente prejudicial. O enxofre nos tecidos se produz devido à que a carne se decompõe lentamente enquanto se digere. O tipo de carne que menos enxofre produz é a de carneiro. A carne de porco se decompõe muito rápido e o odor que desprende é repugnante.

Estudos feitos pelo professor Lettré (patologia em Heidelberg) e logo confirmados por mim, demonstram que as partes da carne de porco que comemos vão diretamente a constituir as respectivas partes de nossos corpos. Por exemplo, pacientes que comiam muito toucinho das costas do porco demonstravam em pouco tempo as típicas rugas que no pescoço produz a gordura. Nos pacientes que comiam toucinho da barriga se notava logo um aumento do abdômen. As mulheres que comiam muito presunto tinham depois deformidades nos quadris.

4 – O significado do hormônio de crescimento: Há outros fatores importantes na carne de porco. Tem por exemplo, grande quantidade de hormônio de crescimento. Esta é a principal razão que favorece as infecções e o deslocamento dos tecidos. Também se pode incluir uma acromogalia (o queixo, os membros e outras partes do esqueleto alcançam um desenvolvimento muito exagerado). Mas sua ação mais considerável é a que leva à obesidade e ao aumento da facilidade de sofrer infecções cancerosas. Isso explica porque depois da reforma monetária, pacientes entre 60 e 70 anos de idade enfermaram rapidamente de câncer. Começaram a comer todos os dias toucinho defumado, justamente o produto com o qual se alimentava experimentalmente animais com propósito de gerar tumores cancerosos. Este tipo de toucinho tem colesterol (o material de constituição das paredes das células cancerosas, segundo o doutor Roffo), o hormônio de crescimento (que favorece o desenvolvimento do câncer) e benzopireno (um tipico cancerígeno que se encontra no fumo).

5 – Ademais, a carne de porco produz efeitos por conter histaminas: As histaminas favorecem a produção de infecções como furúnculos, apendicite, enfermidades da vesícula biliar, infecções venosas, abcessos, etc., e também infecções da pele, como cezemas, dermatites, neurodermitis e outras dermatoses.

Depois da reforma monetária, houveram também muitos casos crônicos de urticária em pacientes maiores. Cada vez que comiam carne de porco reaparecia a enfermidade. Para curá-la totalmente tiveram que ajustar-se estritamente a uma dieta sem carne de porco, incluindo também as linguiças, já que essas sempre contém algo de porco.

Mediante injeções de histaminas em animais de experiência, podemos comprovar que se podem gerar úlceras, infecções e enfermidades alérgicas, como asma, asma de verão e, em outro aspecto, alterações renais e cardíacas, chegando a produzir ataques cardíacos. Quem corre risco de sofrer ataques cardíacos, tem proibição estrita da carne de porco.

Como antes as pessoas faziam uma alimentação em pequenas porções (muito poucas verduras, vitaminas, etc.) era muito comum que se apresentassem numerosos casos de abcessos.

Na primeira década deste século, o conhecido “apóstolo da natureza”, Gustav Nagel, se curou de uma tuberculose avançada com somente trocar seus hábitos alimentares. Se alimentou unicamente com produtos naturais e crus. Ademais, viveu de forma simples e em harmonia com a Natureza. Isso prova que os venenos da alimentação desenvolvem as enfermidades.

Ademais, há outros perigos na carne de porco. Devemos pensar que o porco, quando nasce, pesa somente alguns quilos, e em menos de dois anos, com a ajuda de hormônios para o crescimento, chega a pesar mais de cem quilos. Tal animal tem poucos músculos e poucos ossos, mas muitos tecidos conjuntivos, gorduras, sangue e vísceras. Tudo isso se utiliza como comida condimentada de diversas formas, para que seu gosto seja saboroso e atrativo.

6 – Outro importante fator tóxico que se encontra na carne de porco é o vírus da gripe: O professor Shope (do instituto de investigações de Vírus de Londres) explica que este vírus se mantém vivo nos pulmões do porco e, portanto praticamente se encontra nas linguiças que comemos.

Este vírus nos oferece um exemplo ocorrido depois da Primeira Guerra Mundial. Houve uma epidemia de gripe que matou mais gente que a própria guerra, especialmente na Alemanha. Os alemães famintos, haviam recebido toucinho americano como alimento principal.

Pude fazer observações similares, através dos anos de minhas práticas médicas. Por exemplo, quando muito produtos a base de porco se vendia no final do outono na Alemanha, podia assegurar que uma epidemia de gripe ocorria durante o inverno.

Por outro lado, já é conhecido que nos países muçulmanos não se sofre de epidemias de gripe, dado que não comem nenhum tipo de carne de porco. Às vezes empecilhos, as epidemias de gripe podem provir do consumo da carne de cavalo, já que este também tem habitualmente o vírus em seus pulmões.

Vício à carne de porco?

Todas as pessoas que acostumaram a comer carne de porco adquirem, de certa forma, um vício à esta carne. O psiquiatra Dr. Hoffman, de Mannhein, explicou que os homens que se alimentam com carne de porco mostram todos os sintomas do vício. Eles encontram todas as desculpas imagináveis para comer esta carne. Ocultam todos os danos que produz e desculpam seu comportamento com muitas razões, parecendo-se nisto aos alcoólatras e a os fumantes. Aos que em fim se livram deste vício, a carne de porco lhes dá repugnância e não podem tolerar seu sabor, mesmo que a comam por engano. Esta reação é semelhante a das pessoas que tenham deixado de fumar e que ao encontrar um cinzeiro com as bitucas apagadas sentem que o odor é insuportável.

Hormônios sexuais como cancerígenos
Sem dúvida, os hormônios sexuais do porco, especialmente o andrógeno do javali, têm muito a ver com a qualidade de sua carne. É sabido que semanas ou meses antes de matar um poço ou um javali, deve-se castrá-lo, porque do contrário a carne não poderia ser utilizada devido a seu repugnante odor.

Os porcos não envelhecem por duas razões:

  1.  Biologicamente, seu limite de vida alcança poucos anos.
  2. Como se os utiliza para a alimentação humana, não se lhes permite viver mais de seis meses, já que prolongar mais tempo de vida, apareceria quase seguramente o câncer.

Semelhanças Biológicas
Na Idade Média, o consumo da carne de porco estava proibido. O porco era utilizado como objeto para experimentos anatômicos, devido à que sua organização interna é incrivelmente parecida com a do homem. Também a pele é muito similar à nossa.

Nas épocas de fome, têm havido criminosos que assassinaram a muitas pessoas para utilizar a carne humana na elaboração de linguiça ou mesmo como carne fresca e a venderam como carne de porco. Tem mais ou menos o mesmo sabor e as pessoas gostaram. Os assassinos que mais fama adquiriram com estas práticas se chamavam Hamann e Kürten. Durante a primeira guerra mundial, apareceu também um assassino desse tipo no norte de Berlim, que utilizava carne de mulheres para fazer salsichas.

A semelhança entre a carne de porco e a humana, ajuda também a que se realize facilmente troca dos elementos bioquímicos. Isto novamente prova o que o professor Lettré escreveu no sentido de que as grandes moléculas proteicas vão aonde pertencem biologicamente. Nisto se baseia um ditado famoso: “O homem é o que come”.

Abcesso (“enfermidade do porco”) e Tuberculose

Aqui se pode considerar os abcessos nas crianças, enfermidades que se caracteriza por inflamações crônicas dos gânglios linfáticos. Assim, se podem formar enormes agregações de gânglios , especialmente no pescoço, o qual dá as crianças afetadas uma aparência que lembra os porquinhos.
O porco se parece em muitos aspectos ao ser humano, mas, desde certo ponto de vista, é a “cópia negativa do homem”.
Em geral o porco tem poucos músculos e poucos ossos, mas muita gordura nos tecidos conjuntivos. É um animal muito propício a sofrer enfermidades, se lhe acumula muita gordura no coração, no fígado e facilmente é afetado de hidropisia (acúmulo anormal de água nos tecidos do organismo). Tem componentes alérgicos nos tecidos e fatores tóxicos em seus hormônios. Todas estas características se transmitem ao ser humano, quando este come carne de porco.
Justamente nisso está o maior perigo. O organismo do homem se imunda com excesso de gordura, colesterol, hormônios de crescimento e outros fatores tóxicos, apesar do grande conteúdo calórico desta carne. O problema se baseia em que o homem não pode desfazer-se de toda essa acumulação de material, como ocorreria a outros alimentos. A gordura não se queima e tão pouco se pode eliminá-la por via excretora os outros fatores prejudiciais, nem quando o corpo realiza muita atividade física.

Homotoxicologia como solução do problema

E aqui a homotoxicologia tem em parte a solução para este problema, demonstrando quanto é daninha a carne de porco. As substâncias derivadas da ingestão da carne de porco, não podem ser eliminadas do corpo por métodos habituais (urina, respiração, secreções dos intestinos e da pele). Só podem ser expulsas através de enfermidades (por exemplo, infecções).

Dr Han Heinrich

“o homem pode chegar biologicamente a viver 150 anos.” Dr Heinrich

Em relação com a parte de porco que o homem coma, pode-se produzir várias enfermidades. Consistem especialmente em transtornos da vesícula biliar com formação de cálculos (colesterol), cólicas hepática e apendicite. Há também outra possibilidade quando o consumo da carne de porco é moderada. Então se acumulam as gorduras e produzem banha e obesidade. Os que comem muitas salsichas e linguiças, sofrem de obesidade, especialmente na região do tronco. Aqueles que se alimentam à base de presunto, acabam tendo pernas e braços grossos.

E é quando o corpo está saturado de elementos tóxicos, que aparecem as infecções, como última opção para eliminar as toxinas. Assim pode surgir desde infecções na pele, furúnculos, etc., até infecções internas, como apendicite, coleciste, etc.

Outro médico informou-me que em seus pacientes havia notado que a má circulação cerebral se devia ao consumo contínuo da carne de porco. Também pude comprovar que o excessivo consumo desta carne inevitavelmente conduz a enfermidades crônicas.

Por exemplo, devido a ação produzida pela ingestão do tecido conjuntivo mucoso do porco, o material compacto da cartilagem do ser humano se torna mole e se debilita e, como consequência da pressão que o corpo exerce sobre ela aumenta a força nas articulações, a qual é a mesma da artrite e artrose.

Na homotoxicologia, todas as enfermidades têm seu processo biológico e de nenhuma maneira devem ser reprimidas, porque elas são a única forma em que o corpo pode se desfazer das infecções e curar-se.

Se de alguma maneira o processo da enfermidade é interrompido, o único que se consegue é que se transforme em outra intoxicação. Isso é o que ocorre normalmente quando alguém utiliza quimioterapia, antibióticos, etc. Mediante sua ação só eliminam as bactérias, mas de nenhuma maneira as toxinas que originaram a enfermidade, com quantidade de endoxinas das bactérias mortas se multiplica a quantidade de toxinas.

Em outra ordem de coisas, é bom destacar que o homem pode chegar biologicamente a viver 150 anos. Em zonas onde não se come em absoluto a carne de porco, como por exemplo em Cáucaso, na Turquia e em outros países islâmicos onde o clima é bastante inóspito, há anciões entre 130 e 150 anos de idade que se encontram com a saúde perfeita.

Para terminar, você somente, deveria fazer experiências e observações. Seja crítico consigo mesmo e com os comentários que receba, quando os viciados da carne de porco tentarem convencê-lo de que são falsas as observações efetuadas.

Não coma a carne de porco e tome unicamente medicamentos biológicos receitados por homeopatas e ajustado a métodos naturais. Assim poderá desfazer-se de intoxicações que estão dentro de seu corpo.

Recuperar a saúde, para a escola baseada no estudo das homotoxinas, é liberar-se dos elementos tóxicos e dos danos produzidos por eles. A saúde, para dita escola, é estar livre destes elementos tóxicos e dos danos gerados por eles.

Fonte: Saúde Levada a Sério

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Deus Incomparavél

“Não há entre os deuses semelhantes a ti, Senhor, e nada existe que se compare as tuas obras.” (Salmos 86:8)

A sua atitude diante das dificuldades da vida depende da dimensão de seu Deus. Se  seu Deus for pequeno, fabricado, imaginado, qualquer problema será uma barreira impossível de ser vencida. O ser humano é contraditório. Gosta de pequenos deuses,  apenas para acalmar a consciência. Deuses “chaveiros”, “amuletos, “energia”, “luz”,  “aura” – “Deus está em tudo”, afirma a criatura. Repete isso todos os dias e acaba acreditando.

É cômodo acreditar num deus que não mostra o caminho. Limita-se a acompanhar e estar a “serviço” da criatura. A tragédia é que diante das circunstâncias difíceis da vida, você descobre que todos esses deuses “criados” são apenas paliativos. Não fazem nada. Nada resolvem. Não há poder neles.

Foi esta realidade que levou Davi fazer a oração registrada no salmo oitenta e seis. Neste salmo, o poeta expressa súplica e confiança. Vive um momento terrível. “Estou aflito e necessitado,” diz no verso um. Da perspectiva humana, parece não haver solução. Não tem mais forças para continuar lutando. Limita-se a chorar. As lágrimas parecem lavar o coração, e a angústia que sufoca.

Davi não criou pequenos deuses. Nas noites claras e estreladas, enquanto cuidava do seu rebanho no campo, ele contemplava a grandeza do Deus criador. O seu Deus estava por cima de qualquer outro deus. Era incomparável e eterno. Por isso nesta oração, suplica e ao mesmo tempo confia.

Qual é o drama que você vive neste momento? Qual é a tragédia que parece destruir a vida de alguém que você ama? Sente-se indefeso, incapaz de fazer algo para ajudar e se limita a  sofrer?

Antes de iniciar a caminhada deste dia, separe uns minutos para meditar nas grandes obras que Deus já fez na sua própria história. Acaso Deus não o livrou outras vezes?  Se o fez antes porque não o fará agora? Então, com o coração cheio de confiança repita. “Não há entre os deuses semelhante a ti, Senhor; e nada existe que se compare as tuas obras.”

Alejandro Bullón

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Quem Criou Deus?

À luz de todas as comprovações para o início do Universo espaço-tempo, o Iniciador deve estar fora do Universo espaço-tempo. Quando se sugere que Deus é o Iniciador, os ateus rapidamente fazem a antiga pergunta: “Então quem criou Deus? Se tudo precisa de uma causa, então Deus também precisa de uma causa!”.

Como já vimos, a lei da causalidade é o fundamento da ciência. A ciência é a busca pelas causas, e essa busca é baseada em nossas observações coerentes e uniformes de que tudo o que tem um começo teve uma causa. O fato é que a pergunta “Quem criou Deus?” destaca com que seriedade levamos a lei da causalidade. Toma-se como certo que praticamente tudo precisa de uma causa.

Então por que Deus não precisa de uma causa? Porque a posição dos ateus não compreende a lei da causalidade. A lei da causalidade não diz que tudo precisa de uma causa. Ela diz que tudo o que venha a existir precisa de uma causa. Deus não veio a existir, ninguém fez Deus. Ele não é feito. Como ser eterno, Deus não tem um começo e, assim, ele não precisou de uma causa.

“Mas, espere um pouco”, vão protestar os ateus. “Se você pode ter um Deus eterno, então eu posso ter um Universo eterno! Além do mais, se o Universo é eterno, então ele não teve uma causa.” Sim, é logicamente possível que o Universo seja eterno e que, portanto, não tenha tido uma causa. De fato, só existem duas possibilidades: ou o Universo é eterno, ou alguma coisa fora do Universo é eterna (uma vez que algo inegável existe hoje, então alguma coisa deve ter existido sempre. Só temos duas opções: o Universo ou algo que tenha causado o Universo).

O problema para o ateu é que, enquanto é logicamente possível que o Universo seja eterno, isso parece não ser realmente possível. Todas as evidências científicas e filosóficas […] nos dizem que o Universo não pode ser eterno. Assim, descartando uma das duas opções, ficamos apenas com a outra: alguma coisa fora do Universo é eterna. (GEISLER, Norman e TUREK, Frank. Não Tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu, Vida, 67, 2ª Impressão)

Fonte: ApologéticaTeísta

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Mesquita Dedicada à Virgem Maria é Inaugurada na Síria

Justamente em um dos países onde a liberdade religiosa está mais seriamente ameaçada, foi construído o primeiro lugar de culto do mundo islâmico dedicado à Virgem Maria. Trata-se da nova Mesquita Al-Sayyida Maryam, localizada na cidade costeira de Tartous, segundo porto da Síria, inaugurada no último sábado (6/6). Al-Sayyida Maryam é um dos diversos nomes árabes da Mãe de Jesus, como recordou na cerimônia de inauguração o ministro para os Bens Religiosos e Culturais, Mohammad Abdel-Sattar al-Sayyed. Essa iniciativa – disse ele – é “um sinal da abertura daquele Islã afastado dos desvios e extremismos”. O delegado do Patriarcado Maronita de Tartous e Lattakia, Antoine Dib, também presente na cerimônia, declarou-se “orgulhoso pela iniciativa”, desejando que o gesto possa representar uma esperança de paz para cada lugar do país.

A dedicação de uma mesquita a Nossa Senhora poderia parecer um anacronismo, mas não é. No Alcorão, de fato, existe uma autêntica veneração à Virgem Maria. Um dos maiores estudiosos católicos contemporâneos sobre esse tema, o franciscano florentino Giulio Basetti-Sani (1912-2001), discípulo do orientalista Louis Massignon, dedicou a vida à difusão do conhecimento sobre a religião islâmica, sentida por ele como uma “fé irmã”. Um de seus conhecidos livros intitula-se Maria e Jesus filho de Maria no Alcorão. Após séculos de incompreensões e preconceitos, o religioso desenvolveu sua obra na esteira de São Francisco de Assis e de seu programa missionário voltado ao encontro com os muçulmanos.

A teologia muçulmana não concebe Deus como pessoa. Assim, nos seus 99 nomes, falta a palavra “Pai”. Portanto, impensável também um “Filho de Deus”. A Virgem Maria, no entanto, é apresentada como “escolhida por Deus” e “eleita entre todas as mulheres da criação” (Sura 3,42). Jesus não é filho de Deus, mas “filho de Maria” (Isa ibn Maryam), lê-se nos versículos 34-36 da Sura 19, onde é narrado o acontecimento de uma virgem que, afastando-se da família, tem um filho (Masîh, o Ungido, um dos nomes tradicionais de Jesus), “dom” de Alá que “cria aquilo que quer”.

A esse respeito, recorda-se que já há alguns anos no Líbano, o 25 de março (Festa da Anunciação para a Igreja Católica) foi proclamado, após longas tratativas conduzidas pelo Comitê islâmico-cristão, Festa Nacional.

O fundador do Instituto da Caridade, o beato Antonio Rosmini-Serbati (1797-1855), um dos maiores filósofos italianos do século 19, foi autor da obra As cinco chagas da Santa Igreja(1832). Nesse período pré-Concílio, quando os seguidores de Maomé eram colocados pela Igreja entre os “infiéis”, seguidores de uma “falsa religião”, Rosmini, apoiado pelo Cardeal Castruccio Castracane dos Antelminelli, publicou o texto “Sobre testemunhos dados pelo Alcorão a Virgem Maria”, desconsiderado na época, mas que no decorrer do tempo e ainda hoje desempenha um papel no diálogo inter-religioso a partir do reconhecimento comum da maternidade de Maria (sancionada pelo Concílio de Éfeso, em 431).

(Rádio Vaticano)

Nota: Alguma dúvida de que Maria terá um papel crucial no ecumenismo envolvendo os muçulmanos? Os adventistas devem intensificar seus esforços para mostrar aos muçulmanos que nossa identificação com eles é ainda maior: aguardamos a volta de Jesus, não usamos alimentos impuros nem bebidas alcoólicas e incentivamos uma vida decente e uma profunda experiência de oração e devoção. (Via Criacionismo)

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