Vaticano e ONU Querem Governo Mundial

A participação do secretário-geral da ONU em um próximo evento no Vaticano promovendo um movimento mundial para combater as alterações climáticas, juntamente com um documento pontifício que preconiza a criação de uma autoridade política, econômica e financeira mundial dirigida pela ONU chamou a atenção de um autor que acredita que esses desenvolvimentos apoiam as previsões de um livro seu de 2012. A conferência do Vaticano “Proteger a Terra, Dignificar a Humanidade”, de 28 de abril, que contará com a presença do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, tem como objetivo “elevar o debate sobre as dimensões morais da proteção do meio ambiente” e construir “um movimento global em todas as religiões para o desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas”.

Thomas Horn, co-autor com Cris Putnam de Petrus Romanus: O Papa Final Está Aqui, observa que a conferência do Vaticano antecipa a encíclica do papa Francisco sobre o aquecimento global e o meio ambiente, prevista para publicação em junho ou julho.

Horn vê a tentativa do Vaticano em unir forças com as Nações Unidas sobre as questões do aquecimento global e das mudanças climáticas como prova adicional de que o Vaticano está seguindo um plano “para a estruturação de autoridades políticas e econômicas do mundo em um governo mundial centralizado”.

Ele ressalta que o cardeal Peter Turkson, chefe do Conselho Pontifício Para a Justiça e Paz, ajudou a escrever o primeiro rascunho da encíclica do papa e também escreveu um documento em 2011 em nome do Vaticano apelando ao estabelecimento de uma autoridade global para eliminar as desigualdades econômicas e redistribuir a riqueza.

Esperado para participar na conferência do Vaticano está o economista norte-americano Jeffrey Sachs, diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia e um assessor especial do chefe da ONU para assuntos de Desenvolvimento do Milênio. Sachs também exerce o cargo de diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Horn disse à WND que as pessoas “devem estar atentas e tomar conhecimento” do evento da ONU por causa do documento de 24 de outubro de 2011, do Vaticano, de autoria de Turkson, intitulado “Rumo à Reforma dos Sistemas Financeiros e Monetários Internacionais no Contexto de uma Autoridade Pública Global”.

Horn disse que o documento “acrescentou a um apelo do Vaticano para uma autoridade política, ambiental e financeira global a ser estabelecida no âmbito das Nações Unidas”.

No documento, Turkson reconheceu que “um longo caminho ainda precisa ser percorrido antes de se chegar à criação de uma autoridade pública com competência universal”.

“Parece lógico que o processo de reforma deve prosseguir com a Organização das Nações Unidas como referência”, continuou Turkson, “por causa do alcance mundial das responsabilidades da ONU, a sua capacidade de reunir as nações do mundo, bem como a diversidade das suas funções e das suas agências especializadas.”

Turkson descreveu a visão do Vaticano do que seria um desenvolvimento econômico global eticamente aceitável. “O fruto dessas reformas deveria ser uma maior capacidade de adotar políticas e escolhas que são vinculativos, porque elas têm por objetivo alcançar o bem comum aos níveis locais, regionais e mundiais”, escreveu ele.

“Entre as políticas, as que dizem respeito à justiça social global parecem mais urgentes: políticas financeiras e monetárias que não vão prejudicar os países mais fracos; e políticas que visem à criação de mercados livres e estáveis ​​e uma distribuição justa da riqueza mundial, o que também pode derivar de formas sem precedentes de solidariedade fiscal mundial, que serão tratadas mais tarde.”

Em seu livro Petrus Romanus, Horn e Putnam disseram que a diretiva do Vaticano tenta conceber um mandato “moral” para o estabelecimento de “uma autoridade pública global” e “um banco central mundial”.

Horn, também chamou a atenção para Caritas in Veritate, ou Caridade na Verdade, a terceira e última encíclica publicada pelo papa Bento XVI antes de ter abdicado do papado, que defende uma “autoridade política mundial”.

Um dos objetivos da entidade global, disse Bento XVI, deve ser o de “gerir a economia global; reavivar economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise atual e os desequilíbrios maiores que daí resultariam; proporcionar um desarmamento imediato e integral, a segurança alimentar e paz; garantir a proteção do ambiente e regulamentar os fluxos migratórios”.

Bento XVI disse que “em face ao crescimento incessante da interdependência global, há uma necessidade fortemente sentida, mesmo no meio de uma recessão global, de uma reforma da Organização das Nações Unidas, e também das instituições econômicas e financeiras internacionais, de modo que o conceito da família de nações possa ser realmente concretizado”.

Em um e-mail para a WND, Horn confirmou as conclusões do “Accuracy in Media’s Cliff Kincaid” após a publicação da Caritas in Veritate, em 2009.

“Kincaid está certo em se preocupar porque o líder da Igreja Católica em todo o mundo, considerado pelos católicos o representante pessoal de Jesus Cristo, se tornou um defensor de uma das organizações mais corruptas na face da terra – as Nações Unidas”, disse Horn. “Esses desenvolvimentos têm implicações proféticas para os cristãos, que temem que uma ditadura global vai tomar o poder na terra nos últimos dias.”

(WND; tradução: Filipe Reis)

Nota: Que país tem maior influência sobre a ONU? E que líder mundial tem maior respeitabilidade e crescente influência sobre a entidade? O cenário vai ficando cada vez mais interessante! Já passa da hora de estudarmos atentamente Apocalipse 13 e o best-seller escrito há um século mais cada vez mais atual O Grande Conflito.

(Baixe o livro O Grande Conflito ou visite o site)

Fonte: Criacionismo

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É Possível A Minha Vitória?

“Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará” (Salmos 37:5).

Quando o ator Charlton Heston se mostrou preocupado a respeito de não ser capaz de vencer a corrida de bigas no filme Ben Hur, o diretor Cecil B. DeMille lhe disse: “Seu trabalho é se manter em cima da biga. O meu é assegurar a sua vitória”. Da mesma maneira, cada um de nós deve fazer apenas aquilo que Deus deseja que façamos e deixar a vitória por conta dEle.

Muitas vezes ficamos tão ansiosos na busca de um propósito, pela realização de um sonho, pela conquista de um ideal, que esquecemos de colocar tudo diante de Deus, pedir sua direção e esperar que nos conduza pelos caminhos da vitória. Questionamo-nos se temos ou não condições ou capacidade para uma grande conquista e deixamos de lado a palavra que nos assegura: “Tudo é possível ao que crê”. A atitude mais sábia a tomar, em qualquer empreendimento, é obedecer ao Senhor, confiar nEle e esperar o momento de comemorar a vitória. Ele nos prometeu e é certo que cumprirá a Sua Palavra.

Se queremos ser “mais que vencedores”, precisamos “crer mais e mais”! A vitória vem de Deus e devemos confiar sem restrições. Nada é difícil para Ele, não há obstáculos que Ele não possa superar, não há batalhas que não seja capaz de vencer, não há impossível que não possa ultrapassar. Sem Ele nada podemos fazer, mas, com Ele não há limites para o nosso sucesso.

Sua vitória está difícil de alcançar? É possível consegui-la mesmo assim? Claro! Basta esperar um pouco… e confiar!

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Porque Não Devemos Ingerir Líquido Com a Refeição?

Há sempre muita polêmica entorno do assunto: podemos ou não tomar líquidos com a comida? Ou melhor, poder todos podem, a questão é: se devemos.

Primeiro, temos que saber o que acontece em nosso organismo quando ingerimos líquidos com a comida. Sempre o conhecimento sobre o assunto que estamos questionando é imprescindível. Sem ele, como saberemos decidir, no caso, se devemos ou não tomar líquidos com a refeição. Após sabermos, então teremos condições de optar pela atitude correta para não prejudicar nosso organismo e, consequentemente termos boa saúde.

A digestão é o processo que transforma moléculas de tamanho grande, por hidrólise enzimática, que libera unidade menor que possam ser absorvidas e utilizadas pelas células.  Neste processo as proteínas, gorduras e carboidratos são desdobrados em aminoácidos, ácidos graxos, glicerol, glicose e outros monossacarídeos.

A digestão, de certa forma, começa na boca. A língua e os dentes, através da mastigação, reduzem os alimentos em pequenos pedaços e junto com a saliva facilitará a futura ação das enzimas. A presença do alimento, na boca, estimula as glândulas salivares a secretar saliva, esta contém a enzima amilase salivar ou ptialina, além de sais e outras substâncias. A saliva também tem a função de ajudar o alimento a escorregar pelo sistema digestório, ela tem secreção levemente alcalina que junto com sais de glicoproteinas, mucinas são lubrificantes e, água, além de possuírem ação de anticorpos. Outra enzima super importante, presente na saliva é a lisozima que quebra a mureína (parte das paredes das bactérias). A mastigação é  muito importante, pois a água ou o suco, não contém essas substâncias.

Pode ser que haja pessoas que têm uma disfunção de não produzir saliva, seja por estarem fazendo algum tratamento quimioterápico/ radioterápico e, também devido ao uso de alguns medicamentos para tratamento da depressão. Essas pessoas produzem pouca saliva o que é resolvido, nestes casos, consumindo um pouquinho de líquido durante a refeição, para facilitar o processo da digestão. Há alguns casos que é necessário, quando estão associada a alguma doença de deglutição ou o uso de medicações que reduzem a salivação. Então,mastigar bem os alimentos, pois além de produzir saliva ainda ajuda o transporte do alimento para o estomago.

A língua empurra o alimento em direção à garganta, para se engolido, mastigamos o alimento, este é o primeiro processo, logo em seguida o alimento passa pela faringe e esôfago e no estômago acontece à digestão. No estômago, temos o suco gástrico, que é imprescindível para a digestão.

O ácido clorídrico, responsável por manter baixo o PH do estômago, otimiza a absorção de ferro, cálcio, piridoxina, zinco, entre outras vitaminas/minerais, utilizadas em diversas reações bioquímicas. A pepsina e renina são entre outras substâncias do suco gástrico. A renina é uma enzima que age sobre a caseína, uma das principais proteínas do leite e é produzida no estômago durante os primeiros meses de vida.

As células da mucosa estomacal, apesar de estarem protegidas por uma densa camada de muco são continuamente lesadas e mortas pela ação do suco gástrico devido a este fato, a mucosa esta sempre e continuamente em processo de regeneração. Possivelmente este acontece a cada três dias.

O alimento pode permanecer no estômago até quatro horas ou mais, e se mistura ao suco gástrico, auxiliado pelas contrações da musculatura estomacal. O bolo alimentar transforma-se em uma massa acidificada e semilíquida, o quimo. Então, passa por um esfíncter muscular (o piloro), o quimo vai sendo, aos poucos, liberado para o intestino delgado, onde ocorre a parte mais importante da digestão. O intestino delgado é uma parte do tubo digestivo que começa no estômago e vai até o intestino grosso.

Devido o alimento ficar quatro horas ou mais no estomago até que se complete a digestão, conclui-se que para que a digestão se complete não é interessante alimentar-se novamente, antes deste processo concluído. Há muita controvérsia sobre este assunto, alguns defendem alimentar-se de três em três horas, porém o bom senso e o respeito à natureza, que é perfeita; é respeitar nosso corpo, ou seja, permitir que ele funcione dentro de sua programação.

Esclarecendo então a questão de não ser aconselhável tomar líquido junto às refeições; é devido ao fato que o líquido dilui o suco gástrico do estômago. O suco gástrico é formado por ácido clorídrico, enzima digestiva – pepsinogênio/pepsina, muco gástrico e fator intrínseco. O ácido clorídrico tem a função de reduzir o pH do estômago, para deixá-lo menos ácido, para que a enzima digestiva seja convertida de pepsinogênio (desativada) para pepsina (ativada). A pepsina é a enzima responsável pela quebra das proteínas. O muco serve para proteger o estômago da ação do ácido e da pepsina, e o fator intrínseco serve para formar um complexo com a vitamina B12 para que esta possa ser absorvida.

Concluindo: Ao bebermos muito líquido durante as refeições, a digestão fica prejudicada, pois o suco gástrico fica diluído causando o aumento pH, então o corpo tem que aumentar seu trabalho para produzir mais ácido para o pH baixar e ativar o pepsinogênio e completar a digestão. A diluição, portanto do ácido clorídrico, durante uma refeição, com grande quantidade de líquido, favorece uma menor eficiência na absorção de vitaminas/minerais e um déficit clorido-péptico. Contribuindo com a má digestão proteica e para a ocorrência de sintomatologias digestivas; como a distensão abdominal, diarreia/constipação e sensação de plenitude gástrica.Enfim, ao não respeitarmos esta “regra” além dos inconvenientes citados, teremos aquela sensação de cansaço/indisposição.

Interessante que se há excesso de líquido no estômago além de dificultar a digestão pode levar também à gastrite, além de causar gases e flatulências.

Outro cuidado é não tomar líquido antes ou logo após a refeição devido à explicação acima e seria o mesmo que se tomássemos durante a mesma, pois a comida ainda está no estômago. O intervalo entre o consumo de líquido e a refeição deve ser: antes +/- 30 minutos e após +/- 60 minutos ou mais.

Caso não seja possível abandonar o hábito de tomar líquido às refeições, devemos lembrar sempre que; o excesso de líquido prejudica a absorção de alguns nutrientes. E, o suco natural ou água em pequena quantidade, no máximo 200 ml, é preferível ao refrigerante,        que possuem gases, dilatam o estômago e, todos os malefícios à saúde, de qualquer líquido que não seja natural.

Se quisermos ter boa saúde devemos cuidar para que ela seja uma realidade em nossa vida, e com certeza, na maioria das vezes, nossos maus hábitos alimentares são responsáveis por uma boa parcela das doenças, que por ora ou outra nos afligem, nos debilitam.

Fonte: Tudo Para Vegetarianos

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Não Foi Barato… Custou Caro!

“Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1 Pedro 1:18, 19).

“O que nós obtemos muito barato, valorizamos muito pouco.” (Thomas Paine – Escritor)

Nós valorizamos – e muito – a nossa salvação. Ela custou o sangue de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele se doou por amor a nós, por desejar reaproximar-nos do Pai celestial, para nos dar vida abundante e eterna.

O sangue de Jesus lavou-nos do pecado, purificou nossas vestes, modificou o rumo de nossa caminhada, mostrou-nos horizontes de gozo e felicidade. Custou caro! Custou sua vida! Pagou um preço que devia ser pago por nós. Os pecados eram nossos e não dEle; a rebeldia era nossa e não do nosso Senhor. Sofreu o nosso castigo. Foi punido em nosso lugar.

Muitos não valorizam o que Cristo fez, ignorando-O, tratando-O com desprezo. Não compreendem o que custou e, talvez, tenham de arcar com os custos de sua indiferença. Mas ainda há tempo! Ainda existe oportunidade de tirar os olhos de si mesmos e olhar para o alto, e louvar ao Senhor, e glorificar o Seu nome.

Não… não foi barato! Crucificaram nosso amado Senhor; enfiaram em Sua cabeça uma coroa de espinhos; riram dEle… debocharam dEle… trataram-no como um criminoso. Ele não merecia nada disso. Mas Ele o fez com alegria, com muito amor no coração.

Hoje podemos ser salvos, podemos ter uma morada no Céu, podemos ter nosso nome escrito no Livro de Deus.

Não foi barato! Custou caro! Obrigado, querido Jesus.

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Música Que Edifica a Igreja

Preciso escolher a música que vou cantar no próximo culto. E aqui começa uma saraivada de perguntas: Qual o tema? Qual evento? Em que momento? Onde é? Quem vai ouvir? Quem estará no som?

Percorro textos de Davi, Paulo, Ellen White até chegar em autores contemporâneos, como Mark Finley. Mas não encontro uma lista com os estilos de música mais apropriados para os cultos. Entretanto, a ausência de especificação de gêneros para a seleção musical não significa ausência de critérios para o louvor.

E onde estariam esses critérios? Alguns deles estão na carta do apóstolo Paulo aos coríntios: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas edificam” (I Coríntios 10:23). Se incluirmos os estilos musicais nessa relação de “todas as coisas” da qual fala o autor bíblico, a metodologia e o objetivo do músico irão se orientar pela adequação ou conveniência da música com o fim de edificar a igreja.

Como, então, edificar a igreja, a qual se constitui pela diversidade de gerações e culturas musicais?

Volto aos conselhos de Paulo: “Ninguém busque seu próprio interesse, e sim o do outro” (I Coríntios 10:24). Há músicos que escolhem uma peça sacra de excelência artística porque creem que é isso que agrada a Deus. Outros pensam que não importa o estilo, desde que se esteja louvando a Deus. Mas, ao cantar e tocar uma música na igreja, o músico precisa lembrar que Deus não é o único ouvinte.

Paulo amplia esse conceito na carta endereçada aos crentes de Éfeso: “Enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo” (Efésios 5:18-21).

Vemos que a música é apenas um dos componentes de uma vida cristã em comunidade. É preciso ainda coração sincero, gratidão permanente e sujeição mútua.

A soma dessas partes tem como resultado um louvor que glorifica a Deus, pois se trata de um louvor que envolve a sinceridade da fé e que também busca a unidade espiritual na diversidade cultural.

Mas, às vezes, estamos tão mais atentos à qualidade artística dos cânticos que acabamos mais preocupados com o louvor do irmão do que com o irmão que louva.

Por outro lado, se os músicos estiverem despreocupados com a conveniência da música nos cultos, essa atitude pode resultar em música tecnicamente bem feita, mas incapaz de edificar a igreja.

No fim, a música grandiosa e o cântico simples, canções contemporâneas e hinos antigos deveriam ser selecionados e ouvidos com amor: “Todas as vossas coisas sejam feitas com amor” (I Coríntios 16:14). O amor que leva músicos e ouvintes a buscar o interesse do outro e a cumprir a missão comum de todos.


Joêzer Mendonça, doutor em Música (UNESP), é professor da PUC-PR e autor do livro Música e Religião na Era do Pop.

Fonte: Música Sacra e Adoração

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Glória Pires Não Deixa Filho Caçula Ver Novela

Glória Pires, 51, é mãezona de quatro filhos: Cleo, 32, Antonia, 22, Ana, 15 e Bento, 10. Em entrevista à revista do jornal O Globo, a atriz contou que não permite que seu filho caçula assista à novela “Babilônia”. “Não dou força para ele ver novela. Ele assistiu contra a minha vontade, junto com as irmãs que estavam loucas para ver e ficou chocado, foi horrível. Por mais que eu explicasse em detalhes que aquilo era sangue cenográfico que ficava numa bolsinha embaixo do figurino não adiantou. Era a mãe dele levando um tiro”, contou ela, se referindo ao penúltimo capítulo da novela “Insensato Coração” (2011). Glória Pires também revelou que os filhos já conhecem sua rotina de trabalho e estão acostumados a ela. “Minha vida sempre foi assim. Sou presente e muito coruja. Mas não tenho como me dedicar 100% a eles. Eles sabem disso e está tudo certo. Sinto necessidade de estar com a minha família. É uma espécie de alimento indispensável para que eu fique bem”, disse ela.

(Yahoo Celebridades)

Nota: Mas os filhos dos outros que se lixem, né? Seria bom que as famílias do Brasil seguissem o exemplo dela e proibissem seus filhos de ver novelas. Melhor ainda: dessem exemplo não vendo também. E, em lugar de perder minutos preciosos de uma vida que passa rápido, realizassem alguma atividade em família – dedicassem tempo para o diálogo, a leitura e o culto familiar.

Fonte: Criacionismo

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Presidente Mundial Adventista se Reúne com Secretário da ONU

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, expressou preocupações sobre a crescente intolerância religiosa em todo o mundo durante uma reunião privada com o presidente mundial da Igreja Adventista, pastor Ted N.C. Wilson, e convidou a Igreja Adventista do Sétimo Dia para trabalhar com a ONU ajudando as pessoas.

Wilson, o primeiro presidente da Igreja Adventista a se reunir com um chefe da ONU, observou que a Igreja tem apoiado há muito tempo a liberdade religiosa e disse que ela estava disposta a se unir a iniciativas que seguiam o ministério de Cristo de ajudar as pessoas física, mental, social e espiritualmente.

Ganoune Diop, diretor associado do departamento de Deveres Cívicos e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista mundial, destacou que seu departamento leva a sério as palavras de Jesus de ser “o sal da terra” e “a luz do mundo”, como registrado em Mateus 5:13, 14. Ban se reuniu com Wilson, Diop e John Graz, diretor do departamento de Deveres Cívicos e Liberdade Religiosa, às 12:10 de segunda-feira, 6 de abril, para uma reunião de 45 minutos em seu escritório na sede das Nações Unidas em Nova Iorque.

A reunião foi organizada com o envolvimento pessoal do embaixador Joseph Verner Reed, reitor do subsecretário geral da ONU e amigo dos adventistas do sétimo dia, que regularmente se correspondia com Diop para tornar a reunião uma realidade. “Foi um verdadeiro privilégio encontrar o secretário-geral e ouvir seu apelo por ajuda à humanidade”, Wilson contou à Adventist Review.

Oportunidade para testemunhar

“Os adventistas do sétimo dia devem estar prontos para testemunhar do Senhor em qualquer lugar aonde formos e para testificar da bênção de Deus em nossas vidas e o que podemos fazer em Seu nome”, reforça Wilson. “O mundo está esperando por este tipo de testemunho inspirado pelo céu com respostas claras para os problemas de hoje.”

Ban falou sobre questões globais como a pobreza e a falta de educação antes de expressar sua preocupação sobre a intolerância religiosa que atinge níveis sem precedentes em todo o mundo. Só na semana passada, um grupo militante islâmico matou 148 pessoas em um ataque contra os cristãos em uma universidade queniana. O Estado Islâmico (IS) e outras organizações extremistas no Iraque, Síria, Nigéria, Líbia e em outros lugares também miraram nos cristãos e em outros grupos religiosos com violência muitas vezes mortal nos últimos meses.

O secretário ressaltou sua crença de que as pessoas devem cultivar o respeito por todos, incluindo pessoas de outras religiões. Ele indicou que apreciava o trabalho da Igreja Adventista na promoção da liberdade religiosa, bem como na educação, na saúde e na ajuda humanitária através da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais. A ADRA tem trabalhado com a ONU na assistência aos refugiados no Oriente Médio e em outros lugares.

Wilson agradeceu Ban pela reunião e falou sobre diversas iniciativas da Igreja que correspondem com a missão da ONU para ajudar as pessoas.

“Tivemos uma excelente reunião com o secretário-geral e alguns de sua equipe, compartilhando com eles sobre as atividades da Igreja Adventista”, destaca Wilson. “Focamos em certas coisas com as quais a Igreja Adventista pode ajudar, tais como a liberdade religiosa, a liberdade de consciência, os valores éticos e espirituais, o respeito pela dignidade humana, a orientação familiar, o incentivo para os jovens, e as necessidades básicas humanas, como água pura e ensino fundamental.”

Cooperação

“Só se formos conduzidos pelo Senhor, poderemos ser verdadeiramente eficazes em nossa ação missionária para o mundo preparando as pessoas para a breve volta de Cristo, realizando o ministério prático de Jesus através do poder do Espírito Santo”, acrescenta o presidente mundial adventista.

Na reunião com Wilson, Graz fez um breve relato sobre os principais congressos organizados pela Associação Internacional de Liberdade Religiosa, afiliada da Igreja que promove a liberdade religiosa e o forte apoio da Igreja ao Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz que toda pessoa tem direito “de mudar de religião ou crença”.

Graz, secretário geral da Associação Internacional de Liberdade Religiosa, disse que estava animado para ver a preocupação de Ban sobre a intolerância religiosa e o desejo de ver as pessoas de boa vontade trabalhar juntas para trazer justiça e liberdade. “Foi uma reunião histórica entre o secretário-geral da ONU e o presidente da Igreja Adventista sobre o estado do mundo e como podemos ajudar as pessoas a vive em ambientes muito difíceis”, argumenta Graz. “Como discípulos de Jesus, queremos ajudar as pessoas e especialmente aquelas que não têm voz, que são discriminadas e perseguidas”, afirma ele. “Desta forma, compartilhamos os valores essenciais da ONU.”

Diop disse que ele também viu formas que a Igreja e as Nações Unidas poderiam cooperar, particularmente na erradicação da pobreza e na promoção da educação e da saúde. “O portfólio impressionante que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem desenvolvido para o serviço a toda a família humana notavelmente ressoa com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, disse ele em uma declaração.

[Equipe Adventist Review, Andrew McChesney]

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Feira de Saúde Inédita Impacta Moradores de Penápolis-SP

Penápolis, SP… [ASN] No domingo 29 de março foi promovida em Penápolis, cidade do oeste paulista, uma Feira de Saúde. O objetivo é que em poucos minutos o participante possa ter uma ideia da sua saúde, já que durante o percurso da feira ele passa por uma série de diagnósticos para verificar gordura corporal, pressão arterial, taxa de glicose, pulso cardíaco e fluxo respiratório.

Cerca de 100 pessoas foram atendidas no evento. Em cada etapa foram oferecidas dicas de como aproveitar os oito remédios naturais. As crianças que passavam pelo local também participaram de atividades educativas durante a feira, enquanto os pais participavam do circuito do evento.

Feiras como essa tem percorrido todo o Brasil e vários outros países. O objetivo é despertar a consciência da importância de se cuidar da saúde e dos benefícios dos chamados 8 remédios naturais (luz, ar puro, descanso, temperança, nutrição, exercício físico, fé e água). Os profissionais de saúde e voluntários que organizam a feira oferecem diversos serviços como atendimento nutricional e psicológico. [Equipe ASN, Suellen Timm – com informações do colaborador local Carlos Alexandrino]

Fonte: Noticias Adventista

 

 

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Papa Assistirá a um Culto dos Valdenses

O papa Francisco continua quebrando paradigmas católicos e anunciou que em junho fará uma visita a uma importante igreja evangélica do norte da Itália. A assessoria de imprensa do Vaticano informou que o pontífice católico estará em visita oficial na cidade de Turim, em 21 e 22 de junho, e que no último dia de sua agenda pastoral está programada sua participação em um culto evangélico em um templo da Igreja Valdense, localizado no centro da cidade piemontesa. É a primeira vez que um papa visita uma igreja valdense. É um gesto que segue a linha de diálogo ecumênico de Francisco com outras comunidades cristãs, segundo o site católico Aleteia. O arcebispo de Turim, monsenhor Nosiglia, disse que a “visita aos valdenses é um gesto muito importante e se inscreve no estilo aberto e ecumênico do papa Francisco”. Não é surpresa, conhecendo a história do arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, que já mantinha boas relações com a Igreja Valdense do Rio da Prata.

(Cristianismo Digital)

Nota: O papa Francisco continua surpreendendo em seus esforços para construir um consenso ecumênico entre (quase todos) os cristãos. É muito significativa essa visita dele a uma igreja valdense, levando em conta a história de perseguição e mortes promovidas pelo Vaticano contra esses cristãos outrora defensores da verdade bíblica. De certa forma, é mais uma ação papal no sentido de curar as feridas do passado. Veja só um trecho do que escreveu Ellen White, no livro O Grande Conflito, capítulo 4 (clique aqui e leia todo o capítulo 4 desse livro revelador):

“Dentre os que resistiram ao poder papal, os valdenses ocuparam posição proeminente. Na própria terra em que o papa fixara a sede, as igrejas do Piemonte mantiveram-se independentes. Chegou, porém, o tempo em que Roma insistiu na submissão dessas igrejas. Houve alguns, entretanto, que se recusaram a ceder à autoridade do papa ou do prelado, decididos a manter a pureza e simplicidade de sua fé. Houve separação. Os que se apegaram à antiga fé, retiraram-se. Alguns, abandonando os Alpes, alçaram a bandeira da verdade em terras estrangeiras. Outros se retiraram para as fortalezas das montanhas e ali preservaram a liberdade de culto a Deus. Sua crença religiosa baseava-se na Palavra escrita de Deus. Aqueles humildes camponeses, excluídos do mundo, não haviam por si sós chegado à verdade em oposição aos dogmas da igreja apóstata. Sua fé religiosa era a herança de seus pais. Lutavam pela fé da igreja apostólica. ‘A igreja no deserto’, e não a orgulhosa hierarquia entronizada na grande capital do mundo, era a verdadeira igreja de Cristo, a depositária dos tesouros da verdade que Deus confiara a Seu povo para ser dada ao mundo.”

Fonte: Criacionismo

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Lanchonete da Pizza Hut é Transformada em Centro de Influência Adventista

Além de oferecer opções de comida saudável, local funciona como espaço para cultos e oficinas gratuitas sobre culinária e estilo de vida.

Os cultos realizados no segundo sábado de cada mês são seguidos de um jantar vegano livre.

O endereço é o mesmo, mas o cardápio mudou. Além de saladas, o menu agora traz opções de sanduíches com ingredientes como tofu grelhado, berinjela marinada, pimentão, alface, tomate e molho de manjericão. Boa parte da matéria-prima é de origem orgânica e cultivada por agricultores locais. A mudança aconteceu quando uma igreja adventista na cidade de Lewiston, nos Estados Unidos, transformou uma lanchonete da rede de fast food Pizza Hut em centro comunitário. Além de servir comida saudável, o ambiente funciona como um espaço para diversas oficinas gratuitas na área de saúde e cultos no segundo sábado do mês.

A iniciativa chamou a atenção de Avery Yale Kamila, colunista do site Portland Press Herald. Depois de uma visita com a família ao estabelecimento conhecido como The Ark (A Arca), ela publicou um texto a respeito do projeto. “Para os vegetarianos como eu, o local oferece um menu de boas-vindas à base de plantas em um local improvável”, disse no artigo divulgado no site.

O almoço é servido todos os dias, exceto aos sábados, conforme os princípios bíblicos seguidos pelos adventistas. Após o meio-dia, as mesas e cadeiras são reorganizadas para um “mix” de eventos públicos gratuitos, incluindo aulas de culinária e oficinas de saúde. Médicos e outros profissionais do Central Maine Medical Center e do Parkview Adventist Medical Center ajudam a realizar workshops regularmente.

“Com exceção do diretor e do chef de cozinha, o projeto é executado por voluntários”, observa Avery. Muitos deles vêm de igrejas adventistas localizadas em cidades próximas (Auburn, Topsham, Brunswick e Freeport). Outros são membros da própria comunidade que se beneficiaram com a comida e programas oferecidos pelo The Ark.

O projeto foi idealizado pelo casal Rick e Jane Kuntz. “Jesus passou mais tempo curando do que pregando”, justificou Rick ao ser entrevistado pela colunista. “Como um estudante ávido da Bíblia por mais de 40 anos, eu descobri que Deus nos criou com um pacote completo, que envolve a parte física, emocional e espiritual. Assim, servimos alimentos vegetais e integrais para o físico, e oferecemos aulas à noite para instruir as pessoas no aspecto mental, emocional e espiritual”, frisa.

“Ele disse que os alimentos da The Ark são veganos porque os alimentos à base de plantas são melhores para o nosso corpo e para o planeta. Tanto ele como sua esposa são vegetarianos por mais de 30 anos”, conta Avery.

Ao longo de quase dois anos de existência da iniciativa, já foram organizados vários cursos. Para os próximos meses, está previsto um ciclo de palestras que será feito por profissionais da saúde com o intuito de mostrar como reverter o diabetes utilizando uma dieta com base em vegetais.

[Márcio Tonetti, equipe RA / Com informações do site Portland Press Herald]

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