Não Foi Barato… Custou Caro!

“Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1 Pedro 1:18, 19).

“O que nós obtemos muito barato, valorizamos muito pouco.” (Thomas Paine – Escritor)

Nós valorizamos – e muito – a nossa salvação. Ela custou o sangue de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele se doou por amor a nós, por desejar reaproximar-nos do Pai celestial, para nos dar vida abundante e eterna.

O sangue de Jesus lavou-nos do pecado, purificou nossas vestes, modificou o rumo de nossa caminhada, mostrou-nos horizontes de gozo e felicidade. Custou caro! Custou sua vida! Pagou um preço que devia ser pago por nós. Os pecados eram nossos e não dEle; a rebeldia era nossa e não do nosso Senhor. Sofreu o nosso castigo. Foi punido em nosso lugar.

Muitos não valorizam o que Cristo fez, ignorando-O, tratando-O com desprezo. Não compreendem o que custou e, talvez, tenham de arcar com os custos de sua indiferença. Mas ainda há tempo! Ainda existe oportunidade de tirar os olhos de si mesmos e olhar para o alto, e louvar ao Senhor, e glorificar o Seu nome.

Não… não foi barato! Crucificaram nosso amado Senhor; enfiaram em Sua cabeça uma coroa de espinhos; riram dEle… debocharam dEle… trataram-no como um criminoso. Ele não merecia nada disso. Mas Ele o fez com alegria, com muito amor no coração.

Hoje podemos ser salvos, podemos ter uma morada no Céu, podemos ter nosso nome escrito no Livro de Deus.

Não foi barato! Custou caro! Obrigado, querido Jesus.

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Música Que Edifica a Igreja

Preciso escolher a música que vou cantar no próximo culto. E aqui começa uma saraivada de perguntas: Qual o tema? Qual evento? Em que momento? Onde é? Quem vai ouvir? Quem estará no som?

Percorro textos de Davi, Paulo, Ellen White até chegar em autores contemporâneos, como Mark Finley. Mas não encontro uma lista com os estilos de música mais apropriados para os cultos. Entretanto, a ausência de especificação de gêneros para a seleção musical não significa ausência de critérios para o louvor.

E onde estariam esses critérios? Alguns deles estão na carta do apóstolo Paulo aos coríntios: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas edificam” (I Coríntios 10:23). Se incluirmos os estilos musicais nessa relação de “todas as coisas” da qual fala o autor bíblico, a metodologia e o objetivo do músico irão se orientar pela adequação ou conveniência da música com o fim de edificar a igreja.

Como, então, edificar a igreja, a qual se constitui pela diversidade de gerações e culturas musicais?

Volto aos conselhos de Paulo: “Ninguém busque seu próprio interesse, e sim o do outro” (I Coríntios 10:24). Há músicos que escolhem uma peça sacra de excelência artística porque creem que é isso que agrada a Deus. Outros pensam que não importa o estilo, desde que se esteja louvando a Deus. Mas, ao cantar e tocar uma música na igreja, o músico precisa lembrar que Deus não é o único ouvinte.

Paulo amplia esse conceito na carta endereçada aos crentes de Éfeso: “Enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo” (Efésios 5:18-21).

Vemos que a música é apenas um dos componentes de uma vida cristã em comunidade. É preciso ainda coração sincero, gratidão permanente e sujeição mútua.

A soma dessas partes tem como resultado um louvor que glorifica a Deus, pois se trata de um louvor que envolve a sinceridade da fé e que também busca a unidade espiritual na diversidade cultural.

Mas, às vezes, estamos tão mais atentos à qualidade artística dos cânticos que acabamos mais preocupados com o louvor do irmão do que com o irmão que louva.

Por outro lado, se os músicos estiverem despreocupados com a conveniência da música nos cultos, essa atitude pode resultar em música tecnicamente bem feita, mas incapaz de edificar a igreja.

No fim, a música grandiosa e o cântico simples, canções contemporâneas e hinos antigos deveriam ser selecionados e ouvidos com amor: “Todas as vossas coisas sejam feitas com amor” (I Coríntios 16:14). O amor que leva músicos e ouvintes a buscar o interesse do outro e a cumprir a missão comum de todos.


Joêzer Mendonça, doutor em Música (UNESP), é professor da PUC-PR e autor do livro Música e Religião na Era do Pop.

Fonte: Música Sacra e Adoração

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Glória Pires Não Deixa Filho Caçula Ver Novela

Glória Pires, 51, é mãezona de quatro filhos: Cleo, 32, Antonia, 22, Ana, 15 e Bento, 10. Em entrevista à revista do jornal O Globo, a atriz contou que não permite que seu filho caçula assista à novela “Babilônia”. “Não dou força para ele ver novela. Ele assistiu contra a minha vontade, junto com as irmãs que estavam loucas para ver e ficou chocado, foi horrível. Por mais que eu explicasse em detalhes que aquilo era sangue cenográfico que ficava numa bolsinha embaixo do figurino não adiantou. Era a mãe dele levando um tiro”, contou ela, se referindo ao penúltimo capítulo da novela “Insensato Coração” (2011). Glória Pires também revelou que os filhos já conhecem sua rotina de trabalho e estão acostumados a ela. “Minha vida sempre foi assim. Sou presente e muito coruja. Mas não tenho como me dedicar 100% a eles. Eles sabem disso e está tudo certo. Sinto necessidade de estar com a minha família. É uma espécie de alimento indispensável para que eu fique bem”, disse ela.

(Yahoo Celebridades)

Nota: Mas os filhos dos outros que se lixem, né? Seria bom que as famílias do Brasil seguissem o exemplo dela e proibissem seus filhos de ver novelas. Melhor ainda: dessem exemplo não vendo também. E, em lugar de perder minutos preciosos de uma vida que passa rápido, realizassem alguma atividade em família – dedicassem tempo para o diálogo, a leitura e o culto familiar.

Fonte: Criacionismo

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Presidente Mundial Adventista se Reúne com Secretário da ONU

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, expressou preocupações sobre a crescente intolerância religiosa em todo o mundo durante uma reunião privada com o presidente mundial da Igreja Adventista, pastor Ted N.C. Wilson, e convidou a Igreja Adventista do Sétimo Dia para trabalhar com a ONU ajudando as pessoas.

Wilson, o primeiro presidente da Igreja Adventista a se reunir com um chefe da ONU, observou que a Igreja tem apoiado há muito tempo a liberdade religiosa e disse que ela estava disposta a se unir a iniciativas que seguiam o ministério de Cristo de ajudar as pessoas física, mental, social e espiritualmente.

Ganoune Diop, diretor associado do departamento de Deveres Cívicos e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista mundial, destacou que seu departamento leva a sério as palavras de Jesus de ser “o sal da terra” e “a luz do mundo”, como registrado em Mateus 5:13, 14. Ban se reuniu com Wilson, Diop e John Graz, diretor do departamento de Deveres Cívicos e Liberdade Religiosa, às 12:10 de segunda-feira, 6 de abril, para uma reunião de 45 minutos em seu escritório na sede das Nações Unidas em Nova Iorque.

A reunião foi organizada com o envolvimento pessoal do embaixador Joseph Verner Reed, reitor do subsecretário geral da ONU e amigo dos adventistas do sétimo dia, que regularmente se correspondia com Diop para tornar a reunião uma realidade. “Foi um verdadeiro privilégio encontrar o secretário-geral e ouvir seu apelo por ajuda à humanidade”, Wilson contou à Adventist Review.

Oportunidade para testemunhar

“Os adventistas do sétimo dia devem estar prontos para testemunhar do Senhor em qualquer lugar aonde formos e para testificar da bênção de Deus em nossas vidas e o que podemos fazer em Seu nome”, reforça Wilson. “O mundo está esperando por este tipo de testemunho inspirado pelo céu com respostas claras para os problemas de hoje.”

Ban falou sobre questões globais como a pobreza e a falta de educação antes de expressar sua preocupação sobre a intolerância religiosa que atinge níveis sem precedentes em todo o mundo. Só na semana passada, um grupo militante islâmico matou 148 pessoas em um ataque contra os cristãos em uma universidade queniana. O Estado Islâmico (IS) e outras organizações extremistas no Iraque, Síria, Nigéria, Líbia e em outros lugares também miraram nos cristãos e em outros grupos religiosos com violência muitas vezes mortal nos últimos meses.

O secretário ressaltou sua crença de que as pessoas devem cultivar o respeito por todos, incluindo pessoas de outras religiões. Ele indicou que apreciava o trabalho da Igreja Adventista na promoção da liberdade religiosa, bem como na educação, na saúde e na ajuda humanitária através da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais. A ADRA tem trabalhado com a ONU na assistência aos refugiados no Oriente Médio e em outros lugares.

Wilson agradeceu Ban pela reunião e falou sobre diversas iniciativas da Igreja que correspondem com a missão da ONU para ajudar as pessoas.

“Tivemos uma excelente reunião com o secretário-geral e alguns de sua equipe, compartilhando com eles sobre as atividades da Igreja Adventista”, destaca Wilson. “Focamos em certas coisas com as quais a Igreja Adventista pode ajudar, tais como a liberdade religiosa, a liberdade de consciência, os valores éticos e espirituais, o respeito pela dignidade humana, a orientação familiar, o incentivo para os jovens, e as necessidades básicas humanas, como água pura e ensino fundamental.”

Cooperação

“Só se formos conduzidos pelo Senhor, poderemos ser verdadeiramente eficazes em nossa ação missionária para o mundo preparando as pessoas para a breve volta de Cristo, realizando o ministério prático de Jesus através do poder do Espírito Santo”, acrescenta o presidente mundial adventista.

Na reunião com Wilson, Graz fez um breve relato sobre os principais congressos organizados pela Associação Internacional de Liberdade Religiosa, afiliada da Igreja que promove a liberdade religiosa e o forte apoio da Igreja ao Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz que toda pessoa tem direito “de mudar de religião ou crença”.

Graz, secretário geral da Associação Internacional de Liberdade Religiosa, disse que estava animado para ver a preocupação de Ban sobre a intolerância religiosa e o desejo de ver as pessoas de boa vontade trabalhar juntas para trazer justiça e liberdade. “Foi uma reunião histórica entre o secretário-geral da ONU e o presidente da Igreja Adventista sobre o estado do mundo e como podemos ajudar as pessoas a vive em ambientes muito difíceis”, argumenta Graz. “Como discípulos de Jesus, queremos ajudar as pessoas e especialmente aquelas que não têm voz, que são discriminadas e perseguidas”, afirma ele. “Desta forma, compartilhamos os valores essenciais da ONU.”

Diop disse que ele também viu formas que a Igreja e as Nações Unidas poderiam cooperar, particularmente na erradicação da pobreza e na promoção da educação e da saúde. “O portfólio impressionante que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem desenvolvido para o serviço a toda a família humana notavelmente ressoa com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, disse ele em uma declaração.

[Equipe Adventist Review, Andrew McChesney]

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Feira de Saúde Inédita Impacta Moradores de Penápolis-SP

Penápolis, SP… [ASN] No domingo 29 de março foi promovida em Penápolis, cidade do oeste paulista, uma Feira de Saúde. O objetivo é que em poucos minutos o participante possa ter uma ideia da sua saúde, já que durante o percurso da feira ele passa por uma série de diagnósticos para verificar gordura corporal, pressão arterial, taxa de glicose, pulso cardíaco e fluxo respiratório.

Cerca de 100 pessoas foram atendidas no evento. Em cada etapa foram oferecidas dicas de como aproveitar os oito remédios naturais. As crianças que passavam pelo local também participaram de atividades educativas durante a feira, enquanto os pais participavam do circuito do evento.

Feiras como essa tem percorrido todo o Brasil e vários outros países. O objetivo é despertar a consciência da importância de se cuidar da saúde e dos benefícios dos chamados 8 remédios naturais (luz, ar puro, descanso, temperança, nutrição, exercício físico, fé e água). Os profissionais de saúde e voluntários que organizam a feira oferecem diversos serviços como atendimento nutricional e psicológico. [Equipe ASN, Suellen Timm – com informações do colaborador local Carlos Alexandrino]

Fonte: Noticias Adventista

 

 

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Papa Assistirá a um Culto dos Valdenses

O papa Francisco continua quebrando paradigmas católicos e anunciou que em junho fará uma visita a uma importante igreja evangélica do norte da Itália. A assessoria de imprensa do Vaticano informou que o pontífice católico estará em visita oficial na cidade de Turim, em 21 e 22 de junho, e que no último dia de sua agenda pastoral está programada sua participação em um culto evangélico em um templo da Igreja Valdense, localizado no centro da cidade piemontesa. É a primeira vez que um papa visita uma igreja valdense. É um gesto que segue a linha de diálogo ecumênico de Francisco com outras comunidades cristãs, segundo o site católico Aleteia. O arcebispo de Turim, monsenhor Nosiglia, disse que a “visita aos valdenses é um gesto muito importante e se inscreve no estilo aberto e ecumênico do papa Francisco”. Não é surpresa, conhecendo a história do arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, que já mantinha boas relações com a Igreja Valdense do Rio da Prata.

(Cristianismo Digital)

Nota: O papa Francisco continua surpreendendo em seus esforços para construir um consenso ecumênico entre (quase todos) os cristãos. É muito significativa essa visita dele a uma igreja valdense, levando em conta a história de perseguição e mortes promovidas pelo Vaticano contra esses cristãos outrora defensores da verdade bíblica. De certa forma, é mais uma ação papal no sentido de curar as feridas do passado. Veja só um trecho do que escreveu Ellen White, no livro O Grande Conflito, capítulo 4 (clique aqui e leia todo o capítulo 4 desse livro revelador):

“Dentre os que resistiram ao poder papal, os valdenses ocuparam posição proeminente. Na própria terra em que o papa fixara a sede, as igrejas do Piemonte mantiveram-se independentes. Chegou, porém, o tempo em que Roma insistiu na submissão dessas igrejas. Houve alguns, entretanto, que se recusaram a ceder à autoridade do papa ou do prelado, decididos a manter a pureza e simplicidade de sua fé. Houve separação. Os que se apegaram à antiga fé, retiraram-se. Alguns, abandonando os Alpes, alçaram a bandeira da verdade em terras estrangeiras. Outros se retiraram para as fortalezas das montanhas e ali preservaram a liberdade de culto a Deus. Sua crença religiosa baseava-se na Palavra escrita de Deus. Aqueles humildes camponeses, excluídos do mundo, não haviam por si sós chegado à verdade em oposição aos dogmas da igreja apóstata. Sua fé religiosa era a herança de seus pais. Lutavam pela fé da igreja apostólica. ‘A igreja no deserto’, e não a orgulhosa hierarquia entronizada na grande capital do mundo, era a verdadeira igreja de Cristo, a depositária dos tesouros da verdade que Deus confiara a Seu povo para ser dada ao mundo.”

Fonte: Criacionismo

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Lanchonete da Pizza Hut é Transformada em Centro de Influência Adventista

Além de oferecer opções de comida saudável, local funciona como espaço para cultos e oficinas gratuitas sobre culinária e estilo de vida.

Os cultos realizados no segundo sábado de cada mês são seguidos de um jantar vegano livre.

O endereço é o mesmo, mas o cardápio mudou. Além de saladas, o menu agora traz opções de sanduíches com ingredientes como tofu grelhado, berinjela marinada, pimentão, alface, tomate e molho de manjericão. Boa parte da matéria-prima é de origem orgânica e cultivada por agricultores locais. A mudança aconteceu quando uma igreja adventista na cidade de Lewiston, nos Estados Unidos, transformou uma lanchonete da rede de fast food Pizza Hut em centro comunitário. Além de servir comida saudável, o ambiente funciona como um espaço para diversas oficinas gratuitas na área de saúde e cultos no segundo sábado do mês.

A iniciativa chamou a atenção de Avery Yale Kamila, colunista do site Portland Press Herald. Depois de uma visita com a família ao estabelecimento conhecido como The Ark (A Arca), ela publicou um texto a respeito do projeto. “Para os vegetarianos como eu, o local oferece um menu de boas-vindas à base de plantas em um local improvável”, disse no artigo divulgado no site.

O almoço é servido todos os dias, exceto aos sábados, conforme os princípios bíblicos seguidos pelos adventistas. Após o meio-dia, as mesas e cadeiras são reorganizadas para um “mix” de eventos públicos gratuitos, incluindo aulas de culinária e oficinas de saúde. Médicos e outros profissionais do Central Maine Medical Center e do Parkview Adventist Medical Center ajudam a realizar workshops regularmente.

“Com exceção do diretor e do chef de cozinha, o projeto é executado por voluntários”, observa Avery. Muitos deles vêm de igrejas adventistas localizadas em cidades próximas (Auburn, Topsham, Brunswick e Freeport). Outros são membros da própria comunidade que se beneficiaram com a comida e programas oferecidos pelo The Ark.

O projeto foi idealizado pelo casal Rick e Jane Kuntz. “Jesus passou mais tempo curando do que pregando”, justificou Rick ao ser entrevistado pela colunista. “Como um estudante ávido da Bíblia por mais de 40 anos, eu descobri que Deus nos criou com um pacote completo, que envolve a parte física, emocional e espiritual. Assim, servimos alimentos vegetais e integrais para o físico, e oferecemos aulas à noite para instruir as pessoas no aspecto mental, emocional e espiritual”, frisa.

“Ele disse que os alimentos da The Ark são veganos porque os alimentos à base de plantas são melhores para o nosso corpo e para o planeta. Tanto ele como sua esposa são vegetarianos por mais de 30 anos”, conta Avery.

Ao longo de quase dois anos de existência da iniciativa, já foram organizados vários cursos. Para os próximos meses, está previsto um ciclo de palestras que será feito por profissionais da saúde com o intuito de mostrar como reverter o diabetes utilizando uma dieta com base em vegetais.

[Márcio Tonetti, equipe RA / Com informações do site Portland Press Herald]

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Ganhos e Perdas

As dietas milagrosas não são a solução para a obesidade e o sobrepeso, mas sim o equilíbrio entre o consumo e a queima de calorias

Ganhos-e-perdas-Fotolia_73972296De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os índices de obesidade e sobrepeso no mundo já alcançaram proporções epidêmicas e estão contribuindo de maneira contundente para o aumento da prevalência das enfermidades metabólicas e neuropsiquiátricas.

Esse quadro tem sido mais dramático nos chamados países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, por exemplo, dois terços da população, aproximadamente 200 milhões de pessoas, estão acima do peso ou são obesas. A Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard projeta que, se nada for feito hoje para combater o problema, em 2030 os custos anuais diretos e indiretos com essa doença serão de 250 bilhões de dólares. O mais assustador é que o retrato norte-americano é um forte indicador de uma tendência global.

Neste cenário, frequentemente aparecem indivíduos e empresas oportunistas, que oferecem produtos ou métodos de emagrecimento cujo apelo irresistível é a promessa de emagrecer sem abandonar maus hábitos. Essas dietas milagrosas, quando surtem algum efeito, é por pouco tempo, e não raramente acabam criando outros problemas sérios de saúde. Isso acontece porque não corrigem a causa mais comum dos quilos em excesso: o superávit calórico aliado ao sedentarismo.

“Evitar fontes calóricas líquidas tem um efeito mais rápido na perda de peso do que se abster dos alimentos sólidos mais calóricos”

Veja a seguir quatro passos importantes para equilibrar a relação entre ingestão e gasto calórico, com o objetivo de prevenir e reverter a maioria dos problemas de sobrepeso e obesidade:

1. Evite alimentos com alto teor calórico. Os alimentos refinados, gorduras, sucos industrializados e refrigerantes correspondem à maior parte do aporte calórico da população. Com relação aos líquidos, um estudo publicado pelo American Journal of Clinical Nutrition revelou que evitar fontes calóricas líquidas tem um efeito mais rápido na perda de peso do que se abster dos alimentos sólidos mais calóricos. Substituir os alimentos refinados por integrais e os sucos artificiais e refrigerantes por água tem um efeito incomparável no controle do peso.

2. Coma devagar e mastigue bem os alimentos. Do início da mastigação ao reflexo de saciedade produzido no hipotálamo são necessários de 25 a 30 minutos. Assim, alguém pode comer dois pratos em 15 minutos, sentir-se cheio, mas não satisfeito, o que consequentemente o levará a comer mais. Portanto, a saciedade está mais relacionada ao tempo de mastigação do à quantidade de comida ingerida.

3. Mantenha-se ativo fisicamente. Isso não significa que tenha que fazer atividades muito intensas, o que, segundo pesquisas recentes, afetam de maneira negativa tanto a qualidade como a expectativa de vida. Aproveite as oportunidades de estar ativo fisicamente na sua própria rotina, procurando caminhar o máximo que puder e fazendo um pouco de musculação para os membros superiores ao fim do dia. Alongamentos diários também ajudam no controle da ansiedade e do estresse e têm um efeito indireto, mas importante, no controle do peso.

4. Durma antes das 22h. Quando se estende o período de vígilia, a fome vem e com ela a tentação de comer mais, num horário que afeta a qualidade do sono. Isso pode estressar o organismo, manter elevados os níveis de adrenalina a médio e longo prazo, o que resulta num efeito adverso no metabolismo das gorduras. De maneira paradoxal, tanto a atividade física moderada como o repouso de qualidade podem ajudar no controle do peso.

Em resumo, o combate ao sobrepeso e à obesidade é o resultado do equilíbrio entre a ingestão e o gasto de calorias. Por exemplo, a troca dos alimentos refinados por integrais e dos sucos artificiais e refrigerantes por água possibilita até que o indivíduo coma em maior quantidade os itens com menos densidade e disponibilidade calórica. Tudo isso, aliado ao descanso adequado e à atividade física moderada, promove, sem dúvida alguma, resultados positivos e permanentes para a saúde.

SILMAR CRISTO é médico, consultor e autor de vários livros sobre saúde e qualidade de vida

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Segundo Especialistas, A Virgem Maria era Maria, Mas Não era Virgem

 A história milenar sobre o nascimento de Jesus Cristo pode não ter acontecido da maneira como foi passada adiante. A principal mudança, explicam especialistas, é que um erro de tradução teria levado ao equívoco sobre Maria, que não seria virgem.

A polêmica está em torno de um termo citado no texto original, em hebraico (Isaías, capítulo 7:14). A palavra em questão, usada para fazer referência a Maria, é “Almah”, o que ao pé da letra significa “jovem que chegou à idade de se casar”. Na mudança para o grego, porém, o termo teria sido traduzido como “virgem”, perdendo seu sentido original.

“Cristãos de todo o mundo afirmam que Jesus nasceu de uma virgem, mas a palavra usada no texto em hebraico, Almah, significa basicamente uma jovem que está na idade apropriada para se casar”, explica Francesca Stavrakopoulou, PhD e professora de religiões antigas da Universidade de Exeter.

A explicação de Francesca é corroborada por outros especialistas, como a professora de religião da Universidade de Princeton, Elaine Pangels. “Foi uma espécie de lampejo e disseram que foi um milagre”, afirma ela.

Fonte: Yahoo Noticias

Nota: Maria não possui nenhuma santidade em si, mas o texto apresentado pela pesquisadora é completamente sem base teológica. Segundo a citação do texto que “Cristãos de todo o mundo afirmam que Jesus nasceu de uma virgem, mas a palavra usada no texto em hebraico, Almah, significa basicamente uma jovem que está na idade apropriada para se casar”. Esta passagem não diz nada sobre a virgindade de Maria. Podemos analisar o fato pela noção de que a jovem estaria em idade de se unir em matrimonio a um homem. E não relacionado a sua condição sexual. Ou só valeria o argumento se fosse uma virgem em tenra idade?

O texto bíblico do Novo Testamento contido no evangelho de Lucas 1:26-35 é claro quando afirma:

E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria.

E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres. E, vendo-o ela, turbou-se muito com aquelas palavras, e considerava que saudação seria esta.

Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim.

E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. (Lucas 1:26-35)

Não há lacuna para tal apontamento! O que mais me impressiona é como o homem sucessivamente tenta desconstruir algo impossível de ser desconstruído  A Palavra de Deus é Santa, Pura e Verdadeira.

O argumento desta vez é tão pífio que não deu nem graça de rebate-lo. [SM]

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Criada por “Casal” Lésbico, Ela é Contra “Casamento” Gay

Uma americana criada por um casal lésbico vem provocando controvérsia nos Estados Unidos após escrever um artigo para um jornal conservador dizendo que é contra o casamento gay porque afirma ter sentido a falta de um pai durante a infância. Heather Barwick, que tem 31 anos e vive no Carolina do Sul com o marido e quatro filhos, diz que a mãe se separou do pai quando ela tinha entre 2 e 3 anos de idade para viver com outra mulher. “Comunidade gay, eu sou sua filha. Minha mãe me criou com sua companheira entre os anos 80 e 90”, escreveu Heather para a publicação conservadora The Federalist (leia o texto completo, em inglês), reproduzida pelo inglêsDaily Mail. “Estou escrevendo porque estou saindo do meu armário: eu não suporto casamento gay”, diz o texto.

No artigo, Heather se justifica: “Mas não é pelas razões que vocês estão pensando. Não é porque vocês são gays. Eu amo vocês, de verdade. É por causa da natureza das relações entre pessoas do mesmo sexo.”

Heather, então, diz que cresceu num ambiente muito liberal e “cabeça aberta” numa comunidade de amigos gays e lésbicas e que a companheira de sua mãe sempre a tratou “como se eu fosse sua própria filha”. A americana também admite que seu pai biológico “não era um grande cara” e “nunca se importou em visitá-la”.

A despeito de ter militado em defesa do casamento gay por volta dos 20 anos, ela afirma que mudou a maneira de pensar. “Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo o mesmo. Mas não é”, diz o texto.

“Muitos de nós, muitos de seus filhos, estão sofrendo. A ausência do meu pai criou um grande vazio em mim e eu sofria todo dia por não ter um. Eu amo a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca substituirá o pai que eu perdi.”

Falando à publicação religiosa World, a americana disse que só encontrou conforto para a ausência paterna após começar a frequentar a igreja com seu futuro marido. “Foi só quando encontrei Cristo que tirei esse peso de mim. E não fiquei amarga, não tenho raiva. Eu perdoei meu pai.”

Ela também falou sobre o que acredita terem sido consequências de ter duas mães. “Eu não sou gay, mas a relação que tinha como modelo antes era entre duas mulheres. Então tive que me esforçar quando adulta para entender como seria a relação com meu marido.” […]

Heather foi também uma das seis pessoas criadas por casais gays que assinou a carta em defesa de Dolce & Gabbana, após a polêmica defesa dos estilistas do casamento apenas entre “homem e mulher”, que vem provocando protestos de celebridades como Elton John e Madonna.

(Marie Claire)

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